Depressão e Hipnoterapia
por Thelma Loures Barbosa

Freqüentemente estamos em contato com alguém ou algo que nos coloca de frente com a questão da depressão. Quem não conheceu ou ouviu falar de alguém que estava deprimido? Quantas vezes já dissemos que nos sentimos assim? Todo mundo já passou na vida por momentos difíceis, onde a tristeza e o desânimo apoderam-se de nosso interior e não sabemos o que fazer, parecendo que nos faltam forças para continuarmos a caminhar.
Mas como diferenciar uma fase de tristeza de uma crise depressiva? Equívocos nos diagnósticos em quadros de Transtornos de Humor podem ocorrer. Somente um profissional qualificado pode definir cada quadro clínico e direcionar adequadamente o tratamento.

A Depressão é uma doença que não deve ser ignorada, merecendo total atenção de profissionais, pacientes e familiares desde o momento que se instala. Sabe-se hoje que 15% dos casos clínicos podem chegar a uma tentativa de suicídio.
Existem dois tipos de quadros depressivos: a depressão situacional e a depressão endógena. A primeira, normalmente decorre de algum fator externo; perda de um ente querido, situações traumatizantes, etc. A segunda, é gerada por fatores fisioneurológicos. Mas ambas manifestam-se psicologicamente.
É aí que vem a necessidade da psicoterapia como tratamento. Os psicofármacos também entram em ação no tratamento desses transtornos. Uma das técnicas utilizadas atualmente pelos psicólogos para o tratamento da depressão é a
Hipnoterapia.
Através da Hipnose o paciente é incentivado, dentre outros aspectos, a:
• Compreender a importância do uso adequado da medicação.
• Conscientizar-se da necessidade de se envolver com o tratamento.
• Mudar de hábitos, adquirindo outros mais saudáveis.
• Relembrar de suas habilidades e até a desenvolver novas.
• Diminuir a ansiedade.
• Desenvolver expectativas para o futuro.
Mudando assim, sua rotina e comportamento.
Dessa forma, podemos dizer que para alguém que convive com a doença, um acompanhamento multidisciplinar com orientação psicológica e farmacológica pode trazer além de conforto, qualidade de vida, não somente para si como também para seus familiares.
Thelma Loures Barbosa é psicóloga CRP 05/30501
Contato: 9454-7276

Osteoporose e Menopausa - Uma combinação perigosa
Campanha de prevenção da osteoporose visa
diminuir riscos para a mulher na menopausa
A osteoporose é uma doença que enfraquece todo o esqueleto, atingindo principalmente as mulheres. Por volta dos 50 anos, a mulher entra na menopausa, então o hormônio feminino (estrógeno) deixa de ser produzido resultando no aceleramento do desgaste dos ossos. O risco para essas mulheres é alto. Estima-se que 50% delas poderão sofrer uma fratura por causa da doença. No Brasil, 18% das mulheres acima dos 50 anos têm osteoporose e outros 50% já começaram a apresentar osteopenia - primeiros indícios de perda de massa óssea. Preocupado com as graves conseqüências da doença que mata cerca de 200 mil pessoas anualmente, o Comitê de Osteoporose da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia), lançou a campanha “Vida é Movimento - Previna-se contra a Osteoporose” que visa informar e auxiliar na prevenção da doença.
No Brasil são mais de 20 milhões de pessoas que sofrem com a osteoporose. De cada quatro casos diagnosticados, três são do sexo feminino no período de pós-menopausa. Trata- se de uma doença silenciosa, que não tem sintomas aparentes, e só é descoberta quando está em fase muito adiantada ou quando ocorre a primeira fratura, indício principal da doença. Nas pessoas da terceira idade hospitalizadas em decorrência de uma queda, o risco de morte no ano seguinte à hospitalização varia de 15% a 50%, segundo dados da SBOT.
O período pós-menopausa é a última fase, até o fim da vida, do ciclo de menstruação da mulher. Aproximadamente, uma em cada quatro mulheres corre o risco de desenvolver a osteoporose nesta fase. O que ocorre é que há falta de estrogênio, hormônio feminino que é responsável por várias características que diferenciam a mulher do homem. Uma de suas funções é estimular o crescimento dos ossos que está em constante processo de renovação, por ser um tecido vivo. O processo de renovação ocorre durante toda a vida, mas quando a mulher tem esses hormônios diminuídos, o processo de desgaste dos ossos aumenta, podendo levar a doença. Quando a mulher chega à menopausa, a perda óssea a cada ano varia entre 1% e 5%, o que pode fazer com que no final de cinco anos, mulheres registrem perda superior a 25%, caracterizando a osteoporose pós-menopausa.
Fatores de risco que podem predispor à osteoporose
- Genético: Raça branca ou asiática, história familiar, baixa estatura e massa muscular pouco desenvolvida.
- Estilo de vida: pouca exposição solar, sedentarismo, baixa ingestão de cálcio, exercício excessivo levando a amenorréia (ausência de menstruação), tabagismo, alcoolismo, dieta vegetariana, alta ingestão de proteínas e cafeína.
- Ginecológicos: Menopausa precoce sem reposição hormonal, primeira menstruação tardia, retirada cirúrgica do ovário sem reposição hormonal, ligadura das trompas, retirada cirúrgica parcial do útero.
A Campanha
O Comitê de Osteoporose e Doenças Osteometabólicas lançou e tem divulgado a campanha “Vida é Movimento - Previna-se contra a Osteoporose” com o objetivo de informar e orientar toda a população quanto à Osteoporose e as doenças ligadas à saúde óssea populacional. O Comitê concentra na prevenção o principal foco de trabalho da campanha, e alerta que cuidados básicos com a saúde auxiliam na prevenção da doença. São atitudes simples como, a ingestão de alimentos ricos em cálcio, a prática de exercícios físicos e banhos de sol, além de evitar o fumo, as bebidas alcoólicas e a ingestão excessiva de café, desde a juventude. Estar atento aos fatores de risco e consultar sempre o médico ortopedista também são fatores chave para diagnosticar a doença e iniciar o tratamento. Em breve o Comitê lançará um site completo com a orientação de diversos profissionais da área, bem como um espaço exclusivo para tirar dúvidas da população e dicas de prevenção da doença.

