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A praia de Copacabana em foto de Eryck Machado

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Quiosques I
Gostaria de Parabenizar pela matéria “Quiosques da maldição à glória”, de Milton Teixeira, até por que não conhecia a história dos quiosques, apesar do presidente da empresa ter conseguido vencer na vida através da sua primeira carrocinha de cachorro quente instalada no Quebra Mar em 1962 e passado 46 anos conseguir fazer parte da história através dos Novos Quiosques.
Nos sentimos muito orgulhosos.
João Marcelo Barreto @orlario
Canto da Poesia
Principais Batalhas da 2ª Guerra Mundial

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Fotos e Brindes

Somente no Brasil existe algo assim, contemplando os 192 países da ONU.
Vale a pena dar uma olhada e guardar em Favoritos.

http://www.ibge.gov.br/paisesat/

 

American Airlines SkiClub

CLIQUE E VEJA O MAPA DA TEMPORADA DE SKI NOS EUA (USA)2008/2009

Apresentação de quatro estações de esqui que passam a fazer parte do programa.
São elas: Telluride, Steamboat, Winter Park e Copper Mountain – todas do estado do Colorado.
Elas vão se juntar as participantes Aspen, Snowmass, Vail, Beaver Creek, Breckenridge e Keystone, do Colorado; Heavenly, de Nevada; Park City, The Canyons e Deer Valley, de Utah, e a Jackson Hole, de Wyoming.

Vejas as fotos:

Estão abertas as inscrições para a 1ª etapa do Circuito Estadual de Surf de Peito 2008.

http://www.bodysurfing.com.br

Bodysurfer: José Roberto "Nego" (Atleta da Rocinha)- Fotógrafo: Wilson Alves

 

Ano passado foi realizado o Circuito Carioca, que como o próprio nome sugere se ateve as praias da orla Carioca.
Tivemos a grata surpresa de ver atletas de outro municípios mostrarem um alto nível técnico durante a competição.
Daniel Ferreira o “Papel”, de Macaé,  foi o vice-campeão do Circuito. Sua colocação na competição e dedicação ao Esporte
despertou o interesse da FESPORTE de Macaé que passou a patrocinar o atleta.

Diante disso foi impossível  não pensar em dar um passo a frente. A ACSP começou a planejar um Circuito Estadual para 2008
que se torna realidade a partir de Julho.

Para viabilizar o projeto foram contatados possíveis patrocinadores e apoiadores. As secretarias de Esporte de Macaé e Saquarema
se interessaram e disponibilizaram suas estruturas, para que as etapas do Circuito fossem realizadas em seus Municípios.
Apoiadores antigos, como a “Insane Wetsuits”, Kpaloa e Glazaver foram mantidos,  mostrando a confiabilidade em nosso trabalho.

O Circuito Estadual contará com 5 etapas:

ª Etapa do CESP – Copacabana (Posto 5) - Janela a partir de 12 de Julho de 2008.

2ª Etapa do CESP - Saquarema - Janela a partir de 16 de agosto de 2008.

3ª Etapa do CESP – Macaé - Janela a partir de 13 de setembro de 2008.

4ª Etapa do CESP - Itacoatiara (Niterói) - Janela a partir de 18 de outubro de 2008.

5ª Etapa do CESP – Ipanema (Posto 8 ) - Janela a partir de 23 de novembro de 2008.

Ao contrário de 2007, não haverão etapas de classificação. O Circuito será aberto a todos, sendo que os melhores colocados em 2007 serão “cabeças de chave”.

Bodysurfer: José Roberto "Nego" (Atleta da Rocinha) /Fotógrafo: Wilson Alves

Ricky de Souza | Diretor de Eventos | ACSP
+55 21 86045125

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A surfista Jaqueline Silva aderiu a campanha

