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Milton Teixeira

CHÁCARA DO INHANGÁ

Grande propriedade comprada, através de escritura datada de 13 de outubro de 1755, por José Antônio Sobral e sua esposa Agostinha Caetana da Silva, com foro perpétuo pago ao Senado da Câmara, localizada no morro do Inhangá, em Copacabana.
Após o falecimento de Sobral, em 1778, foi feita a partilha do seu espólio, cabendo a sua viúva a referida chácara, que se estendia das terras de Antônio Pires Afonso até a chácara de Francisco Pereira Leme.
A palavra Inhangá é um termo de origem indígena, que, conforme Teodoro Sampaio, é uma alteração da palavra Anhangá, que significa mau espírito, alma errante ou espírito que anda vagando.
O morro do Inhangá foi parcialmente demolido, na década de 1920, quando a Prefeitura da cidade interligou as duas partes que constituíam a avenida Nossa Senhora de Copacabana, até então separadas pelo morro.
Em 1934, o costão rochoso do morro que dava para a avenida Atlântica também foi parcialmente cortado para a construção da piscina do Copacabana Palace Hotel. Este costão foi demolido afinal em 1951, para a construção dos edifícios Chopin, Balada e Prelúdio.
Hoje resta apenas uma parte do morro próxima à praça Cardeal Arcoverde.
No início do século XX, foi aberto o logradouro do mesmo nome em Copacabana, reconhecido pelo Decreto Municipal no. 1.165, de 31 de outubro de 1917.