Europa concede nova aprovação para o tratamento de hepatite C
Medicamento promoveu a cura da doença
em apenas 16 semanas em alguns subtipos do vírus da hepatite C
Uma nova estratégia para o tratamento de hepatite C renova as esperanças de pacientes com dificuldades de se adaptar às terapias de maior duração. O Comitê Europeu para Produtos Medicinais acaba de aprovar o tratamento de apenas 16 semanas de peginterferon alfa-2a (Pegasys) com ribavirina. Os beneficiados serão pacientes com os genótipos 2 e 3 do vírus causador da Hepatite C, o HCV. Mesmo com o tratamento mais curto, os pacientes terão todos os benefícios terapêuticos que a combinação dos medicamentos já oferecia na abordagem padrão, de 24 semanas.
“Trata-se de uma excelente notícia para as pessoas que sofrem com a doença”, informa o infectologista Rafael Sani Simões. O especialista e gerente médico da Roche também alerta que, para ter o benefício dessa nova abordagem, os pacientes precisam apresentar menor quantidade de vírus no sangue antes do início da terapia e resposta rápida ao HCV. Essa aprovação constitui ainda um marco importante dentro de um novo conceito terapêutico da Hepatite C, denominado “terapia guiada pela resposta”. Ou seja, cada vez mais os regimes são personalizados de acordo com a resposta do paciente durante o tratamento.
Com a aprovação do tratamento abreviado, a Roche também anunciou o lançamento de um novo estudo clínico, batizado de NCORE. O estudo irá avaliar se pacientes com os genótipos 2 e 3 do HCV, que não tiverem a chance de eliminar o vírus do sangue nas primeiras quatro semanas de terapia, devem ou não ter o tratamento estendido para 48 semanas. Esse estudo global envolverá 400 pacientes, de 90 centros, em sete países, incluindo o Brasil.
Sobre a hepatite C
A hepatite C, a mais comum infecção crônica veiculada pelo sangue, é transmite primariamente através de sangue e derivados. Em todo o mundo, há 180 milhões de pessoas com hepatite C crônica, com três a quatro milhões de novos casos de infecção por ano. 3 A doença é uma das principais causas da cirrose, câncer de fígado e insuficiência hepática, apesar da possibilidade de cura. É provável que, no futuro, a terapia da hepatite C exija combinações de novas drogas antivirais como o R1626 com o tratamento baseado em interferons peguilados, como o Pegasys.