Atletas doam sangue para dar exemplo de solidariedade

Surfista Doadora acontece pela primeira vez em São Paulo
O surf feminino vem crescendo a cada onda que passa. Prova disso, é o numero de meninas que se matriculam, independente da idade, em diversas escolas de surf espalhadas ao redor do planeta. Sempre dispostas a encarar a arrebentação e encontrar a onda perfeita, elas mostram, mais uma vez, que têm atitude. Agora, é para dar o sangue em amor ao próximo. Para doar sangue é necessário passar por um procedimento padrão. Ao chegar no ambulatório é realizado um teste de hepatite, depois a temperatura é medida, peso e altura anotados, e por fim é tirada a pressão. Logo em seguida, é feita uma entrevista, através de um questionário, para saber se a pessoa pode ser doadora.
Quem também já abraçou a causa foi a surfista profissional Jaqueline Silva, natural de Florianópolis, cidade onde a idéia nasceu com a Associação Catarinense de Surf Universitário. Dona de importantes títulos como vice-campeã do WCT, em 2002, e campeã do WQS, no ano anterior, a atleta é uma das incentivadoras da campanha Surfista Doador, ao lado de grandes nomes do esporte como Teco Padaratz, Fábio Gouveia, Jean da Silva, Andréas Eduardo, Xandi Fontes, Paulo Vilhena, Rodrigo Dornelles, entre outros.
Cuidados na hora de doar - O doador deve levar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação); estar bem de saúde; ter entre 18 e 65 anos; pesar mais de 50Kg; não estar em jejum; evitar alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação.
Além disso, existem alguns impedimentos temporários como febre, gripe ou resfriado, que é necessário aguardar por sete dias; gravidez após parto normal são 90 dias, já no caso da cesariana são 180 dias; amamentação, caso o parto tenha ocorrido há menos de 12 meses; uso de alguns medicamentos e pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis. Se a pessoa possuir tatuagem, só poderá doar após um ano em que foi realizada. Outro impedimento é a vacinação, o tempo pode variar de acordo com o tipo de vacina. Se a pessoa ingerir de bebida alcoólica no dia da doação, será impedida.
Existem também pessoas que nunca poderão doar. Este é o caso de quem possui hepatite após os 10 anos de idade; tem evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas; utiliza drogas ilícitas injetáveis e possui malária.
É necessário também fazer intervalos entre uma doação e outra. Os homens devem esperar 60 dias e podem fazer até quatro doações por ano. Já para as mulheres o intervalo é mais longo, 90 dias, as doações devem ser até três em cada ano. O alto rigor no cumprimento dessas normas visa oferecer proteção ao receptor e ao doador.
Sites relacionados à Campanha:
Fundação Pró-Sangue - www.prosangue.sp.gov.br
Hemosc - www.hemosc.org.br
Voluntários do Sangue - www.voluntariosdosangue.org.br
Blood Bank of Hawaii - www.bbh.org
Brazilian Cultural Center at University - www.bcchi.org

 

Wakeboard: pegue essa onda

Por Sandra Moura
Fonte: www.abw.com.br
Fotos: fotocom.net

Muitos atletas que praticavam surf passaram a ser amantes e atletas profissionais do Wakeboard. Há algum tempo atrás, os surfistas eram rebocados por um cabo de esqui aquático atrás de barcos, e até mesmo sendo puxados por carros na beira d‘água. Desde então, começou-se a usar pranchas menores.
No início da década de 80, em diversos lugares do mundo e inclusive no Brasil, algumas pessoas passaram a colocar alças para prender os pés em pranchas de surf. Em 1984, um surfista de San Diego chamado Tonny Finn desenvolveu o Skurfer - um híbrido de esqui-aquático e prancha de surf. Foi o primeiro shape de prancha desenvolvido especificamente para a hidrodinâmica de ser puxado por um barco ao invés de ser empurrado por uma onda. A prancha possuía as características de uma prancha de surf, porém menor e mais estreita e com fundo do esqui slalom (côncavo), e grande flutuação.

 

No verão de 1985, alças (ou footstraps) foram adicionadas às pranchas de mercado. O significado das alças não pode ser subestimado na evolução do wakeboard. As alças permitiram ir mais alto nas manobras. O Wakeboard passou a se parecer mais com o snowboard, mais dinâmico e fluido.
Em setembro de 1987 Roberto Pereira Leite, o Betinho, introduziu no mercado brasileiro uma cópia da Skurfer fabricada em São Paulo. Entre os primeiros praticantes brasileiros destacam-se o Betinho, Flavio Castello Branco e Luciano Balesteros.
Em pouco tempo, verificou-se uma grande quantidade de novos praticantes, e o wakeboard se firmou como um esporte próprio e forte , num fenômeno semelhante ao ocorrido com o Snowboard, nos esportes de inverno. As competições passaram a ser mais freqüentes e maiores, proporcionando a profissionalização dos melhores praticantes, e também impulsionando as fábricas de esquis-aquáticos e de materiais esportivos.

 

 

A eterna vontade de VOAR!

Por sandra Moura

O pára-quedismo, ao contrário do que muitos pensam, não é um esporte criado há pouco tempo. Na verdade, vem do eterno sonho do ser humano em estar nas alturas, assim como fazem os pássaros utilizando somente seu próprio corpo...
O pára-quedismo brasileiro vem crescendo muito nos últimos anos, com diversos pára-quedistas buscando especializações e melhores resultados técnicos, particularmente em centros de treinamento nos EUA.
Nos anos 80 foi inventado o salto duplo e desenvolvido o método AFF (Acelerated Free Fall - queda-livre acelerada), o que possibilitou a difusão do esporte. O pára-quedismo acabou virando um esporte de competições. Hoje, são várias modalidades, desde as mais tradicionais, como a Formação em Queda Livre, ao Freefly, Freestyle, Skysurf e outras que estão sendo praticadas e são desenvolvidas a todo momento.

