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Invasão Desordenada
Até quando vamos ter que aturar os abusos das autoridades? Para quê pagamos impostos? Para ver as autoridades que deveriam estar zelando a coisa pública e atendendo aos anseios da população usar o dinheiro público não só para negociatas e jogos de poder, mas para sua ganância e luxúria?

 

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Geraldo de Andrade

 

D. João VI no Brasil.
E os artistas?

Pois é, com pompas e circunstâncias, o Rio comemora os 200 anos da chegada da família imperial portuguesa ao Brasil, fugindo das hordas de Napoleão. Sorte nossa porque acabamos sendo o único país sul-americano que teve um reinado; pena porque o jeitinho brasileiro acabou por expulsar nossa monarquia e a transformou nessa república cheia de...O leitor sabe de quê.
Estranho que na programação oficial não se tenha dado destaque aos artistas e artesãos que integraram a chamada Missão Artística Francesa de 1816, convocada pelo marido de Dona Carlota Joaquina para não só dar um cunho de civilidade ao Rio de Janeiro dos oitocentos e, ao mesmo tempo, estabelecer as bases do ensino das belas artes entre nós.
Com exceção de Debret, por demais lembrado, por ter fixado pelo desenho e a pintura cenas do cotidiano carioca de então, os outros ficaram no esquecimento. Há mesmo os que afirmam que a tal missão era um amontoado de artistas desempregados a procura de trabalho numa região que se tornava conhecida na Europa pelo exótico de sua paisagem tropical e seu gentio.
Mas, como cada um interpreta a data como quer, ou dela tira vantagens, é bom lembrar que uma boa iniciativa seria relançar obras pioneiras como A Missão Artística de 1816, de Afonso D’Escragnolle Taunay, da década de 30, e A Missão Artística Francesa de 1816, de Jean Marie Bittencourt, essa última publicada por ocasião do IV Centenário do Rio, em 1964. Seria uma boa oportunidade para se estudar o período (controverso) entre a arte que já se esboçava no país e a outra trazida pelos gringos.
IMPORTANTE SABER QUE:
Os indefectíveis patrocínios chamados culturais estão cada vez mais despersonalizando nossa cultura. Teatros, cinemas, prêmios em vez de homenagearem nossos ícones de cada setor levam, agora, a logomarca de quem patrocina, ou seja, de quem fornece a grana. No futuro, ninguém vai saber quem foi Juracy Camargo, Oduvaldo Vianna, Dina Sfat, nem tampouco Oscarito, Cardem Santos, Heitor dos Prazeres, Di Cavalcanti ou Djanira, para citar alguns poucos do meio de tantos valores expressivos. Vejam o teatro do MAM. Ninguém se lembrou do arquiteto nem de sua idealizadora.Lamentável.
MARTHA POPE, conhecida por ter mudado a feição dos selos brasileiros, está expondo desenhos na Livraria Leonardo Da Vinci, no centro. Importante ver.
CÉSAR ROMERO, o bem conhecido pintor baiano, faz parte da coletiva “Faces do Realismo”, em São Paulo, e conquistou o Prêmio Mário Pedroza, da Associação Brasileira de Críticos de Arte, pela sua trajetória de mais de 40 anos como artista.

Galeria Artur Fidalgo - Arte Contemporânea