Casais separados,
filhos traumatizados?
Bernardo Ivens
Quando somos crianças, aprendemos que as pessoas que mais amamos são nossos pais.
Aprendemos também a dizer não e tudo fica mais complicado neste universo multi-diversificado. Brigas e gritos às vezes povoam esses lares. Entretanto nada que não possa ser perdoado ou deixado de lado no dia seguinte.
Então um dia você descobre que seu pai irá morar em outro lugar. Aquela pessoa que você tanto ama fala meio sem jeito: -“ Meu filho(a), papai e mamãe vão ser amigos e a partir de agora terei que morar na casa de sua avó.Virei sempre aqui para brincarmos.”
A partir deste momento, aprendemos que a vida a dois é mais complicada do que imaginamos, que tudo pode acabar um dia, inclusive nossas esperanças em viver em família. O mundo parece desabar à nossa volta. Como administrar tudo isso? Como evitar que nossas crianças fiquem revoltadas, desamparadas?
Durante grande parte de minha vida profissional tenho estado com pais separados, casais que não acharam uma maneira alternativa de convivência pacífica. O principal fator de preservação da saúde mental de seus filhos, será o de podermos pensar neles como foco de nosso amor e não como um bem a negociar. Quanto mais pensarmos neles do que em nós, melhor será a nossa relação futura de pais e filhos.
Devemos entender que somos todos nós pessoas diferentes umas das outras, que cada um de nós tem uma maneira própria de reagir a separações. E é exatamente por isso que não existe uma fórmula mágica para esses momentos.
Tenho visto muitos casais vivendo juntos, mas já descasados há muito tempo.
Eles optaram por fingir um bom relacionamento para preservar a saúde de seus filhos.
Cabe aqui fazer uma observação: nem sempre isso é declarado entre eles. Apenas não se fala em sair da relação de casamento por motivos de tradição familiar (discriminação social, motivos financeiros, etc.) ou mesmo por dogmas religiosos (“até que a morte nos separe.”). Não seria mais fácil esses casais tentarem fazer uma terapia ou aconselhamento com profissionais especializados?Porque não se separar sem traumas?
O que realmente impede uma pessoa de passar por cima de seu orgulho e procurar ajuda?E os filhos? Será que essas crises permanentes justificam o amor que vocês dizem sentir por eles? Não esperem que eles cresçam acreditando nessas mentiras...
De novo partimos do zero para chegarmos a algum lugar; sabemos que o amor existe:
só não sabemos como alcançá-lo. Não seria lógico começarmos por nós mesmos? E se no passado alguém ou alguma coisa me atrapalhou para que eu fosse uma pessoa melhor? Será que sou justo ao impedir que o meu próximo seja feliz?
Se vamos tomar uma atitude madura, então iremos em direção a verdade. Com o tempo, nossos filhos descobrirão, apesar da dor, que não mentimos pra eles, que o nosso amor por eles, nossos filhos, não foi alterado, que nós os amamos, mesmo separados.
3026-2193 / 9553-6636/ bernardo_sf@hotmail.com

FONOAUDIOLOGIA
Como está sua voz?
Como saber se há problemas nessa área e se há necessidade
de uma ajuda específica de um profissional da voz e da fala?

O envelhecimento pode afetar a voz, assim como algumas doenças neurológicas que surgem com a idade, a exemplo da doença de Parkinson.
Dificuldades na voz podem afetar a comunicação verbal de algumas pessoas.
Uma providência inicial é saber se a pessoa responde afirmativamente algumas perguntas como as seguintes:
Sua voz mudou muito com o tempo?
Sua voz está mais fraca?
Sua voz está tremida?
As pessoas freqüentemente pedem para você repetir o que falou?
As pessoas têm dificuldade em entender o que você fala?
Você sente falta de ar quando fala?
Você nota que está falando embolado?
Você está falando mais rápido ou mais devagar?
Tem dificuldade de falar ao telefone?
Está engasgando às refeições?
Se um ou mais desses itens já chamou sua atenção para tais aspectos, então, isso se deve ao fato de haver um enfraquecimento ou má coordenação da musculatura da laringe, prejudicando sua voz, a fala e até a alimentação. Neste caso, você deve fazer exercícios para fortalecer a coordenação dos músculos da fala e da deglutição.
Fico algumas vezes surpresa, em minha prática no consultório, quando vejo a dificuldade de alguns pacientes em realizarem movimentos simples, como abrir a boca e colocar a língua para fora ou fazer movimentos labiais de contração como num beijo, ou sorriso, mostrando os dentes, ou dizer forte o som do “ah”. Observo que, em sua grande maioria, não têm os movimentos necessários à articulação da fala e da deglutição, e me pergunto por que teriam chegado a este ponto, sem perceberem uma tão desfavorável situação.
Acredito que seja o desconhecimento das funções do próprio corpo, ou má percepção corporal, o que deixa progredir tais sintomas sem atacar no início o seu desenvolvimento.
O fonoaudiólogo, especialista em comunicação, faz um levantamento das dificuldades específicas de cada paciente, no aspecto das musculaturas oral e facial, articulação, dificuldades de engolir, respiração durante a fala, voz, fala e escrita. Baseado nas dificuldades encontradas faz um programa de treinamento específico a cada paciente.
Sendo assim, gostaria de dizer que se isto acontece a você, uma ajuda profissional, acredito, vai fazer uma grande diferença em sua vida.
Fonoaudióloga Heloisa Miguens Araújo - Registro CRFª 0707
Rua Figueiredo Magalhães 286 / 903 Tel.: 2235-6208