Saltando pela 1ª vez
Quer se aventurar e fazer seu primeiro salto? O instrutor leva você num salto duplo fun, ou seja, um salto com uma única intenção: diversão, sem a necessidade de fazer um curso demorado.
As instruções de como se portar em queda livre são passadas em quinze minutos. O rápido treinamento se deve ao fato de o iniciante saltar preso ao instrutor, que é o responsável por todos procedimentos necessários até o pouso. Sendo assim é só relaxar e aproveitar o visual! Numa altura de 13.000 pés (4.000 metros), o aventureiro terá cerca de 45 segundos de queda livre e por volta de 5 minutos de navegação com o pára-quedas aberto.
Preço médio: R$ 350 - Incluindo filmagem
Fotos: www.boituvaparaquedismo.com.br

BASQUETE NO CESTO

Na década de 1960, o basquete já era um esporte de tradição no Brasil, principalmente no interior de São Paulo. Uma prima mais velha, de Piracicaba, contava que as famílias iam ao ginásio, com cobertores e garrafas de café ou chocolate, para assistir jogos do XV de Novembro, que na época tinha Pecente e Wlamir Marques, entre outros. Mas foi em 1971 que eu passei a prestar mais atenção à bola ao cesto, como alguns ainda o chamavam, o que, cá entre nós, seria a forma correta de denominá-lo por aqui ("beach soccer" para o futebol de areia, então, é o fim da picada!).
Os Jogos Pan-americanos de Cali, na Colômbia, eram a "bola da vez", com destaque para os times de basquete masculino e feminino.
A geração bicampeã mundial de Pecente, Rosa Branca, Wlamir Marques e outros já havia pendurado os tênis de cano alto, mas ainda havia Mosquito, que deu um show na final, provocando a quinta falta nos principais jogadores de Porto Rico. Nosso pivô era Emil Rached, que depois virou personagem de programas de humor, com seus incomensuráveis 2,25 m. Era só mandar a bola no "13º andar" que, se ele pegasse, bastava um giro para depositá-la na cesta.
Seus companheiros: Marquinhos, o incansável Ubiratan, o fantástico Hélio Rubens, o "mágico" Fausto (com suas incríveis cestas de fora garrafão, numa época em que elas ainda não valiam três pontos).
O feminino não ficava atrás, com: Norminha, Elzinha, Maria Helena & Cia.
Graças a eles o basquete ganhou a simpatia e a torcida dos brasileiros.
O que já estava bom ficou ainda melhor a partir do final da década de 1970, quando surgiu a geração de Marcel, Oscar, Adilson, Israel, Gerson, Pipoca... O feminino não ficou atrás e nos brindou com Hortência e Paula.
O auge do basquete masculino, no entanto, se foi com a aposentadoria deles, e há tempos estamos longe das Olimpíadas. Nossa seleção nunca mais conseguiu "acertar a mão"... Em compensação, o feminino, embora órfão de duas mães e, recentemente, de Janete, continua na luta!
O curioso é que nunca tivemos tantos jogadores na NBA, todos com destaque! Só que eles aparentemente não mostram muito interesse em defender o esporte de seu país. Parece que, também no basquete, a paixão abandonou a seleção brasileira. Problema de dirigentes? De jogadores? De ambos? Onde foi parar o espírito de Indianápolis?
Paradoxalmente, o voleibol brasileiro esbanja paixão, garra e superação! Apesar de serem vedetes internacionais e defenderem, regiamente pagos, clubes de outros países, Giba & Cia. demonstram um enorme prazer em quebrar recordes, ao som das exortações enérgico/energéticas de Bernardinho. Parece que, mesmo vivendo lá fora, o coração deles está aqui!
Existem muitos outros exemplos como o deles, em todas as áreas profissionais: brasileiros que buscam o mercado internacional para realizarem suas potencialidades, mas não perdem os laços de amor com o Brasil.
Bernardinho ajuda a manter acesa essa chama, no vôlei. Dunga trouxe, senão esperança, um pouco de seriedade ao nosso futebol!
E o basquete? De que vale ter tantos astros na NBA e não poder contar com eles?
Pois é... É preciso tirar nosso basquete masculino do cesto, e lhe ensinar de novo o caminho da cesta!

Adilson Luiz Gonçalves - Escritor, Engenheiro, Professor Universitário (UNISANTOS e UNISANTA)
Cursando Mestrado em Educação (UNISANTOS)
algbr@ig.com.br/www.algbr.hpg.com.br

 

SKATE - Sandro Dias é o campeão do Oi Vert Jam 2007

Por Sandra Moura

Vencedor do “Oi Vert Jam em 2002”, o tetracampeão do mundo Sandro Dias repetiu a proeza em 2007, no Parque dos Patins, na Lagoa Rodrigo de Freitas. Conquistando seu segundo título na competição que abre o Circuito Mundial deste ano. Bob Burnquist ficou com o segundo lugar.
No evento que aconteceu num domingão e reuniu cerca de quatro mil pessoas, Sandro ficou com duas medalhas de ouro: uma na disputa individual e a outra formando dupla ao lado do paulista Cristiano Mateus.
Cada skatista tem direito a três voltas de 45 segundos em uma final de campeonato. Foi a volta perfeita de Sandro que definiu sua vitória. O skatista foi mais alto e com a eficiência de sempre pontuando 90,7. Levou a melhor.

