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Clique abaixo e ouça Harold Emert

http://www.youtube.com/watch?v=9iDux5cF4sQ
http://www.youtube.com/watch?v=1cJtfiCYFC0&mode=related&search=

 

Harold Emert: tem oboé no choro

 

Harold EmertHarold Emert é o primeiro oboísta e solista da Orquestra Rio Camerata, solista, compositor e arranjador para a Companhia de Dança Deborah Colker e escreveu, arranjou e executou para a trilha sonora do filme Duas Vezes com Helena.
Morador de Copacabana, Harold nasceu em Nova York, onde começou a estudar música aos nove anos de idade. Aprendeu a tocar saxofone, clarineta e piano, se apaixonando, mas o fascínio veio mesmo com a descoberta do oboé.
“Após passar por testes que revelaram meu ouvido musical, fui colocado em aulas de música dentro da escola em que estudava”, conta Harold. “Devido a problemas com os incisivos centrais, fui aconselhado por meu dentista a tocar o oboé, por sua embocadura dupla, que passei a usar também para o sax e clarineta”, completa.
A primeira composição do artista veio aos 13 anos de idade. Mais tarde entrou para a Queens College onde conquistou a graduação de bacharel em música e literatura Inglesa.
Após a faculdade, o mestrado em 1965.
Harold conquistou espaço e foi o primeiro oboísta na orquestra do Conservatório.
Mas a vida de músico não era fácil e Harold tinha que trabalhar como jornalista em Nova York para se manter financeiramente (atividade que pratica até hoje). “Não queria abandonar meus estudos musicais, então continuei com as aulas de oboé, Beethoven e arranjos para corais, além de cantar no coral regido por Gregg Smith”, conta.
Ao longo da Carreira Harold Emert tocou na American Symphony Orchestra regida por Leopold Stokwski, no Radio City Hall, na Broadway, para a Gilbert and Sulivan Company, para o grupo russo Balalaika, num quinteto de sopro e madeira. Foi professor de oboé em Kinhaven Music Camp, foi o primeiro oboísta na Savannah Symphony, no estado da Georgia, na África do Sul. Tocou com solistas como o pianista Alfred Brendel, Bruno Gelber e Alicia Larrocha, entre outros.
Da África do Sul para Israel. “Fiz uma prova de seleção para Filarmônica de Israel e toquei com a orquestra de câmara de Israel sob regência de Gary Bertini”, diz. Dali Harold seguiu para a Holanda onde se correspondeu com Heinz Hollinger (em Friburgo) recebeu o convite para ser seu primeiro aluno americano. “Quando recebi a graduação em Friburgo, fiz prova de seleção para o Maestro Isaac Karabtchevsky e aceitei o convite de entrar para a Orquestra Sinfônica Brasileira no Rio de Janeiro como primeiro oboísta”, conta.
O encontro com o Brasil rendeu a relação que dura 24 anos, incluindo performances com maestros como Kurt Masur, Sanderling, Lorin Maazel e Rotropovich, solistas como o flautista e regente Jean-Pierre Rampal, os pianistas Nelson Freire, Jacques Klein, Ingrid Haebler, Marta Argevitch e Claudio Arrau, e violinistas Boris Belkin e Nina Bellina, e o trompista Barry Tuckwell.
Simultaneamente ao trabalho na OSB, lecionou na Universidade Gama Filho, no Pro Arte Seminário e na Escola de Belas Artes de Curitiba.
Apaixonado por música brasileira, incluiu BraziIian Concertino (oboé, cordas, percussão e piano) nas mais de quarenta composições até hoje.
Os trabalhos de Harold são executados no exterior (Philadelphia Free Library, no New York Spanish Theater e pelo conjunto de sopro New York Kammermusiker)
Desenvolveu os recitais solo durante os anos no Brasil.
Com mil facetas, Harold gravou o Cd Tem Oboé no Choro e encontrou tempo para participar de discos gravados no Brasil, como Imbricata de Esther Scliar, gravada pela Funarte, Trio de Bruno Kiefer, As Nove Bachianas e Coro nº 6 de Villa Lobos, gravado com Isaac Karabtchevsky, Brazil Project Batuk de Gehard Hetzendorfer, Nação de Eduardo Camenietzki, Da Renascença ao Jazz de Art Metal Quinteto, Falange Canibal de Lenine, Brazilian Music for Oboe and Piano da International Double Reed Society, com Maria Lúcia Godoi, Milton Nascimento, Rita Peixoto, Carlos Fuchs e Olívia Hime, no âmbito da música popular brasileira.
Ilustres Alunos de Harold: Alex Klein, Primeiro oboísta da Sinfônica de Chicago, Fernando Thé, Primeiro oboísta da Orquestra do Estado do Paraná, Lia Gandelman, trompista da Orquestra do Teatro Municipal, e Ricardo Rodrigues, professor na Rochscule fur Musik em Berlin e ex-primeiro oboísta da Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.