Sua prótese inferior não segura?
Nós temos a solução!

A principal queixa do paciente que perdeu seus dentes inferiores é com relação a instabilidade de sua prótese total, resultado do processo natural de reabsorção óssea do rebordo alvelar. A má adaptação da prótese leva a uma diminuição na força da mastigação, problemas de dicção e medo de perder a prótese. Em casos extremos de perda acentuada do rebordo ósseo, uma ótima alternativa para dar estabilidade às próteses são os implantes.
Dentre as opções para instalação de implantes com finalidade retentiva, a utilização de dois implantes osteointegráveis com o sistema O-ring na região de caninos inferiores, trará estabilidade, proporcionando conforto e função a esta prótese, além de ser a alternativa mais econômica para a solução deste tipo de problema.
A cirurgia de instalação dos implantes é simples e rápida sendo que na maior parte dos casos é possível fazer uso imediato dos mesmos saindo o paciente com a prótese implanto retida imediatamente. A confecção das novas próteses é opcional.
Muitos pacientes pensam que doenças comuns na terceira idade são impedimentos para a cirurgia de instalação dos implantes. Nem sempre é assim. É evidente que necessitamos ter todos os parâmetros controlados e em casos mais delicados fazermos todos os exames necessários e um trabalho coordenado com o médico clínico do paciente.
No dia a dia da clínica percebemos que o resultado desse tipo de trabalho no paciente é fantástico, trazendo uma melhora física e psicológica sem igual. Caso você tenha alguma dúvida, entre em contato conosco.
Clique aqui e veja mais
CLÍNICA ODONTOLÓGICA ÊNIO LIMA
Av. N. S. Copacabana, 1066, cob. 2. Telefone: 2522-0651

Legendas Já
Marcelo de Carvalho Pedrosa iniciou uma campanha a favor da lei pela legenda em filmes nacionais para acesso dos deficientes auditivos a esses produtos culturais.
A iniciativa é importante, pois essa campanha é rara no Brasil, devido à falta de consciência sobre a questão do direito ao lazer para todos.
As pessoas ficaram sabendo e comentaram que nunca tinham parado para pensar nesse problema. É natural, para elas que ouvem, que o filme brasileiro não precise ter legenda em português.
“Quem é deficiente auditivo não entende os filmes brasileiros e os desenhos animados e até alguns telejornais, pois não os escuta completamente e eles não têm legenda”,conclui Marcelo.
legendanacional.com.br
contato@legendanacional.com.br
A sua adesão é muito importante!

Doação de órgãos
Santa Casa de São Paulo colocará no ar, a partir desta semana, um belíssimo filme criado pela Y&R. O Serviço de Captação de Órgãos e Tecidos da instituição depende da ajuda de voluntários para reduzir a fila de espera por transplantes no Brasil, atualmente com mais de 60 mil pessoas.
Acesse e divulgue o link
http://br.youtube.com/watch?v=RKNgesty3Qc&feature=related
A idéia é sensibilizar o maior número de pessoas possível para,
pelo menos, começarem a refletir sobre o tema!!!



