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| Hoje: 23 junho, 2003 4:21 PM |
ANO
VIII - Nº 96 - MAIO A JUNHO 2003
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![]() A História do CIB - O Início |
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O nome Bené-Herzl, para a Sociedade Sionista, foi sugerido pelo líder da comunidade ashkenazi, Jacob Schneider, que era fervoroso sionista e amigo de David Levy. Foi, então, aprovado também pelos líderes sefaradim, Jacques Behar, Salomon Silvain Hazan, Emmanuel Galano e Saul Alhadeff. David Levy foi incansável no exercício da presidência da Sociedade Bené-Herzl, inclusive na escolha do terreno para a construção da sede própria. Para tanto, foi criado um sistema de venda de apólices com a finalidade de obter fundos para a construção da mesma. Todos os imigrantes sefaradim, então residentes no Rio, se associaram à recém fundada sociedade e a partir daí, alugaram a primeira sede social, num pequeno sobrado localizado à Avenida Mem de Sá, nº 81, que continha uma sala e dois quartos e congregava os seus novos sócios e familiares. Membros da primeira diretoria: David Levy (presidente), Emmanuel Galano (presidente de honra), Jacques Behar, Isidoro Hazan, Moisés Mousafir, Lazaro Burlá e Alberto Arouche. Conheça mais sobre o Clube Israelita no site: www.cibrj.com.br |
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Corpo de Bombeiros e CVV: uma parceria para valorizar a vida Julia Viegas Criado há 40 anos em São Paulo, por um grupo de jovens preocupados com o número alarmante de casos de suicídio, o Centro de Valorização da Vida (CVV) é o sexto serviço telefônico mais procurado no Brasil, segundo Mayse Gama, do posto de Copacabana, que funciona no Quartel do Corpo de Bombeiros, na Rua Xavier da Silveira. Contando com cerca de 2.450 voluntários em todo o Brasil, o CVV é uma instituição filantrópica sem fins religiosos, políticos ou financeiros que funciona 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. Todo trabalhador do CVV é voluntário. O fato de permanecerem no anonimato e de não conhecerem quem está do outro lado da linha faz com que as pessoas se sintam à vontade para desabafar seus problemas. O posto de Copacabana conta com cerca de 60 voluntários. Essas reuniões funcionam como apoio ao voluntário: eles discutem os casos mais difíceis (sem revelar o nome da pessoa atendida e nem detalhes que a comprometam) e também estudam Carl Roger, que é o autor da lin-ha psicológica que eles seguem, a não-direcionalização. De acordo com essa linha, os voluntários procuram ouvir a pessoa e fazer com que ela própria se ouça, sem apontar nenhuma solução senão a que ela mesma acaba descobrindo no decorrer da conversa. Às vezes a pessoa diz: Obrigada pelo conselho que você me deu. Mas nós não demos conselho nenhum. Simplesmente ouvimos e fizemos com que a pessoa acima de tudo se ouvisse, explica Mayse. E completa dizendo que a proposta deles é, principalmente, ouvir e evitar que a pessoa vá acumulando depressões e mágoas. O CVV preenche, da melhor forma possível, uma lacuna que nós ficamos impossibilitados de preencher. Infelizmente não podemos parar para escutar as pessoas, estamos sempre tendo que atender a chamados urgentes, casos de vida ou morte. A pessoa que liga para o CVV, caso não tivesse buscado ajuda, poderia vir a ser uma vítima em potencial a ser ajudada pelo bombeiro. Mas numa ocasião muito mais difícil, diz o tenente-coronel Amilton Viana do Nascimento, comandante do Corpo de Bombeiros de Copacabana. Quando eu cheguei aqui e li a frase Nada do que é humano nos é indiferente (que está escrita no muro do quartel), percebi que estávamos de acordo, garante Mayse. Os
telefones do CVV para atendimento são: 2236-0536 (Copacabana),
2233-9191 (Centro), 2208-9898 (Tijuca), 2613-4141 (Niterói),
2604-4332 (São Gonçalo), 2657-9537 (Nova Iguaçu).
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Condomínio X Novo Código Civil O novo Código Civil está modificando a vida de todos, mesmo que muitos ainda não tenham se dado conta destas mudanças. Um dos setores mais atingidos pelas novas regras foi o dos condomínios, pois o novo Código trata do tema que era objeto de lei específica criada em 1964, acrescentando e inovando, mas também se omitindo em certos aspectos, dando margem a diferentes interpretações. Tais discussões estão apenas começando, mas já estão trazendo muita dor de cabeça para os síndicos, que diariamente lidam com casos concretos, tendo que resolvê-los de plano, independentemente de entender ou não de legislação. Questões como comportamento anti-social, cobrança de multa por inadimplência limitada a 2%, rateio de despesas obrigatoriamente pela fração ideal, votação do inquilino em assembléia, quorum para aprovação de obras entre outras estão aumentando o stress nas relações condominiais que mesmo em prédios de poucas unidades sempre se revelaram constantes. A Convenção na forma como foi instituída pelo novo Código, deve soar como uma necessidade e encarada como a melhor solução para grande parte dos conflitos. Mesmo aqueles que já possuem Convenção, deveriam adequá-las às novas regras e/ou às novas necessidades, como forma de evitar futuros conflitos, geradores de intermináveis batalhas judiciais, que só servem para onerar ainda mais os orçamentos já apertado da maioria dos condomínios. Consultar um advogado para orientar quanto a esta e outras atitudes pode ser uma medida salutar, não só pelo aspecto financeiro como também pelo emocional, pois nada substitui a satisfação de viver em harmonia, principalmente, com quem somos obrigados a conviver a maior parte de nosso tempo, quais sejam: nossos vizinhos. Nesi & Bernardi - Advogados - Tel.: 3970-0019 - Av. Rio Branco, 123 / 1513 |