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Morador de Rua
"Gostaria de pedir encarecidamente as autoridades do bairro de Copacabana que fosse até a Rua Belfort Roxo, esquina com Av Atlântica, onde uma senhora (moradora de rua) fixou residência. Esta senhora possui uma criação de gatos, cada vez maior, colocando em risco de doenças as pessoas que freqüentam a praça do Lido, principalmente as crianças. Lembro que esta senhora chegou ali há alguns anos naquela calçada com um guarda-sol e hoje ela tomou conta da calçada quase toda impedindo até pedestres de transitar, sem contar com o mau cheiro insuportável de gatos e suas fezes. Por favor, vejam que isso esta acontecendo quase na esquina de uma das avenidas mais lindas do mundo, Onde estão as autoridades de Copacabana? Porque não transferem aquela senhora para um abrigo onde ela possa ter mais condições de vida e os moradores, voltem a freqüentar a Praça do Lido, porque ela tem que viver com uma porção de gatos na esquina da Av Atlântica."
Ana - por email.
 
Cinemas de Copacabana

Luis Carlos Teixeira Mendes

 

Cinemas do bairro
Época áurea deixa saudades

Copacabana, em seu auge, já chegou a possuir quase vinte cinemas de rua. Depois do Centro e Tijuca, foi o bairro de maior importância em cinemas. Portanto, foi a “Terceira Cinelândia Carioca”. Os cinemas, ao invés de serem reformados e adaptados para os dias atuais, foram sendo exterminados a partir da década de 80, com a demolição barbárie do RIAN e o fechamento do Caruso. Já no século 21, o descaso foi total com o fim do Copacabana e do Art Palácio. Como alento, hoje só resta o tombado Roxy e o minúsculo e aconchegante Joia. Ambos têm ótimo público e prova que novas salas podem e devem ser inauguradas ou devolvidas ao bairro. Copacabana, no frescor de seus 120 anos, merece!

ROXY
É o único Palácio Cinematográfico de Copacabana. Inaugurado em 1938 com 1761 lugares (foto), possuía uma tela que impressionava o público. Transformado em três salas, recebeu nos anos 2000 o selo Kinoplex: o máximo da modernidade e conforto. Com ótima bilheteria, é prova que se outros cinemas tivessem sido adaptados para os dias de hoje, teriam o mesmo sucesso.

 

 


Joia
Inaugurado em 1969 como Cine Hora Copacabana, o JÓIA sempre foi uma dádiva aos retardatários: exibia ótimos filmes já em final de carreira. Fechado por um tempo e recentemente reformado, foi reaberto com sucesso: sua programação com quatro filmes por dia é maravilhosa. Um ótimo exemplo a ser seguido.

 

 

 

METRO COPACABANA
A desertificação dos cinemas em Copacabana começou com a demolição do METRO em 1977. Era um dos palácios cinematográficos mais bonitos e luxuosos da cidade. O seu irmão, o METRO TIJUCA, teve o mesmo fim: no mesmo ano ambos viraram a C & A.

 

 

 

RIAN
Sem dúvida, o cinema mais amado do bairro. O RIAN foi palco de grandes festivais e em seu tapete vermelho desfilaram grandes estrelas internacionais. Sua localização, em plena Av. Atlântica, já era um acontecimento. Se ainda existisse, seria um motivo de orgulho para o prêmio de Paisagem Cultural Urbana da UNESCO. Demolido em 1983, surgiu em seu lugar o Hotel Pestana...

 

BRUNI COPACABANA
Inaugurado em 1961, o BRUNI nunca foi uma grande sala mas sempre cumpriu sua proposta de cinema de bairro.
Na década de 90, já em total decadência, surgiu em seu lugar a maravilhosa loja Modern Sound. Em 2010 a loja de CD fechou e virou a Leader Magazine. Outra grande perda cultural no bairro.

 

 

CONDOR COPACABANA
Era um cinema moderno, bem equipado e sempre muito concorrido.
Foi inaugurado em 1966 e passou, inclusive, a exibir os filmes da MGM após o fechamento do Metro. Em 1997, já precisando de reformas, foi fechado e transformado em Casa & Vídeo.

 

 

 

 

 

CARUSO
Foi um dos cinemas que mais deixou saudades na população. Inaugurado em 1954 como estrela do circuito independente, funcionou até 1984, quando virou uma agência do banco Itaú.
Com ótima programação, foi símbolo de uma era moderna: até hoje o público comenta sobre as inesquecíveis poltronas. Seu fechamento foi revoltante, pois o cinema ainda atraía grande público.

 

ART PALÁCIO COPACABANA
Inaugurado em 1950, O cine foi desativado em 2002 para virar sapataria e, recentemente, deu lugar a Lojas Renner. Dono de uma belíssima arquitetura, o espaço merecia o tombamento. O comércio mais uma vez em detrimento da cultura e do bom gosto.

 

 

 

CINEMA 1 / CINEMA 2
Os dois cinemas sempre foram conhecidos pelo bom gosto da programação: eram o “Paissandu” de Copacabana. Sempre muito bem frequentados, fizeram a cabeça de toda uma geração e formaram cinéfilos de carteirinha. O CINEMA 1 é atualmente Hortifrutti. Já, o CINEMA 2, mudou de nome diversas vezes antes de virar a boate Le Boy.

 

 

 

RICAMAR
O CINEMA RICAMAR, inaugurado em 1958, encerrou suas atividadades na década de 90 e virou a SALA BADEN POWELL, dedicada a espetáculos musicais.
A administração da sala pela Prefeitura do Rio traz uma enorme saudade do velho e simpático cinema, que tinha ótima programação.

 

 

AMERICANO / CINE COPACABANA
Inaugurado em 1916, o CINE AMERICANO passou por grande reforma e, em 1953, virou o tradicional e conhecidíssimo CINE COPACABANA. Fechou na década de 90 com intuito de virar bingo e depois reabriu a todo vapor, com possível reforma e divisão em várias salas. Como a prefeitura não permitiu ampliação no gabarito vertical, o espaço virou a academia Bodytech. Um deboche para um cinema que atravessou 10 décadas.

 

RITZ
Este é bem das antigas: O CINEMA RITZ era um maravilhoso “poeirão” que funcionou de 1938 a 1955. Alías, no mesmo espaço havia antes o primitivo Cine Atlântico, uma das primeiras salas de Copacabana. Em seu lugar surgiu o Edifício Galeria Ritz...