SURDEZ INFANTIL
A criança é agressiva, distante e não consegue aprender?
Ela pode estar com problemas auditivos.
Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 5% das crianças sofram de perda auditiva nos primeiros três anos de vida. No Brasil, o problema aflige 6% das crianças com quatro anos de idade e de 3 a 4% das com sete anos apresentam achados audiológicos anormais, seis em cada 1000 crianças apresentam perda de audição (neurosensorial) ao nascimento, uma estimativa muito preocupante, levando em consideração que muitos dos sentidos ligados à formação infantil, passa pela audição. Menos de 20% dos casos, no entanto, a deficiência é detectada antes dos seis meses, comprometendo o desenvolvimento da criança.
Para o especialista Cláudio Coelho, otorrinolaringologista, professor da Universidade Estácio de Sá, as perdas auditivas não precisam necessariamente ser severa para produzirem prejuízos educacionais e econômicos. Até mesmo uma perda leve ou moderada poderá resultar numa dificuldade para ouvir, de forma plena as mensagens, levando ao aparecimento de problemas no desenvolvimento e integração das percepções. "Isso poderá desencadear sérios problemas de aprendizagem e afetarão o emocional da criança", explica Coelho.
Podemos classificar as perdas auditivas como congênitas (presentes no momento do nascimento) ou adquiridas (contraídas após o nascimento). Os problemas de aprendizagem e agressividade infantil podem estar ligadas a problemas auditivos, a construção da linguagem está intimamente ligada à compreensão do conjunto de elementos simbólicos que dependem basicamente de uma boa audição, ela é a chave para a linguagem oral, que por sua vez, forma a base da comunicação escrita.
Uma pequena diminuição da audição pode acarretar sérios problemas no desenvolvimento da criança, tais como: problemas afetivos, distúrbios escolares, de atenção e concentração, inquietação e dificuldades de socialização, trazendo desta forma a possibilidade da criança correr sério risco pedagógico e psicológico.
A surdez na criança pequena (zero a três anos) tem conseqüências muito mais graves que no adulto, o problema ultrapassa em grande parte, o contexto puramente ontológico, pois a audição é necessária para o desenvolvimento não somente da linguagem, mas, principalmente da inteligência.
Quando diagnosticar a perda da audição:
As perdas congênitas devem ser diagnosticadas ao nascimento, bem como aquelas adquiridas em períodos imediatamente subsequente ou durante o parto, por conta de alguns fatores de risco (ver quadro abaixo). O especialista recomenda que seja feita avaliação não somente nos casos de risco, mas que todos os bebes sejam avaliados antes mesmo da alta hospitalar, o mesmo procedimento deve ser feito para bebês nascidos fora da maternidade. "Esta avaliação deve ser feita no máximo até os três primeiros meses de vida. Se for detectada a deficiência auditiva no berçário, o bebê será encaminhado para tratamento, evitando problemas como dificuldade de socialização". Afirma Coelho.
As crianças em idade escolar, principalmente as que ficam em creches ou pré-escolas, devem ser observadas também pelas professoras, muitas dessas crianças tem problemas de audição que passa despercebido ou na pior das hipóteses é diagnosticado de forma errada.
Existem algumas maneiras simples de saber se a criança já possui problemas auditivos, como por exemplo: a professora que trabalha diariamente com a criança pode bater palmas próximo ao ouvido, falar baixo o nome da criança e observar se ela atende, usar alguns instrumentos sonoros (agogô, tambor, ou apito), batida forte de porta, na mesa e dessa forma poder avaliar a reação da criança.
Fique atento: Os indicadores abaixo são dados importantes na verificação de Perda Auditiva Sensorial ou Condutiva na infância.
NEONATOS (nascimento – 28 dias)
História familiar de perda auditiva.
Ø Presença ou suspeita de infecção intra-uterina (rubéola, sífilis, citomegalovirus, herpes e toxoplasmose).
Ø Anormalidades craniofactais (má-formação de pavilhão auricular, condutor auditivo externo, ausência de filtrum, implantação baixa da raiz do cabelo).
Peso ao nascer inferior a 1500 gramas.
Ø Hecterícia (nível de bilirubina muito alto) é indicado transfusão de sangue.
Ø Medicamentos ototóxicos (tóxicos para ouvido) como: aminoglicosideos: gentamicina, trabamina, kanamicina, estreptomicina, associados ou não a distúrbios de alça, tipo furossenida/lasix.
Meningite bacteriana.
ØAsfixia severa (ficar sem respirar por muito tempo - a criança fica roxeada).
Ø Ventilação mecânica por período igual ou superior a 5 dias.
BEBÊS (29 dias - 2anos)
ØPreocupação / suspeita dos pais ou creche com relação ao atraso no desenvolvimento da audição, fala ou linguagem.
Ø Meningite bacteriana e outras infecções com perda auditiva neurosensorial.
Ø Tombo, pancada, trauma na cabeça acompanhada de perda da consci6encia ou fratura de crânio.
Ø Estigmas ou sinais de síndrome que podem estar associados a perdas auditivas sensoriais e/ ou condutivas.
Ø Medicamentos ototóxicos (incluindo os agentes quimioterápicos e aminoglicosideos, associados ou não a diuréticos de alça).
Ø Otite média de repetição / persistente, com efusão por pelo menos três meses.
CRIANÇAS PEQUENAS (acompanhar até 3 anos)
Segundo o Dr. Cláudio Coelho, alguns bebês ou crianças pequenas podem passar na triagem auditiva, mas necessitam de monitoramento periódico da audição para detectar o aparecimento tardio da perda neurosensoriais ou condutiva. Crianças com os indicadores citados abaixo requerem avaliação pelo menos a cada seis meses até a idade de três anos.
Indicadores associados ao aparecimento tardio de perdas Neurosensorias (surdez irreversível).
Ø História familiar de perda auditiva na infância.
Ø Infecção intra-uterina (rubéola, sífilis, herpes, citomegalovírus e toxoplasmose).
Ø Neurofibromatose tipo II e desordene neurodegenerativas.
Indicadores associados ao aparecimento tardio de perdas condutivas (surdez reversível – tem cura).
ØOtite média de repetição (recorrente) ou persistente com afusão.
ØDeformidades anatômicas e outras desordens que afetam a função da tuba auditiva.
Ø Desordens neurodegenerativas.

