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Fotos e Brindes

Fala Vizinho

Terezinha Sodré

Por Renata Moreira Lima

De volta, definitivamente ao Brasil há dois anos, a atriz e apresentadora Terezinha Sodré começou a leitura do novo espetáculo com o grande amigo Fernando Reski. Foi atriz mirím da TV Tupi. Gosta de samba e adora carnaval! “Até já cantei músicas carnavalescas em um disco”, conta. Foi eleita Rainha dos Artistas e teve como consorte o ator Tony Ramos. E quem não se lembra da Terezinha no júri do Cassino do Chacrinha? Recentemente fez parte do júri do Mais Brasil. Mas não é só isso, Terezinha Sodré está em todos os eventos e é quase uma recordista em fotos com celebridades. O segredo está “na habilidade de apresentadora, por isso gosto tanto de cobrir eventos, faço piadas e gosto de deixar o entrevistado à vontade”, afirma Terezinha, que tem um programa em uma emissora na Flórida, nos Estados Unidos, onde morou por 12 anos. Agora ela abriu as portas da casa dela para receber o Jornal Copacabana. Confira a entrevista.

Você trabalha como atriz desde oito anos de idade. Antes de se mudar para os EUA, estava fazendo novelas na televisão.
Nasci em São Paulo, mas sempre freqüentei o Rio. Desde menina fazia trabalhos lá e aqui.
Minha última novela antes de me mudar foi em 1992, “Gente Fina”, da Rede Globo. Depois disso fui para a Flórida em 1994 cobrir a Copa do Mundo pelo programa De olho na Copa, da extinta TV Manchete. Eu tinha acabado de fazer a minissérie Anos Rebeldes. Foi quando uma produtora de lá me convidou para fazer um programa mostrando o que acontecia aqui no Brasil. A proposta era levar entretenimento para os Brasileiros residentes nos Estados Unidos. Daí continuei. Sou a mais antiga apresentadora de 7 de Setembro fora do Brasil.
Mas sou louca por um palco! Meus amigos brincam que fico lá em cima como se estivesse fritando ovo na cozinha! Super à vontade! Acho que, por isso, faço muitos eventos. Apresento o Dia do Brasil (Brasilian Day) todo ano em Nova Iorque.
No casamento com o Carlos Alberto (Torres) tive acesso ao meio esportivo e gostei muito. Fiz coberturas em Copas e Olimpíadas, o que foi muito bom para mim, deu bagagem para mais eventos. Se eu soubesse que era tão boa nisso, era só o que teia feito na vida! (risos)

Mas então você não seria atriz?
Atriz é um sacerdócio. Você tem que estudar muito... Se vai fazer um caixa de supermercado, tem que trabalhar com isso para compor o personagem, se for um figurão também. E, no meu caso, trabalhei como manicure para a minha personagem em Água Viva e foi um sucesso! Adoro ser atriz. Na verdade não poderia ser apresentadora sem ser atriz. Sem contar que é uma profissão abençoada: você pode trabalhar dos oito aos 80 anos... (risos).

Então não entendi.
É confuso. Na verdade acho que me arrependo um pouco de ter ficado tanto tempo nos estúdios em longas novelas, quando poderia ter ficado mais tempo nos programas de entrevista.

Então você não pensa em voltar para a telinha?
Estou cuidando da minha vida burocrática no momento, mas faria personagens de televisão, não discrimino emissora. Gosto do trabalho que estão fazendo. Estou com meu programa na WRN, nos Estados Unidos. Faço grandes eventos e mando o material para eles. Gosto de colocar clipes de músicas brasileiras além das entrevistas, fazer um mix. Não posso falar que estou realizada porque ainda não morri! (risos). Além do que me sinto uma celebridade de Copacabana! (risos).
Sou recompensada cada vez que vejo minhas fotos e citações nos livros de televisão. É sinal de que tenho uma história e uma importância na tv brasileira. Fico triste porque para estar na mídia hoje, você tem que ser ex-BBB, ter algum problema conjugal... Essas coisas que não estou passando... (risos) Consigo ser “low profile”! (risos).
O importante é seguir trabalhando...
Pois é. E sabe do que mais, fiz três playboys, todas fora da era photoshop! (risos) Estou sempre bem humorada, sempre feliz, consigo rir do melhor e do pior! (risos).
E teatro?
Isso estou sempre fazendo! O último foi Amores Virtuais. Levei para a Florida o espetáculo Marido – Matriz e Filial. Tenho sorte porque, graças a Deus, todos os meus espetáculos ficam muito tempo em cartaz!
Fernando (Reski), a atriz de São Paulo Liliana Ventura e eu estamos montando um espetáculo para viajar pelo Brasil. A peça é Perfume Francês, mas vamos mudar o nome, ainda estamos pensando. Já começamos a leitura. É só aguardar um pouco para as apresentações.

Armando Bogus, Teresinha Sodré e Lima Duarte:Sucesso no teatro com Bonifácio Bilhões

E a relação com Copacabana?
Amo Copacabana, gosto de fazer tudo a pé e aqui tem essa possibilidade. Falo com o jornaleiro, o mendigo da minha rua, pago um “joelho” para ele... minha vida é simples. Adoro a Casa Pedro, o Xodó de Minas, a Galeria Menescal, o Shopping Cidade Copacabana... Gosto dessa proximidade das coisas aqui em Copacabana.
Para mim, ir à Barra é um evento! (risos).

Com tantos eventos, você consegue ficar em casa?
Amo ficar aqui. Vou para a cobertura... Um verdadeiro Fala Vizinho! Logo ali, mora o Carlinhos de Jesus, mais à frente, o meu médico... Conheço meus vizinhos e nos damos tchau! É muito engraçado! (risos).
Ainda em casa, leio textos de teatro e assisto a programação da madrugada.
Além disso adoro o que se refere a neurolinguística. Dizem que hoje se tem acesso a muita informação ao mesmo tempo. Eu adoro isso! (risos). É uma filosofia: divido a vida entre evitar o sofrimento e procurar o prazer!

Você é super elétrica, não é? Tem algum momento que consiga parar?
Tem. Venho para o terraço em dias de lua e fico conversando comigo mesma. Adoro fazer isso...