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 Hoje: 23 junho, 2003 3:10 PM
ANO VIII - Nº 96 - MAIO A JUNHO 2003
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Esta coluna se dirige às moçoilas casadoiras que esperam ansiosas pelo dia D quando é chegada a hora de subir ao altar. E, para essa data, tão esperada e especial, a sua colunista vai dar algumas dicas e sugestões para você não fazer feio e simplesmente arrasar.

Os termômetros já registram uma certa baixa na temperatura que está mais amena e gostosa, com noites frescas e ventiladas, já ensaiando um friozinho, o que propicia a nos aventurar a usar um bolero um xale ou uma estola. Temperaturas mais baixas sempre dão margem a ficarmos mais chiques, pois, transpiramos menos e, por conseguinte os acessórios e adereços se sofisticam.

A mini é permitida, mas só se o casamento for de dia e na cabeça nada de véu, apenas um pequeno arranjo com os cabelos presos ou semipresos e um chapeuzinho fica uma graça se o casamento for ao ar livre, luvas curtinhas completam o visual.

Para quem está se preparando para as segundas núpcias, o “tailleur” em zibeline ou chan-tung de seda-pura é a escolha mais acertada, pois agrega vários predicados, é chique elegante e discreto. Não há o que errar, mas, pelo amor de Deus, não se deve usar branco em hipótese alguma, escolha um tom de rosa chá, ou pérola.

Agora, para quem vai receber com pompa e circunstância há várias opções: que vão desde um tomara–que-caia cortado enviesado bem ajustado ao corpo com um véu cobrindo o rosto que sempre dá um ar de mistério. Até um vestido esvoaçante em organza de seda pura com uma longa cauda.

Para uma noiva bem jovem, sugiro um vestido com corte princesa e saia com meia calda e um belo véu em “point d’ esprit” que vem a ser um tule francês todo rebordado de minúsculos pontos, que podem ser vidrilhos, o que dá uma atmosfera mágica de uma nuvem encharcada de gotículas d’água.

As cabeças coroadas das noivas ganharam mais esplendor com as modernas tiaras feitas de cristais incrustadas em delicadas armações e que têm um efeito belíssimo sob a luz artificial. E para as mais tradicionais, as grinaldas de flor de laranjeiras continuam sendo as preferidas entre as noivas, com inúmeras variações sobre o mesmo tema, trazendo de volta o romantismo de antigamente, mas nada impede que o véu esteja preso ao cóqui apenas por um pequeno adorno , uma alternativa prática e moderna, que facilita bastante na hora da receber os convidados; a noiva tira o véu e fica livre, leve e solta para aproveitar a festa.

Patrizia Bremer
Jornalista & Estilista

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