Bulário - utilidade pública (ANVISA)
Se você perdeu a bula de um medicamento, não está entendendo o que está redigido, OU ENXERGANDO nada do que está escrito lá.....
Visite esse site: http://bulario.bvs.br/

ECS Rio Branco dá aulas de etiqueta para alunos surdos
A Escola para Crianças Surdas Rio Branco (ECS) atende e educa crianças surdas desde o diagnóstico da surdez, até a quarta série do Ensino Fundamental I.
Após essa fase, os alunos são incluídos em salas de aula regulares, até o fim do Ensino Médio, de escolas parceiras e do Colégio Rio Branco, com todo o suporte necessário, o que inclui o acompanhamento de tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras). Aos familiares dos alunos, é oferecido curso de Libras e todo suporte necessário para a compreensão do indivíduo surdo.
Desde o ingresso na escola - ainda bebês - passam a ter contato com usuários da Libras, para desenvolver a comunicação e linguagem compatível com a faixa etária e favorecer a futura escolarização. Como a proposta da escola é bilíngüe, o português escrito é aprendido como segundo idioma.
A formação oferecida pela ECS Rio Branco é ampla e inclui atividades como dança, teatro e esportes.
Desde o início deste ano letivo, a escola passou a ministrar "aulas de etiqueta", para que os alunos aprendam a se comportar em situações do cotidiano na escola, no restaurante ou em casa. As crianças aprendem como devem se comportar à mesa, como manusear talheres, que não devem utilizar bonés na sala de aula, que devem respeitar a fila e oferecer o lugar no ônibus para as pessoas mais velhas.
O trabalho de inclusão social de pessoas com surdez, desenvolvido pela escola, contempla todas as fases do desenvolvimento, desde a detecção da surdez - quando os bebês recebem os estímulos necessários (essencialmente visuais) e os pais toda a orientação para lidar com a situação -, até a formação no Ensino Fundamental I e a inclusão para a conclusão do Ensino Médio.
Além disso, as Faculdades Integradas Rio Branco e o Centro Profissionalizante Rio Branco - da mesma mantenedora da ECS e do Colégio Rio Branco -, também preocupadas em dar suporte à causa da surdez, disponibilizam intérprete de LIBRAS para todos os surdos que ingressarem em seus cursos.
As aulas de etiqueta, agora ministradas para as crianças até a quarta série, complementam e aprimoram o trabalho que já é desenvolvido há 30 anos.
Fundação de Rotarianos de São Paulo
Assessoria de Imprensa: Ricardo Viveiros - Oficina de Comunicação
Jornalista Responsável: Patrícia Ribeiro (MTb 29.495).
Tel.: 11-3675-5444; patricia.ribeiro@viveiros.com.br
Jornalista do Posto avançado: Marina Ramiro
11-3879-3156; assessoriaimprensa@frsp.org