Sandro  Dias

A ascensão do kitesurf no Brasil

Atletas brasileiros se destacam em campeonatos internacionais
Texto: Samyra Fontes/Foto: Maurício Val/Fotocom.net

O kitesurf é um esporte aquático que vem crescendo cada vez mais no país. É uma mistura de windsurf com esqui, wakeboard, surf e vôo livre.
O praticante desliza sobre a água em uma prancha, puxado por uma pipa, impulsionada pelo vento. No mar ou no ar, de acordo com a velocidade do vento o atleta pode executar diversas manobras.
Inventado em 1985 por dois irmãos franceses: Dominique e Bruno Legaignoux, o kite só chegou ao Brasil na década de 90.
Hoje, o esporte vem ganhando adeptos no mundo inteiro e tornando amadores em atletas profissionais. É o caso da kitesurfista Caroline Freitas(foto), tricampeã brasileira em 2002, 2003 e 2004 e campeã sul-americana. Carol pratica kitesurf há cinco anos e meio e já conquistou vários títulos importantes na sua categoria.
Outro brasileiro que tem tudo para ser um dos tops do mundo é o carioca Reno Romeu de apenas 16 anos. Reno é considerado um dos melhores kitesurfistas da atualidade. Está em quarto no ranking brasileiro e entre os dez melhores do mundo. Na etapa do Piauí, pelo Campeonato Brasileiro de 2006, ele ficou em primeiro lugar desbancando atletas de ponta. Reno vai brigar por títulos nacionais e internacionais: “minha meta é conquistar o Sul-Americano e o Circuito Mundial desse ano”, afirma o carioca que já está pronto para as competições. Reno Romeu vai participar do Sul-Americano que vai ser realizado no dia 16 de Fevereiro, no Chile.
Vamos torcer para que um brasileiro suba no lugar mais alto do pódio.

 

 

 

Rodrigo Koxa parte para o Tahiti

Depois de um bom treino em Jaws ao lado de Romeu Bruno, big rider segue em busca do maior swell no arquipélago da Polinésia Francesa

Quem vive atrás das ondas gigantes não pára de viajar, e nem pode. Para evoluir no esporte e aumentar o nível de confiança, além do preparo físico para suportar montanhas líquidas, muitas vezes maiores que prédios de três andares, precisa estar onde essas vagas gigantescas aparecem. O big rider Rodrigo Koxa, de 27 anos, radicado na cidade de Guarujá (SP), tem se dedicado ao máximo para desbravar essas ondas. Após uma boa temporada no Hawaii, ele já está no Tahiti, a espera de um grande swell.

"Estou muito contente em poder surfar constantemente ondas grandes e com material de ponta. Eu sempre sonhei com isso", relata Koxa, que acumula viagens desde os seus 13 anos de idade para vários lugares como Puerto Escondido, no México, na Indonésia e para as ondas geladas de Mavericks, na Califórnia. Nesta última temporada havaiana, ele tirou a sorte grande. Foi treinado por Romeu Bruno, um dos big riders mais respeitados na modalidade, que iniciou grandes nomes como Carlos Burle, Eraldo Gueiros, entre outros, no tow-in.

“Romeu é o mais experiente de todos nós e sabe se impor diante do trânsito de jet-ski na hora de puxar para entrar na onda. Treinamos bastante em Jaws e abracei essa oportunidade com muita dedicação para fazer jus à experiência que ele já tem”, diz consciente. "Este ano, não rolaram ondas muito grandes como os mega swells de 70 pés, mas tivemos boas ondas com tamanhos consideráveis para lavar a alma”, continua Koxa que ficou nas ilhas havaianas por três meses. “Deu para surfar bastante em Jaws em mares de 40 pés e conhecer melhor essa onda”.

Para o experiente Romeu Bruno, de 42 anos, a parceria com o Rodrigo está em boa sintonia. “Temos personalidades que geram uma boa energia. A diferença de idade é positiva, ele está começando, sempre pilhado, me incentivando, mostrando respeito e dedicação. É sangue novo, tem surf e sabe pilotar”, analisa o mestre de olho no futuro. “Existe espaço para nós dois evoluirmos tanto no surf quanto na pilotagem. Apesar de ter mais experiência que ele, estou aprendendo muita coisa com o Koxinha dentro e fora d’água”, reconhece o tenente, ex-salva-vidas havaiano.

