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Calçadas:
instrumento de integração e inclusão social

 

 

A recente decisão da secretaria de Conservação do Rio, de iniciar em julho a remoção de famigerados “fradinhos” chega em boa hora.
Poderia fazer ainda mais, mobilizar uma grande campanha pela recuperação das calçadas.
O último censo do IBGE indica que mais da metade dos 24 milhões de pessoas com dificuldade de locomoção deixam de participar de atividades sociais e de trabalhar devido aos obstáculos das cidades, começando pelas calçadas.
Felizmente, pela mudança dos péssimos hábitos e também pela fiscalização, já não estacionamos livremente nas calçadas como era normal nas décadas de 70 e 80...
É urgente revitalizar as calçadas. O proprietário do imóvel, por lei, é quem deve cuidar da calçada, mas o que vemos em Copacabana (e no resto da cidade) é o total descaso. Por toda parte as calçadas de lojas de departamentos, restaurantes, de grande fluxo de pedestres, apresentam-se em péssimas condições, a alegação é de que custa caro consertá-las...
Deveriam saber que calçadas em boas condições aumentam em até 40 % o fluxo de pedestres, conseqüentemente, de consumidores.
Contam também com a leniência do poder público que não aplica as multas devidas. Um bairro como Copacabana, que detém a maior população de Terceira Idade do país e a maior concentração de hotéis, e que sediará Copa do mundo e Olimpíadas, é inóspita para os pedestres, sem contar o prejuízo das quedas.
Tropeçar e se acidentar nas calçadas é rotina. Qual família não teve um caso recentemente, com todas complicações decorrentes? Segundo estudo do Ipea, realizado em São Paulo, ocorre em média uma queda a cada mil habitantes, ao custo de R$ 2.500,00 cada, pelas despesas de hospital, remédios, fisioterapias e a falta ao trabalho.
Calçadas bem feitas, uniformes, acessíveis, fáceis de conservar, são atributos de cidadania, qualidade de vida, enfim, instrumentos de integração e inclusão social. Se temos concurso de ruas mais enfeitadas para a Copa, porque não de melhor calçada?