Campanha contra o preconceito
no Dia do Idoso
Mais de15 milhões de pessoas sofrem com problemas
auditivos no Brasil
Cerca de 70% dos idosos com mais de 65
anos tem alguma perda auditiva
Como é comum usar óculos para corrigir algum
déficit visual, deveria ser comum usar um aparelho
de amplificação sonora para corrigir um
déficit auditivo. Porém, não é
exatamente assim que acontece. Muitas pessoas, por algum
preconceito ou receio, não reconhecem a necessidade
do uso do aparelho auditivo e relutam na hora de marcar
uma avaliação com o médico otorrinolaringologista.
Para mudar esse quadro, a Sociedade Brasileira
de Otologia (SBO), lançará no dia 27 de
setembro, Dia Nacional do Idoso, a 4ª Edição
da Campanha Nacional da Saúde Auditiva, cujo tema
será "Superar o preconceito, para resgatar
a auto-estima".
De acordo com a Sociedade Brasileira de
Otologia, dos quase 18 milhões de idosos existentes
no Brasil (equivalente a 10% da população),
12 milhões com mais de 65 anos sofrem de alguma
perda auditiva. Destes, 7 milhões necessitam de
próteses auditivas para amplificar o som.
Principalmente entre as pessoas idosas,
ainda existe certo constrangimento com esse tipo de deficiência.
O problema, que normalmente é associado à
senilidade, faz com que parte dos indivíduos na
terceira idade não admita que tenha falha na audição.
A questão estética também influencia,
entretanto, os avanços na tecnologia dos aparelhos
modificaram essa percepção. Novas técnicas
criadas agora permitem que a adaptação,
o conforto e o ganho de audição, sejam personalizados
para cada usuário.
Segundo o otorrinolaringologista e Presidente
da SBO, Dr. Luis Carlos Alves de Souza, as limitações
da surdez são bem maiores do que as da cegueira,
porque prejudicam, entre outras coisas, a abstração
do pensamento. "O idoso é isolado do convívio
social e não se sente muitas vezes à vontade
perante a família. Precisa aumentar o volume para
ouvir a televisão, não escuta a campainha,
não consegue participar das conversas, e acaba
se isolando."
O maior problema, é que geralmente
as pessoas só percebem que possuem alguma deficiência
auditiva quando ela já está em grau avançado.
Neste caso é necessário fazer uma consulta
com o otorrinolaringologista para detectar o tipo e o
grau da perda da audição. "A perda
se dá de maneira lenta e progressiva, a pessoa
só percebe quando começa a não ouvir
direito", disse o Dr. Luis Carlos Alves de Souza.
Além da questão da vaidade,
algumas pessoas pensam na dificuldade financeira. No entanto,
o que muitas pessoas não sabem, é que a
rede pública de saúde fornece o aparelho
de amplificação necessário. Outro
benefício oferecido pelo Ministério da Saúde
é a entrega do aparelho e o tratamento integral
às pessoas com essa deficiência.
Nesta nova fase, a Campanha Nacional da
Saúde Auditiva abordará, entre outros assuntos,
o impacto da poluição sonora e os abusos
do ruído excessivo na saúde auditiva dos
jovens brasileiros. A 4ª Edição dará
destaque também à surdez progressiva, que
tem grande incidência na população
de terceira idade.
Para o Coordenador Nacional da Campanha,
Dr. Marcelo Miguel Hueb, o principal objetivo é
mostrar para a sociedade que os danos auditivos têm
solução e podem ser prevenidos. "Mesmo
com os avanços tecnológicos, muitas pessoas
ainda têm preconceito com o uso dos aparelhos de
amplificação sonora. O tema da Campanha
deste ano objetiva mostrar para a população
que o uso deste pequeno aparelho corretivo pode melhorar
a qualidade de vida das pessoas com deficiência
auditiva". Para vencer essa batalha, a informação
será a arma mais efetiva.
SOS HOSPITAL GAFRÉE
E GUINLE
As crianças com AIDS do HOSPITAL
GAFRÉE E GUINLE precisam MUITO de:
LEITE EM PÓ INTEGRAL, CREME DE ARROZ, CREMOGEMA,
enfim ALIMENTOS
INFANTIS.
Atualmente também alimentos que ajudem a compor
a cesta básica.
Precisamos da sua ajuda! As doações podem