Poder surfar ondas gigantes com quem entende do assunto, onde o parceiro se torna peça fundamental para a segurança e a boa escolha das ondas, é o desejo de qualquer surfista. “Ele me ensina tudo. Até as coisas que já sei, ele me ensina de novo, do jeito dele. Eu sempre ouço atentamente. Aprendo muito nos resgates, pois ele é o cara que ensinou geral e dá cursos de resgate em jet-ski para o corpo de bombeiros do Brasil”, diz com orgulho o aprendiz, sabendo da importância dessa parceria. “Não vejo muito as pessoas elogiarem os pilotos de tow-in, mas todo mundo quer ter o melhor piloto”.

Já no Tahiti, Rodrigo Koxa se sente em casa. Contando com uma estrutura que montou no ano passado, com casa, carro, barco e jet-ski, ele tem tudo para esperar as maiores ondulações. "Quero outro mega swell em Teahupoo", desafia o big rider que passará mais três meses no arquipélago. Apaixonado pela onda que quebra em cima de uma rasa bancada de corais, ele torce para ter a mesma sorte de 2006. "Esperei seis meses para pegar aquele swell e foram os melhores dias da minha vida", recorda o atleta sobre as grandes ondas que surfou no começo do mês de outubro.

Disposto a representar o País entre os praticantes de tow-in, Koxinha sabe o tamanho da responsabilidade. “Cada vez mais amo o tow-in e a energia de surfar essas ondas. Essa modalidade não é brincadeira e é preciso treinar muito para, na hora do dia grande, não haver erros. O sucesso do tow-in é o entrosamento com muita harmonia entre o piloto e o surfista”, ensina.

Segurança em alto mar

Brasileiros realizam no Hawaii curso de navegação em jet ski

O número de surfistas dispostos a se aventurar em ondas grandes através do tow-in vem crescendo a cada ano. Apesar do uso de jet ski ser aconselhável somente em ondas em que o surfista não consegue entrar remando, muitos insistem em colocar em risco a vida de outras pessoas, quando o mar ainda oferece condições de surf de remada. Todavia, no Hawaii, o critério para a prática de tow-in é rigoroso.

Para praticar o esporte rebocado é necessário que o condutor do jet ski esteja devidamente habilitado e conheça os códigos de ética do tow-in. Para um seleto grupo de brasileiros big riders essa preocupação acabou. No último final de semana, dias 10 e 11 de fevereiro, foi realizado na ilha de Oahu, o curso de tow-in que permite a navegação em jet sky de forma segura e legalizada. O curso acontece somente três vezes por ano no Hawaii.

Ministrado por Sam Pa'e e Ian Masterson, da Association of Professional Towsurfers (APT), os brasileiros Alexandre Haigaz, De da Barra, Rodrigo Koxa, Daniks Fischer e Maria Bela, mais o californiano Antony Tashinick concluíram o curso e receberam o certificado. Agora, eles podem participar das competições de tow surf, onde é exigida a habilitação. A multa havaiana para quem pilota jet ski sem a carteira é de mil dólares.

Para o vicentino Daniks Fischer, que está no Hawaii há três meses, a conclusão era o que faltava para ele. "Finalmente pude fazer esse curso. Agora posso pilotar o jet ski tranqüilo, sabendo que estou adequado às leis e ao código de ética do tow-in". O jundianse, radicado no Guarujá, Rodrigo Koxa, também aproveitou bastante as aulas teóricas. ''Foi um curso bem produtivo, e ressalta a importância de respeitar mais o oceano'', diz o big rider.

Foto: Divulgação

Segundo Maria Bela, o curso serviu para tirar suas dúvidas. "Fiz bastantes perguntas e os instrutores foram muito atenciosos. Me dou por satisfeita", comemora. Para o paulistano Alexandre Haigaz, que faz dupla em Jaws com o argentino Daniel Silvagny, as aulas acrescentaram mais conhecimento. "Aprender nunca é demais. Os caras são muito bons e sempre tem uma coisinha nova para assimilar".

Jaws mostra sua força

Ondas gigantes proporcionam bom treino para
os brasileiros no primeiro swell do ano

Na última semana, entre os dias 23 e 24 de janeiro, a ilha de Maui, no Hawaii, recebeu a primeira grande ondulação do ano. Ondas que variavam de 30 a 40 pés de face quebraram sem parar no famoso pico de Jaws, considerado um dos mais difíceis e perigosos do mundo. Para surfar essas ondas oceânicas, somente surfistas preparados e bem treinados. Entre o grupo de brasileiros que despencaram ladeira abaixo, se encontra Rodrigo Koxa, que tem se dedicado ao máximo para alcançar o seu objetivo.

Aos 27 anos de idade, Koxa, ao lado de vários brasileiros, viu de perto o poder dessas ondas. “Esse último swell foi alucinante. Perdi as contas de quantas ondas eu peguei. Jaws está começando a mostrar o seu potencial e isso não tem preço. Agradeço a energia desse local”, vibra o surfista radicado no Guarujá, São Paulo, que já espera mais uma ondulação. “Hoje (dia 29), já está grande e com muito vento, mas o maior dia será nesta terça-feira. É adrenalina total”, avisa o big rider.

