Depressão e Hipnoterapia
por Thelma Loures Barbosa

Freqüentemente estamos em contato com alguém ou algo que nos coloca de frente com a questão da depressão. Quem não conheceu ou ouviu falar de alguém que estava deprimido? Quantas vezes já dissemos que nos sentimos assim? Todo mundo já passou na vida por momentos difíceis, onde a tristeza e o desânimo apoderam-se de nosso interior e não sabemos o que fazer, parecendo que nos faltam forças para continuarmos a caminhar.
Mas como diferenciar uma fase de tristeza de uma crise depressiva? Equívocos nos diagnósticos em quadros de Transtornos de Humor podem ocorrer. Somente um profissional qualificado pode definir cada quadro clínico e direcionar adequadamente o tratamento.

A Depressão é uma doença que não deve ser ignorada, merecendo total atenção de profissionais, pacientes e familiares desde o momento que se instala. Sabe-se hoje que 15% dos casos clínicos podem chegar a uma tentativa de suicídio.
Existem dois tipos de quadros depressivos: a depressão situacional e a depressão endógena. A primeira, normalmente decorre de algum fator externo; perda de um ente querido, situações traumatizantes, etc. A segunda, é gerada por fatores fisioneurológicos. Mas ambas manifestam-se psicologicamente.
É aí que vem a necessidade da psicoterapia como tratamento. Os psicofármacos também entram em ação no tratamento desses transtornos. Uma das técnicas utilizadas atualmente pelos psicólogos para o tratamento da depressão é a
Hipnoterapia.
Através da Hipnose o paciente é incentivado, dentre outros aspectos, a:
• Compreender a importância do uso adequado da medicação.
• Conscientizar-se da necessidade de se envolver com o tratamento.
• Mudar de hábitos, adquirindo outros mais saudáveis.
• Relembrar de suas habilidades e até a desenvolver novas.
• Diminuir a ansiedade.
• Desenvolver expectativas para o futuro.
Mudando assim, sua rotina e comportamento.
Dessa forma, podemos dizer que para alguém que convive com a doença, um acompanhamento multidisciplinar com orientação psicológica e farmacológica pode trazer além de conforto, qualidade de vida, não somente para si como também para seus familiares.
Thelma Loures Barbosa é psicóloga CRP 05/30501
Contato: 9454-7276

Osteoporose e Menopausa - Uma combinação perigosa
Campanha de prevenção da osteoporose visa
diminuir riscos para a mulher na menopausa
A osteoporose é uma doença que enfraquece todo o esqueleto, atingindo principalmente as mulheres. Por volta dos 50 anos, a mulher entra na menopausa, então o hormônio feminino (estrógeno) deixa de ser produzido resultando no aceleramento do desgaste dos ossos. O risco para essas mulheres é alto. Estima-se que 50% delas poderão sofrer uma fratura por causa da doença. No Brasil, 18% das mulheres acima dos 50 anos têm osteoporose e outros 50% já começaram a apresentar osteopenia - primeiros indícios de perda de massa óssea. Preocupado com as graves conseqüências da doença que mata cerca de 200 mil pessoas anualmente, o Comitê de Osteoporose da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia), lançou a campanha “Vida é Movimento - Previna-se contra a Osteoporose” que visa informar e auxiliar na prevenção da doença.
No Brasil são mais de 20 milhões de pessoas que sofrem com a osteoporose. De cada quatro casos diagnosticados, três são do sexo feminino no período de pós-menopausa. Trata- se de uma doença silenciosa, que não tem sintomas aparentes, e só é descoberta quando está em fase muito adiantada ou quando ocorre a primeira fratura, indício principal da doença. Nas pessoas da terceira idade hospitalizadas em decorrência de uma queda, o risco de morte no ano seguinte à hospitalização varia de 15% a 50%, segundo dados da SBOT.
O período pós-menopausa é a última fase, até o fim da vida, do ciclo de menstruação da mulher. Aproximadamente, uma em cada quatro mulheres corre o risco de desenvolver a osteoporose nesta fase. O que ocorre é que há falta de estrogênio, hormônio feminino que é responsável por várias características que diferenciam a mulher do homem. Uma de suas funções é estimular o crescimento dos ossos que está em constante processo de renovação, por ser um tecido vivo. O processo de renovação ocorre durante toda a vida, mas quando a mulher tem esses hormônios diminuídos, o processo de desgaste dos ossos aumenta, podendo levar a doença. Quando a mulher chega à menopausa, a perda óssea a cada ano varia entre 1% e 5%, o que pode fazer com que no final de cinco anos, mulheres registrem perda superior a 25%, caracterizando a osteoporose pós-menopausa.
Fatores de risco que podem predispor à osteoporose
- Genético: Raça branca ou asiática, história familiar, baixa estatura e massa muscular pouco desenvolvida.
- Estilo de vida: pouca exposição solar, sedentarismo, baixa ingestão de cálcio, exercício excessivo levando a amenorréia (ausência de menstruação), tabagismo, alcoolismo, dieta vegetariana, alta ingestão de proteínas e cafeína.
- Ginecológicos: Menopausa precoce sem reposição hormonal, primeira menstruação tardia, retirada cirúrgica do ovário sem reposição hormonal, ligadura das trompas, retirada cirúrgica parcial do útero.
A Campanha
O Comitê de Osteoporose e Doenças Osteometabólicas lançou e tem divulgado a campanha “Vida é Movimento - Previna-se contra a Osteoporose” com o objetivo de informar e orientar toda a população quanto à Osteoporose e as doenças ligadas à saúde óssea populacional. O Comitê concentra na prevenção o principal foco de trabalho da campanha, e alerta que cuidados básicos com a saúde auxiliam na prevenção da doença. São atitudes simples como, a ingestão de alimentos ricos em cálcio, a prática de exercícios físicos e banhos de sol, além de evitar o fumo, as bebidas alcoólicas e a ingestão excessiva de café, desde a juventude. Estar atento aos fatores de risco e consultar sempre o médico ortopedista também são fatores chave para diagnosticar a doença e iniciar o tratamento. Em breve o Comitê lançará um site completo com a orientação de diversos profissionais da área, bem como um espaço exclusivo para tirar dúvidas da população e dicas de prevenção da doença.

