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O custo da obra pública é o luxo do cidadão
Mo Toledo

A Estação Cardeal Arcoverde do Metrô do Rio de Janeiro é um projeto inédito de integração entre engenharia, arquitetura e arte. A aventura dessa construção tem uma longa história. O arquiteto da obra, o João Batista, já tem muito chão nesses empreendimentos subterrâneos. Foi o autor do projeto inicial da estação central do Metrô de Bagdá, pra lá de Marrakesh. Foi ainda nos tempos do velho Saddam Hussein, Top Secret. Underground é um mal de família, o João é irmão do Zé, o do teatro Oficina, só por aí já se vê a cara da galera dessa turma de Araraquara. São uma grande família unida que se encontram aos domingos para celebrar a maior diversidade.
Em 1996 o João visitou uma exposição da obra da minha mãe, Amelia Toledo, no MASP; foi um projeto que eu concebi e realizei, junto com ela e o Claudio Telles, amigo de grata lembrança, desde a criação das obras novas até a montagem da exposição. Ali o João Batista teve a inspiração de agregar a arte concreta da dona Amelia ao seu trabalho de arquitetura. Mal sabia ele que ela, em seus tempos de juventude, trabalhara com desenho de projeto no escritório do célebre arquiteto Vilanova Artigas. A obra da Amelia é digna do nome Arte Concreta, pois a representação é pouco (ou quase nada) contemplada em sua concepção. A obra concreta tem outro vetor bem diferente da obra figurativa; a arte concreta revela os materiais ou está agregada ao conceito das matérias com que é realizada. No caso da obra de arte relacionada ao projeto de arquitetura isso pode querer dizer leveza nos tratamentos dados a uma cobertura e peso visual aos que se dão às bases das edificações.
Por que o espaço público costuma ser cinzento? A cor cinza é mais barata? Ou se parece mais com a cor de uma barata? A conversa entre arquitetura e arte pouco importa? Arte é um luxo particular da classe rica? Se o usuário do trem acha um mármore travertino no seu percurso o tal mármore se desvaloriza com essa má companhia? A companhia do Metrô investiu em um projeto ousado e deu nisso, numa estação diferente do tradicional padrão de acabamento banheirão. O povo merece ser contemplado com o que há de melhor.
Em obras de grande porte a qualidade da arte tem o custo diluído e o valor que se agrega se torna magnífico. O povo passa a ter a presença da arte no dia a dia e seu percurso é enriquecido com esse relacionamento; isso tudo sem que o custo da obra seja acrescentado por uma diferença significativa. Obra cara é a que se rouba. O que se emprega é investimento. O investimento na cara da cidade, para que ela também tenha valor. Ainda mais a cidade do Rio e a praia de Copacabana.
Copacabana tem a maior densidade populacional do Brasil e talvez do mundo. A turma se programa a vida toda para se aposentar e morar empilhada ali ao lado do mar cercada de todos os confortos da vida moderna; só faltava o Metrô. Mas o metro quadrado do terreno ali é caro porque todo mundo quer ir morar lá. Uma estação de Metrô ocupa um espaço que o tatuzão resolve na escavação; por isso a estação foi parar dentro da montanha.