Em companhia de seus amigos, ele comemora as boas ondas. “A galera marcou presença no melhor estilo. Foram dois dias de surf de muita qualidade, os melhores da temporada até então. Todos os brasileiros presentes fizeram seu papel, apesar do crowd”. Entre eles estavam Romeu Bruno, Jorge Pacelli, Haroldo Ambrósio, Carlos Burle, Eraldo Gueiros, Chico Prado, North Shore, Yuri Soledade, Daniks Fischer, Alfredo Villas Boas, De da Barra, Cantone, Alexandre Haigaz e Andrea Moller.

Quem também festejou e muito as grandes ondas de Jaws foi Jorge Pacelli, 42 anos. “Estávamos esperando por esse swell há um tempão. Graças a Deus, ele chegou para alegrar a todos. Foi bem legal”, disse o guarujaense. Romeu Bruno, pioneiro na modalidade entre os brasileiros, endossa a opinião do amigo. “Esse swell serviu para aquecer a galera. Agora estamos na expectativa para essa próxima ondulação que já está chegando”, comenta o surfista que também acumula 42 anos de idade.

Para encarar o trânsito de jet-ski e manter a segurança, foi necessário organizar quem é que ia primeiro nas ondas. “Jaws já está um pouco saturado. Tinha muita gente na água, mas os brasileiros estão se reunindo e esquematizando uma ordem de prioridade de acordo com a chegada no outside”, explica Rodrigo. “Às vezes rola um estresse quando chega a série, mas a galera tem conversado no espírito de amizade, que é a real raiz do surf. Estão todos conscientes e priorizando algumas regras”.

Devido à dedicação de cada um deles e a vontade de superar as ondas de Jaws, os resultados positivos são visíveis. “Estamos bem focados nesta onda. Na minha opinião, os brasileiros foram os melhores dentro da água nesse último swell. Em cada temporada, percebo que eles estão mais focados no tow surf”, analisa Koxa, reconhecendo o valor de cada um. “Tenho visto ondas boas da galera toda. Entre os que se encontram aqui, são, com certeza, uma grande fatia dos melhores surfistas de tow-in do Brasil”.

Disposto a fazer parte desta seleta lista, Rodrigo Koxa vem recebendo orientações do mestre Romeu Bruno. “Romeu é o mais experiente de todos nós e sabe se impor diante do trânsito de jet-ski na hora de me puxar para entrar na onda. Temos treinado bastante e abraço essa oportunidade com muita dedicação para fazer jus à experiência que ele já tem”, promete feliz com a fase que está vivendo. “Estou amarradão por fazer parte dessa nata de big riders brasileiros. Sempre quis isso, estar surfando constantemente nessas ondas e ainda mais com essa galera black trunk”.

Brasil levanta a taça outra vez

Ilustração Amorim

A seleção canarinho venceu pela décima vez o Campeonato Mundial de Beach Soccer. Renovada, a equipe dos veteranos Junior Negão e Benjamin mostrou, mais uma vez, que o futebol brasileiro é uma potência também nas areias.

O evento teve apoio e organização da FIFA pelo segundo ano consecutivo, desde que a entidade internacional decidiu que seria a responsável pelo Futebol de Areia. Copacabana foi o palco da vitória sobre o vice-campeão Uruguai. O terceiro lugar ficou com a França e Portugal conseguiu apenas o quarto lugar.

O português Madjer, com 21 gols, ganhou a Chuteira de Ouro. O artilheiro da Copa foi eleito, pelo segundo ano consecutivo e conquistou a Bola de Ouro. Os brasileiros Benjamin e Bruno também foram premiados. Benjamin, com 12 gols, ganhou a Chuteira de Prata e a Bola de Prata; Bruno, com 10 gols, ficou com a Chuteira de Bronze e a Bola de Bronze.

Mais uma vez moradores e visitantes de Copacabana puderam acompanhar o mais importante campeonato da modalidade.

Teahupoo abraça Koxa

Assim que chegou ao arquipélago, Rodrigo Koxa surfou as maiores ondas ao lado de lendas vivas do tow in o big rider Rodrigo do Espírito Santo, de 25 anos, deixou o Brasil no último dia 7 de outubro. O destino foi o Tahiti, na Polinésia Francesa. Rodrigo Koxa, como é conhecido, está em busca de surfar as maiores ondas que surgirem em Teahupoo. A vaga assusta os mais experientes, devido a sua força e volume d’água que quebra a poucos metros de uma afiada bancada de corais. Apesar do risco, o surfista nascido na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo, está determinado em alcançar o seu objetivo.