ser entregues
diretamente no Hospital, ou após contato com:Dona
Ana Maria (21) 2264-4920 HOSPITAL GAFRÉE E GUINLE
- Ambulatório da PEDIATRIA - RUA MARIZ E BARROS,
775/Térreo -Tijuca -Rio de Janeiro, Horário
de recepção das doações
das 9 às 13h
com Sr João/D.Ana Maria Não dá trabalho...
.
O QUE É CÂNCER
Câncer é definido como um grupo
de doenças que se caracterizam pela perda do controle
da divisão celular e pela capacidade de invadir
órgãos e tecidos, podendo se disseminar
para outras partes do corpo.
O que é Metástase?
Metástase é a disseminação
de células do câncer para outro local do
corpo.
Principal motivo de falha ao tratamento, sintomas e mortalidade
dos pacientes com câncer.
O que causa o Câncer?
Fatores externos: substâncias químicas,
irradiação, bactérias e vírus.
Fatores internos: hormônios, condições
imunológicas e heranças genéticas.
Os fatores causais podem agir em conjunto ou em seqüência
para iniciar ou promover o processo de formação
do câncer.
Em geral, dez ou mais anos se passam entre exposições
ou mutações e a detecção do
câncer.
Quais são os mais freqüentes?
Nas mulheres primeiramente o de mama e em segundo
o de pulmão.
Nos homens primeiramente o de próstata e em segundo
o de pulmão.
Principal causa de óbito por câncer é
o de pulmão.
Quais são os fatores de risco para o câncer?
Dieta
Fumo
Álcool
Ocupação
Hábitos Sexuais
Medicamentos Procedimentos Médicos
Poluição
Quais são as estratégias de prevenção
do câncer?
Prevenção Primária: evitar o
aparecimento da doença.
Prevenção Secundária ou detecção
precoce: detectar a doença o mais precocemente
possível.
Prevenção Primária
Onde podemos interferir?
Tabagismo
Dieta
Infecções
Obesidade e exercício físico
Exposição solar
Recomendações Gerais
Dieta adequada frutas e vegetais (3 ou mais
porções/dia), restrição de
gordura.
Atividade física regular.
Perder peso
Moderar ingestão de bebidas alcoólicas.
Parar de fumar.
Evitar promiscuidade sexual.
Vacina para HPV antes do início da vida sexual
ativa.
Exposição solar evitar sol
entre 10 e 14 h, utilizar protetor solar e chapéu,
buscar a sombra.
Quais são os principais tipos de tratamento?
Cirurgia - Remove o tecido tumoral do corpo. É
o principal procedimento para a grande maioria dos cânceres.
Geralmente realizadas no hospital, mas alguns tipos de
cirurgia podem ser realizados no consultório.
Os efeitos colaterais da cirurgia dependem do tipo de
cirurgia e da saúde do paciente.
Radioterapia
A radioterapia consiste na utilização de
radiações para destruir células tumorais.
Realizado no ambulatório de um hospital.
Sessões diárias, por quatro a cinco semanas
com duração poucos minutos.
Indolor
Tratamento localizado
Quimioterapia
Envolve a administração de uma combinação
de medicamentos para destruir as células do tumor.
Geralmente administrada através de uma injeção
endovenosa no braço, mas hoje existem também
drogas orais.
Os efeitos colaterais vão depender do tipo de quimioterapia
utilizada.
Cada sessão dura de uma a quatro horas e é
repetida em intervalos de uma a três semanas.
Tratamento sistêmico (atua em todo o corpo).
Hormonioterapia
Envolve a administração de uma medicação
que vai causar um bloqueio hormonal.
Mais utilizada em câncer de mama e de próstata,
mas também em outros tumores.
Os efeitos colaterais vão depender do tipo de hormônio
utilizado.
Tratamento sistêmico (atua em todo o corpo).
Terapia alvo específica
Novas drogas que trazem melhores perspectivas ao tratamento
do câncer.
Envolve a administração de uma medicação
que vai agir em um ponto específico da célula
tumoral (proteína, receptor).
São anticorpos e substâncias que interferem
na divisão e funcionamento da célula
tumoral.
Podem ser feitos combinados com quimioterapia ou isoladamente.
Os efeitos colaterais vão depender do tipo de droga
utilizada.
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