O maior problema do João, quanto ao percurso dos usuários nos espaços era a grande distância entre as plataformas (de embarque e desembarque) e a praça Cardeal Arcoverde, acesso que se faz através de um longo corredor; chegar a Copacabana por um túnel cinzento ia dar muita depressão em muita gente de bem. Sendo assim, o João resolveu entrar de sola na arte. Falou com o irmão dele que era amigo da Amelia e fez, com o maior jeito mineiro, a proposta de parceria. A idéia dela foi imediata, imaginou uma lagarta colorida com pêlos pintores, que vai deixando seu rastro pelo furo que seu corpo perfurou. Outra idéia de grande valor se referiu ao vazio, ao que se retirou de lá, o granito da própria montanha; o mesmo que reveste o piso? É claro que os granitos provêem todos das barrigas das muitas montanhas do nosso solo natal. Sendo assim a passarela que leva de um canto a outro deveria ser revestida com a nobreza dos granitos mais bonitos que o nosso subsolo nos pode oferecer.
Houve apoio do governo e da direção do Metrô, apoio de empresas privadas e da empreiteira construtora, Andrade Gutierrez. Sabidas as contas o Sergio Andrade é sobrinho da Ligia Clark e tem a arte no sangue. A aventura principal foi com a fonte da entrada que infelizmente, até hoje, se encontra abandonada. Nem vou contar a via crucis mas peço a uma boa alma que tome uma providência. A pedra de quartzo rosa é uma imensa raridade dessa nossa natureza. É vidro feito por deus.
Um belo dia a Amelia, essa senhora artista, minha mãe, foi visitar um amigo em estado terminal, o Casemiro Xavier, em um quarto de hospital; ele transmitiu a ela um pedido do monge tibetano que via em sonhos: um palácio de cristal para ser a morada da alma dele. Amelia sonhou com a pedra boiando sobre a lâmina de água, com gotas d’água pingando, como se caíssem da rocha. O palácio está lá na praça, mas a praça é do povo? Quem é o povo? E quem o representa? Por que não se faz um lava pé para quem vem da praia? De quem é o espaço no aspecto de quem cuida? Cuidar é dever da associação dos moradores? Da prefeitura? É possível encontrarmos mecanismos para conservar a cidade dando a ela uma cara nova? Sei que a minha cara de paulista não é muito bem vista na rua Barata Ribeiro.
A beleza tem a virtude de atrair atenção sobre si; assim é Copacabana e o Rio de Janeiro, cidade em que a beleza faz parte da natureza, e da forma de ser carioca. Beleza é substantivo? Ou seria um adjetivo? Agregada ao projeto de uma obra a beleza faz parte da substância, da forma de sustentação à impermeabilização. A arte tem esse poder e pode perfeitamente se adequar ao funcional que se deseja em um espaço de uso intensivo onde passa muita gente e passará todo dia. Com certeza arte é um luxo, mas um luxo glorioso, para amenizar o lixo de tudo que é consumido. Os valores passageiros aqui foram invertidos; a arte faz parte daqui, os passageiros somos nós.
N.E:O artista plástico Cícero Dias (1903-2007), inaugurou em 1991, na estação Brigadeiro do metrô de São Paulo um painel de cerâmica.
Ao assinar disse: "Repito aqui, nestas paredes subterrâneas, a primeira manifestação artística do homem, que há milhares de anos deixava suas marcas nas paredes das cavernas".
Virgilio Rocha