Europa concede nova aprovação para o tratamento de hepatite C
Medicamento promoveu a cura da doença
em apenas 16 semanas em alguns subtipos do vírus da hepatite C
Uma nova estratégia para o tratamento de hepatite C renova as esperanças de pacientes com dificuldades de se adaptar às terapias de maior duração. O Comitê Europeu para Produtos Medicinais acaba de aprovar o tratamento de apenas 16 semanas de peginterferon alfa-2a (Pegasys) com ribavirina. Os beneficiados serão pacientes com os genótipos 2 e 3 do vírus causador da Hepatite C, o HCV. Mesmo com o tratamento mais curto, os pacientes terão todos os benefícios terapêuticos que a combinação dos medicamentos já oferecia na abordagem padrão, de 24 semanas.
“Trata-se de uma excelente notícia para as pessoas que sofrem com a doença”, informa o infectologista Rafael Sani Simões. O especialista e gerente médico da Roche também alerta que, para ter o benefício dessa nova abordagem, os pacientes precisam apresentar menor quantidade de vírus no sangue antes do início da terapia e resposta rápida ao HCV. Essa aprovação constitui ainda um marco importante dentro de um novo conceito terapêutico da Hepatite C, denominado “terapia guiada pela resposta”. Ou seja, cada vez mais os regimes são personalizados de acordo com a resposta do paciente durante o tratamento.
Com a aprovação do tratamento abreviado, a Roche também anunciou o lançamento de um novo estudo clínico, batizado de NCORE. O estudo irá avaliar se pacientes com os genótipos 2 e 3 do HCV, que não tiverem a chance de eliminar o vírus do sangue nas primeiras quatro semanas de terapia, devem ou não ter o tratamento estendido para 48 semanas. Esse estudo global envolverá 400 pacientes, de 90 centros, em sete países, incluindo o Brasil.
Sobre a hepatite C
A hepatite C, a mais comum infecção crônica veiculada pelo sangue, é transmite primariamente através de sangue e derivados. Em todo o mundo, há 180 milhões de pessoas com hepatite C crônica, com três a quatro milhões de novos casos de infecção por ano. 3 A doença é uma das principais causas da cirrose, câncer de fígado e insuficiência hepática, apesar da possibilidade de cura. É provável que, no futuro, a terapia da hepatite C exija combinações de novas drogas antivirais como o R1626 com o tratamento baseado em interferons peguilados, como o Pegasys.

FONOAUDIOLOGIA
Como está sua voz?
Como saber se há problemas nessa área e se há necessidade
de uma ajuda específica de um profissional da voz e da fala?