Equipado com novas pranchas para a prática de tow-in (surf rebocado), feitas pelo seu shaper Alexandre Akiwas, que embarcou junto com ele, Koxa tirou a sorte grande. Nos últimos dias, a bancada recebeu mais um swell perfeito, grande e perigoso. “Foi um dos melhores momentos da minha vida. Nos últimos três dias, rolou um swell gigante e perfeito em Teahupoo”, vibra o brasileiro, que está em sua quarta temporada no Tahiti.

Desde o começo do ano, Rodrigo vem planejando essa viagem. No mês de abril, ele esteve no arquipélago e montou a estrutura que precisa para o seu desafio. Ao lado de seu parceiro de tow in, Vitor Faria, ele comprou um jet ski e um barco. “Investimos no que precisávamos. Hoje, temos uma boa estrutura no Tahiti. Conseguimos uma casa como base, que é de um amigo nosso, um carro novo, um barco e um jet ski potente”, revela.

Graças a essa estrutura, ele surfou as maiores ondas ao lado de lendas vivas do esporte. “Os havaianos Garrett MacNamara e Kealii Mamala, uma das duplas mais conceituadas do mundo no tow in, estão sem jet ski no Tahiti. Como o Vitor não veio, montamos um time”, comenta Koxa. Quem também se aliou à equipe foi o brasileiro Buzzy Mendonça, que é salva-vidas no Hawaii.

Segundo MacNamara, ele disse que nunca tinha visto Teahupoo quebrar por três dias seguidos, ondas perfeitas de 15 pés, que começou no domingo, dia 15. “Foram os dias mais inacreditáveis. Tive a oportunidade de ser puxado por um dos melhores surfistas do mundo”, diz satisfeito o jundiaiense. Nas ondas, Koxa usou uma prancha Akiwas, 5’5” de tamanho. “Ela está no pé, é muito boa”, comemora.

Em casa – Assim que chegou no Tahiti no mês de abril, Koxa planejava ficar até o mês de novembro. Infelizmente, não foi possível renovar o visto e permaneceu no arquipélago somente por três meses. De volta ao Brasil no começo do mês de julho, ele, por pouco não pegou outro grande swell que aconteceu no final do mesmo mês. “Tínhamos planos de voltar logo, mas não conseguimos o visto”.

Em casa, ele aproveitou para acertar as pranchas com o seu shaper. “Akiwas é um profissional da nova geração. Ele está fazendo um bom trabalho”. No intuito de estudar melhor as ondas de Teahupoo e acertar nas medidas dos foguetes, o shaper viajou para o Tahiti. “Existem pranchas boas para tow in, mas não há divulgação sobre as especificações. Por isso ele está comigo para colher essas tendências e informações”, comenta. Eles pretendem ficar no Tahiti até o mês de dezembro, indo em seguida para o Hawaii.

Raiz do surf – Acostumado a viajar pelo mundo atrás das maiores e melhores ondas, o big rider Rodrigo Koxa tem uma atração especial pelo Tahiti. “O pessoal do Tahiti é energia pura. Eles te vêem na rua e cumprimenta. É o Hawaii de 30 anos atrás”, compara.

Rodrigo do Espírito Santo nasceu na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo. Aos dois anos de idade se mudou para o Guarujá, litoral do Estado, e hoje é um dos grandes nomes da nova geração de surf de tow in. Além das temporadas no Tahiti, o atleta acumula várias outras no México, na Indonésia e no Hawaii, além das ondas geladas de Mavericks, na Califórnia.

Soberana dentro e fora da água

Dona de títulos almejados por qualquer surfista, Andrea Lopes é exemplo de superação e se mantém no topo

Quem é rainha nunca perde a majestade. A surfista Andrea Lopes, 32 anos, é exemplo disso. Pegando onda desde os treze anos de idade, ela se mantém na elite do surf nacional há anos. Campeã absoluta da primeira etapa do Super Surf, ela parte para a segunda, decidida a manter a liderança.

A carioca vem acompanhando o crescimento do esporte e vibra com os resultados. Para ela, circuitos como o da Petrobrás é um grande avanço na modalidade. "Esse Circuito é inovador e um dos maiores passos na categoria", comemora a atleta que tem contrato vitalício com a fábrica de blocos Bennett. Para ela essa evolução é fruto de muito trabalho, o interesse de meninas na moda surfwear e a procura da mídia. "É uma bola de neve, a tendência é crescer mais".

Com um currículo invejável, Andrea é dona de títulos que enchem os olhos de qualquer jovem surfista. Suas conquistas vão desde tricampeã brasileira profissional à campeã do WCT, na etapa do Rio de Janeiro. Por sua trajetória, a surfista tem servido de espelho para muitas meninas que descobriram o esporte mais tarde.

Tais de Almeida, 21, atual campeã do Circuito Petrobrás de Surf Feminino na categoria Profissional, e segunda colocada no Super Surf, é uma das jovens surfistas que tem Andréa como exemplo. Ela, por sua vez, sempre se espelhou em meninos, mas vê Tais como um dos grandes nomes do País. "Ela precisa correr o circuito mundial logo, não pode perder tempo. O Brasil é pequeno para nós que surfamos", aconselha.