Artur Fidalgo galeria
exposição do acervo até 30 de setembro de 2011
Albano Afonso
Carlos Bevilacqua
Claudio Paiva
Derlon Almeida
Deborah Engel
Edgard de Souza
Franklin Cassaro
Gabriel Centurion
Marcos Bonisson
Marta Jourdan
Michel Groisman
Sofia Borges
Vicente de Mello
Rua Siqueira Campos 143, 2º piso,
lojas 147/150 - Tel.: (21) 2549-6278
arturfidalgo.com.br

Gabriel Centurion
Passeio de Pandas, 2011
acrílica, spray e caneta de feltro sobre compensado de madeira

Gabriel Centurion Tosquera Art Decô 2009 esmalte acrilica spray e caneta de feltro sobre compensado de madeira 61 x 110 cm

Gabriel Centurion, 2008 - Homem Hiena
esmalte e spray sobre mdf 114 x 85 cm
Arte no metrô Cantagalo
Por Cláudia Magalhães

O arquiteto e ex-funcionário da RioTrilhos,
Urbano Iglesias, idealizou três lindos painéis em azulejos
que ocupam paredes dos mezaninos da nova Estação de
Metrô do Cantagalo. Os painéis possuem ao todo 2.400
azulejos, e levam para dentro da estação um pouco
da história e da atmosfera que cerca o bairro de Copacabana.
Confira em entrevista com o artista de que forma os painéis
foram produzidos.
Jornal Copacabana: Dois dos painéis possuem
referências não só da Mata Atlântica,
mas da natureza em geral. Por que esse tema foi escolhido?
Urbano Iglesias: Eu quis fazer uma referência a Mata Atlântica
porque este morro onde a estação está inserida
ainda tem remanescentes da Mata, e também pelo fato de atualmente
ela estar sendo muito depredada. E eu procurei plantas que fossem
características da Mata Atlântica, como a bromélia,
e também plantas que não são características
da Mata Atlântica, mas que são encontradas no mundo
inteiro, como o bambu, e a mostera, mais conhecida como costela
de adão.
J.C: Em um dos seus painéis você representa o significado
da palavra Cantagalo. Qual é a origem e o significado
dessa palavra?
U.I: A origem eu não consegui saber. Mas o nome sempre
foi dado a fazendas e a caminhos pelo Brasil a fora, e existe até
uma cidade no estado do Rio de Janeiro chamada Cantagalo. Além
disso, é uma palavra poética, pois o galo canta sempre
no início do dia, representando a vida que se renova.
J.C: Por que o azulejo foi o material escolhido para a pintura
dos painéis?
U.I: Porque o azulejo foi sempre usado integrado na arquitetura
brasileira e portuguesa, além de ser um material barato e
eterno. De uns tempos para cá ele caiu em desuso, e eu estava
tentando resgatar o azulejo. E integrado na arquitetura ele funciona
muito bem plasticamente.
J.C: Qual foi a técnica utilizada para pintar sobre os
azulejos?
U.I: O azulejo é pintado com uma tinta especial e depois
ele é levado ao forno, e aquecido por volta de 750ºC,
e desta forma a tinta fixa melhor no azulejo.
J.C: De que forma você pintou os painéis? E quanto
tempo você demorou para pintar cada um deles?
U.I : Os painéis são pintados horizontalmente.
Eu construí algumas mesas e os azulejos foram dispostos um
a um nelas para serem pintados. E os três painéis demoraram
dois meses para ficar prontos.
J.C: Você se inspirou em algum artista ou alguma obra para
produzir as pinturas?
U.I : Como arquiteto eu sempre gostei muito dos azulejos pintados.
Morei muitos anos em Portugal, e lá o azulejo é muito
usado até hoje, e eles sabem integrá-lo muito bem
na arquitetura. E talvez isso venha de todos esses anos que eu morei
lá.
J.C: Como você classifica a sua obra na Estação
de Metrô Cantagalo?
U.I : Moderna, porque os traços são contemporâneos,
mais livres.
J.C: A Estação Cantagalo possui um design moderno,
em sua opinião isso é positivo ou negativo para identidade
arquitetônica do bairro?
U.I : Acho que é positivo, e os painéis estão
muito bem integrados na arquitetura da estação.
J.C: No painel em que a palavra Cantagalo é
representada, existem dois textos. De que forma eles foram escolhidos?
U.I : Em livros sobre a cidade do Rio de Janeiro, e ambos são
textos históricos e muito interessantes.
J.C: Como você se sente com tantas pessoas vendo as suas
obras?
U.I : (Risos) Ah! Eu fico contente, porque tanta gente pára
para ver. É muito gratificante.
J.C: O metrô da praça General Ozório vai
começar a ser construído, você pretende fazer
algum painel para a nova estação?
U.I : (Risos) Se eles me convidarem, sim.
Outraciclagem Escultórica
Nem tudo o que sobra é lixo.
Quentinha hoje, escultura amanhã.
O escultor Franklin Cassaro representado no Rio de Janeiro por Artur Fidalgo traz uma proposta interessante para este verão: a outraciclagem escultórica.
A outraciclagem escultórica é a arte de transformar as embalagens dos produtos que consumimos diariamente em esculturas sem a utilização de cola, tinta ou qualquer outro material além do próprio “lixo” disponível.
Artur Fidalgo
Rua Siqueira Campos 143 2° piso ljs 147/150
Tel 55 21 25496278
Seg a sex. de 10h às 19h
Sab. de 10h às 14h




Patricia Fossoux
A procura da harmonia e do equilíbrio
Marchetaria de madeira e palha de trigo.
MIAN Brasil - Rua Cosme Velho, 561
Aberto ao público e convidados no dia 02 de dezembro, das 17h às 21h. Grátis!
Criada no Leblon e mais tarde radicada na França, a artista plástica Patricia Fossoux começou a trabalhar com tintas, passou para a terra, papel machê, mosaico de pedras e, enfim, a marchetaria, que enriqueceu com o brilho surpreendente da palha do trigo.
Para ela, o importante é seguir a intuição, “é a paixão que guia as emoções que dão a cadência, a vontade de criar e de ver mais longe. Procuro a harmonia e o equilíbrio em cada movimento”, afirma, e completa: “Meu trabalho é o reflexo da essência do meu ser, eco do meu coração”.
As palhas de trigo, aveia e sésamo sempre foram muito usadas em artesanato, porém sempre considerados material pobre. Nos séculos XVII e XVIII na Europa, passaram a ser usadas na decoração e no acabamento de móveis e objetos diversos, substituindo a madeira na marchetaria, e, competindo com as madeiras exóticas que encareciam o mercado.
Patricia escolheu a palha de trigo, pela capacidade de brincar com a luz. “Eu ignoro o uso da palha colorida. Gosto da monocromia da palha, eu a quero clara, dourada. Como gosto de diferentes essências de madeiras. É por isso que eu faço duas marchetarias: a de madeira e palha de trigo”, explica.
A diretora do MIAN – Museu Internacional de Arte Naif (o maior e o mais completo museu de arte naif do mundo), Jacqueline A. Finkelstein abriu as portas para Patricia Fossoux apresentar seu trabalho, sete quadros, um biombo (dois anos de trabalho) e caixas.
O museu possui cerca de 6.000 obras de artistas nacionais, de todos os estados do Brasil e de artistas de mais de 60 países, do século XV aos dias de hoje, registrando a história da arte naif no mundo.
O Museu foi criado pela Fundação Lucien Finkelstein e vive da bilheteria (R$10,00) o ingresso, de doações e promoções. Aproveite a exposição e saiba mais sobre a arte naif.

Artur Fidalgo
apresenta
Deborah Engel - “Paisagens Possíveis”
Rua Siqueira Campos 143 2° Piso ljs 147 / 150,
De 18 de Novembro a 18 de Dezembro de 2010.
Segunda a Sexta, 10h às 19h. Sábados de 10h às 14h.
Tel: 2549-6278 - contato@arturfidalgo.com.br - artufidalgo.com.br

A artista Deborah Engel inaugura, no dia 18 de novembro, no Artur Fidalgo, a exposição “Paisagens Possíveis”. A artista paulistana radicada no Rio de Janeiro, apresenta 18 fotos da série homônima. São “paisagens imaginárias” que misturam imagens contidas em revistas sobrepostas em cenas reais clicadas pela própria artista. Das paisagens sobrepostas surge uma terceira imagem, efêmera, que combina o real e o imaginário. Deborah apresenta ainda a vídeoinstalação “Lugares Possíveis”, um desdobramento da série fotográfica.
É assim que sobrepõe a imagem de senhoras inglesas, retirada de uma revista, com uma casa de um trabalhador rural em Minas Gerais. É assim, também, que une a foto de uma revista que mostra um caboclo cercado de suas galinhas na Amazônia, com um galinheiro no Rio de Janeiro.
No decorrer de sua carreira, Deborah foi se interessando pela transitoriedade, como um paradoxo ao registro fotográfico. Na série Tudo é passageiro (2009), fotografou usuários de transportes coletivos no Rio de Janeiro, com seus objetos pessoais e características próprias, durante o percurso que realizavam. A mesma preocupação é vista em outros grupos de trabalho, como Série em transe (2007).
“Em Paisagens Possíveis, procuro criar uma relação entre o ser e o estar, tanto do ponto de vista poético e simbólico quanto no aspecto formal do trabalho”, diz a artista. São paisagens efêmeras, que surgem de uma composição transitória entre a mídia (revista) e a paisagem. Através da fotografia, esta paisagem transitória se transforma em registro permanente”.



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Museu Histórico do Exército
Forte de Copacabana
Av Atlântica Posto 6, Copacabana / RJ
CEP 22070-020 / Tel: 2287-3781
Fax: 2522-4460
Visite nosso site:
rp@fortedecopacabana.com