Andrea disputou o seu primeiro circuito mundial com 17 anos. Nesse momento, ela percebeu que seu nível técnico estava bom, mas precisava aprender a competir. Os anos seguintes foram prova de seu amadurecimento profissional. A atleta chegou a entrar para as Top 16 e levava uma vida cada vez mais moderada. Muito exigente, ela entrou em um ritmo rigoroso de treino.

A surfista tinha horário para tudo, inclusive para comer. Essa atitude resultou em uma anorexia e uma crise estomacal. "Na época eu tinha 20 anos e minha auto-cobrança me esmagou", relembra. Por conta da doença, Andréa chegou a pesar 38 Kg e foi obrigada a ficar um ano e meio longe das competições. "Fiquei louca quando me proibiram de fazer o que eu mais gostava, mas isso fez com que eu resgatasse a minha força".

A profissional conta que a sua fase de recuperação foi diferente. Ela não estava mais focada em suas responsabilidade no circuito mundial, e sim nos seus valores de vida. "Saia para me divertir, namorava muito e surfava sem pressão", explica. Isso fez com que Andrea voltasse a seu peso rapidamente. "Cheguei a ficar um pouco acima, mas para recuperar precisei comer sem culpa e curtir a vida".

Com 60 Kg e de volta às competições, Andrea provou que nunca perdeu a sua soberania. Logo quando regressou às águas, foi campeã paulista e tetracampeã brasileira. Centrada, a carioca da gema mostrou que para ser rainha não bastam apenas grandes resultados. "Títulos são importantes, mas é conseqüência de dedicação, superação, humildade e principalmente cuidado com a saúde", alerta.

"As pessoas não acreditaram quando me viram de volta", se emociona. Hoje a atleta coloca a sua saúde em primeiro lugar e aprendeu a controlar a auto-cobrança. "Naquela época eu precisava buscar valores de vida e isso fez com que os resultados viessem naturalmente". Atualmente, Andréa tenta combinar três características: leveza, agilidade e força. "Tenho o que preciso: agilidade e explosão", explica.

Para manter a forma e o ritmo de treino, a profissional pratica musculação três vezes por semana, faz isometria, yôga, natação, alongamento e muito surf. Para a segunda etapa do Super Surf, que acontece entre os dias 24 e 28 de maio, Andrea diz que não mudou seu treino. "Só faço algo diferente quando tenho um intervalo longo entre as competições, isso será depois da etapa, não terei férias".

Caminho - A estratégia da carioca nos campeonatos é não criar expectativa. Ela procura se concentrar em cada dia, cada onda e cada bateria. "Procuro estar em paz para nada atrapalhar. Surfo em sintonia com a natureza procurando o que o mar tem a me dizer, o título é conseqüência", afirma.

Amante do mar, a atleta diz que não pensa em parar de pegar onda. "Paro de competir quando acabar o tesão por campeonatos, mas quero continuar surfando até morrer", avisa.

Andrea, que nunca sofreu preconceito por ser surfista, ensina: "Respeitar e ser respeitada sempre". Para ela foi normal praticar o esporte, mas percebe que sua vida tomou um rumo diferente da vida de suas amigas. "Converso com elas e vejo que umas são mães, outras têm trabalhos estressantes e o meu caminho não foi assim, porém, sou muito feliz no que faço", festeja.

Contar toda essa história de vida em um filme será o próximo desafio da atleta, que está em busca de parcerias. Atualmente, Andrea Lopes é patrocinada pela Bennett, Miss Sirena, LuiLui, BumBum Bikinis, Central Surf e apoio da Pro-Lite e Spoletto.

Volta ao mundo de bicicleta - Leia mais sobre a viagem

O Jornal Copacabana recebeu a visita de Mario Gerth, ciclista alemão que está dando a volta ao mundo. Saindo da Alemanha, Mario e Tornsten Büttner, seu companheiro de aventura, já passaram pela Rússia, Mongólia, China,Tibet, Nepal, Índia, Malásia, Indonésia, Austrália, América Latina.

O último trecho será agora, da Cidade do Cabo, na África do Sul, cruzando até o norte e dali para Itália e retornando à casa, quando se dedicará ao livro da aventura, com mais de 5mil fotos.

Perguntado sobre Copacabana, a idéia que Mario fazia era de uma praia deserta, paradisíaca, repleta de palmeiras, a realidade o assustou. Mesmo assim, gostou da diversidade encontrada. Mais informações no www.abgefahren2004.de

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HANDEBOL COPACABANA

Aulas com o Professor Sérgio Guimarães RMEC em Licenciatura Plena MEC - 18890

Na areia - Praia de Copacabana - Avenida Atlântica em frente a Rua Bolívar.

Quartas e sextas das 17:00 às 19:30 horas - Qualquer idade.

Aos sábados das 15:30 às 17:30 horas - Qualquer idade.