ZAIRA ZAMBELLI
Curso de teatro em Copacabana
Estou
muito feliz com esta oportunidade de estar falando com vocês,
meus vizinhos de Copacabana, sobre o que mais amo na vida TEATRO.
O teatro sempre fez parte do meu cotidiano, seja estando no palco
, trabalhando como atriz, dirigindo ou sentada na platéia.
E como espectadora freqüento muito o SESC de Copacabana, que
é um belíssimo teatro, muito confortável e
com uma programação sempre de primeira. São
três espaços, que tem uma mesma característica,
que é a de apostar na vanguarda, lançar novos espetáculos
e novos talentos. Aliás, em matéria de salas de espetáculos,
nós de Copa temos o privilégio de termos também,
além do referido Sesc, a sala Baden Powell com seus shows
maravilhosos e um precinho camaradíssimo.Sem falar nos tradicionais
teatros Gláucio Gil e Vila Lobos.
Por tudo isso, é com enorme satisfação que
estamos inaugurando a sala de ensaios Zaira Zambelli, aqui no nosso
bairro na Av. Nossa Senhora de Copacabana 534 slj 203 , em frente
à praça Serzedelo Correia. Este novo espaço
destina-se a cursos de interpretação, infantil ( sábados
das 10h30min às 12h30min de 6 a 13 anos ) e adultos (14 anos
em diante sem limite de idade) com diversos horários , sendo
que uma nova turma começará a partir do dia 15-08
as quartas feiras das 16 às 18h para iniciantes adultos e
também uma nova turma para criação de textos
teatrais às quintas feiras das 18 as 20h. Maiores inf.(21)2235-7066
e www.cursosdeteatro.com .
Fazer
um curso de teatro não é só para quem quer
seguir esta carreira, mas para todas as pessoas que desejem aprimorar
sua capacidade de comunicação, promovendo o auto-conhecimento,
através da postura adequada, entonação da voz
e desinibição. São oito meses de duração
com certificado e montagem teatral.
Bem amigos vou me despedindo por aqui, desejando a todos muita criatividade,
inspiração e arte na vida. Venham fazer uma aula experimental
conosco, aguardamos sua visita.
Zaira Zambelli
Zaira Zambelli Produções Artísticas
Ltda.
www.cursosdeteatro.com
zairazambelli@cursosdeteatro.com
Tel. (21) 2235-7066/9925-0157

Teatro para Terceira Idade com Monique Lafond
OFICINA DE TEATRO NA IDADE DA SABEDORIA
no TEATRO GLAUCIO GIL Praça Arcoverde s/n.º /Copacabana
Objetivo: Resgate da auto-estima.
Proibido para menores de 40!
Com montagem teatral ao fim da oficina.
Período: 15 de Janeiro a 17 de dezembro de 2008
Dias: Terças-feiras / Manhã: 10.00 às 12.00h / Tarde: 14.00 às 16.00h
Quartas-feiras / Tarde: 15.30h às 17.30h
Valor: R$ 50,00 mensais /matrícula/2008: R$ 10,00
Informações: 21-2547.8226 / 9979.2302
Monique Lafond
www.moniquelafond.com.br
http://bloglog.globo.com/moniquelafond

Teatro Meninos de Luz
A ONG Solar Meninos de Luz atua há 23 anos na comunidade do Pavão Pavãozinho, e atualmente, trabalha com 400 alunos (da Creche ao Ensino Médio). Com a ajuda do BNDES, a entidade conseguiu construir o Teatro Meninos de Luz (o primeiro, dentro de uma comunidade) com capacidade para 400 espectadores.
Rua Saint Romain, 142 – Copacabana -Entrada: R$2,00 e R$1,00
Informações no telefone: 2205-4483

Galeria Anna Maria Niemeyer
Rua Maquês de São Vicente, 52/205 - Shopping
da Gávea
Tel. (21) 2239-9144
www.annamarianiemeyer.com.br

Um Riso em Decúbito de Don Rossé Cavaca
Gente Boa, Bruno Drumond
Existe Sexo Após a Morte, Adão Iturrasgarai
Nas melhores livrarias do ramo
o livro Um Riso em Decúbito, com prefácio de Helio
Fernandes. Com custo de 16,90, a edição vem com 10
centavos de troco. O humor fino e piadas inteligentes são
as marcas de Don Rossé Cavaca, que teve a segunda edição
lançada pela editora Desiderata. Editado em 1961 só
Deus sabe como (palavras do autor), o livro traz pílulas,
piadas curtas como Flagrei minha mulher me pegando em flagrante,
Sem querer foi falindo, falindo, até falecer
e Há milhares de notas falsas em circulação,
mas tão prestativas que conquistaram a confiança de
todos.
Os humoristas marcaram presença no relançamento do
livro de Don Rossé Cavaca na Livraria da Travessa ontem à
noite.
Os livros lançados
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