O envelhecimento pode afetar a voz, assim como algumas doenças neurológicas que surgem com a idade, a exemplo da doença de Parkinson.
Dificuldades na voz podem afetar a comunicação verbal de algumas pessoas.
Uma providência inicial é saber se a pessoa responde afirmativamente algumas perguntas como as seguintes:
Sua voz mudou muito com o tempo?
Sua voz está mais fraca?
Sua voz está tremida?
As pessoas freqüentemente pedem para você repetir o que falou?
As pessoas têm dificuldade em entender o que você fala?
Você sente falta de ar quando fala?
Você nota que está falando embolado?
Você está falando mais rápido ou mais devagar?
Tem dificuldade de falar ao telefone?
Está engasgando às refeições?
Se um ou mais desses itens já chamou sua atenção para tais aspectos, então, isso se deve ao fato de haver um enfraquecimento ou má coordenação da musculatura da laringe, prejudicando sua voz, a fala e até a alimentação. Neste caso, você deve fazer exercícios para fortalecer a coordenação dos músculos da fala e da deglutição.
Fico algumas vezes surpresa, em minha prática no consultório, quando vejo a dificuldade de alguns pacientes em realizarem movimentos simples, como abrir a boca e colocar a língua para fora ou fazer movimentos labiais de contração como num beijo, ou sorriso, mostrando os dentes, ou dizer forte o som do “ah”. Observo que, em sua grande maioria, não têm os movimentos necessários à articulação da fala e da deglutição, e me pergunto por que teriam chegado a este ponto, sem perceberem uma tão desfavorável situação.
Acredito que seja o desconhecimento das funções do próprio corpo, ou má percepção corporal, o que deixa progredir tais sintomas sem atacar no início o seu desenvolvimento.
O fonoaudiólogo, especialista em comunicação, faz um levantamento das dificuldades específicas de cada paciente, no aspecto das musculaturas oral e facial, articulação, dificuldades de engolir, respiração durante a fala, voz, fala e escrita. Baseado nas dificuldades encontradas faz um programa de treinamento específico a cada paciente.
Sendo assim, gostaria de dizer que se isto acontece a você, uma ajuda profissional, acredito, vai fazer uma grande diferença em sua vida.
Fonoaudióloga Heloisa Miguens Araújo - Registro CRFª 0707
Rua Figueiredo Magalhães 286 / 903 Tel.: 2235-6208

Sua prótese inferior não segura?
Nós temos a solução!

A principal queixa do paciente que perdeu seus dentes inferiores é com relação a instabilidade de sua prótese total, resultado do processo natural de reabsorção óssea do rebordo alvelar. A má adaptação da prótese leva a uma diminuição na força da mastigação, problemas de dicção e medo de perder a prótese. Em casos extremos de perda acentuada do rebordo ósseo, uma ótima alternativa para dar estabilidade às próteses são os implantes.
Dentre as opções para instalação de implantes com finalidade retentiva, a utilização de dois implantes osteointegráveis com o sistema O-ring na região de caninos inferiores, trará estabilidade, proporcionando conforto e função a esta prótese, além de ser a alternativa mais econômica para a solução deste tipo de problema.
A cirurgia de instalação dos implantes é simples e rápida sendo que na maior parte dos casos é possível fazer uso imediato dos mesmos saindo o paciente com a prótese implanto retida imediatamente. A confecção das novas próteses é opcional.
Muitos pacientes pensam que doenças comuns na terceira idade são impedimentos para a cirurgia de instalação dos implantes. Nem sempre é assim. É evidente que necessitamos ter todos os parâmetros controlados e em casos mais delicados fazermos todos os exames necessários e um trabalho coordenado com o médico clínico do paciente.
No dia a dia da clínica percebemos que o resultado desse tipo de trabalho no paciente é fantástico, trazendo uma melhora física e psicológica sem igual. Caso você tenha alguma dúvida, entre em contato conosco.
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CLÍNICA ODONTOLÓGICA ÊNIO LIMA
Av. N. S. Copacabana, 1066, cob. 2. Telefone: 2522-0651

Legendas Já
Marcelo de Carvalho Pedrosa iniciou uma campanha a favor da lei pela legenda em filmes nacionais para acesso dos deficientes auditivos a esses produtos culturais.
A iniciativa é importante, pois essa campanha é rara no Brasil, devido à falta de consciência sobre a questão do direito ao lazer para todos.
As pessoas ficaram sabendo e comentaram que nunca tinham parado para pensar nesse problema. É natural, para elas que ouvem, que o filme brasileiro não precise ter legenda em português.
“Quem é deficiente auditivo não entende os filmes brasileiros e os desenhos animados e até alguns telejornais, pois não os escuta completamente e eles não têm legenda”,conclui Marcelo.
legendanacional.com.br
contato@legendanacional.com.br
A sua adesão é muito importante!

Doação de órgãos
Santa Casa de São Paulo colocará no ar, a partir desta semana, um belíssimo filme criado pela Y&R. O Serviço de Captação de Órgãos e Tecidos da instituição depende da ajuda de voluntários para reduzir a fila de espera por transplantes no Brasil, atualmente com mais de 60 mil pessoas.
Acesse e divulgue o link
http://br.youtube.com/watch?v=RKNgesty3Qc&feature=related
A idéia é sensibilizar o maior número de pessoas possível para,
pelo menos, começarem a refletir sobre o tema!!!

SURDEZ INFANTIL
A criança é agressiva, distante e não consegue aprender?
Ela pode estar com problemas auditivos.
Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 5% das crianças sofram de perda auditiva nos primeiros três anos de vida. No Brasil, o problema aflige 6% das crianças com quatro anos de idade e de 3 a 4% das com sete anos apresentam achados audiológicos anormais, seis em cada 1000 crianças apresentam perda de audição (neurosensorial) ao nascimento, uma estimativa muito preocupante, levando em consideração que muitos dos sentidos ligados à formação infantil, passa pela audição. Menos de 20% dos casos, no entanto, a deficiência é detectada antes dos seis meses, comprometendo o desenvolvimento da criança.
Para o especialista Cláudio Coelho, otorrinolaringologista, professor da Universidade Estácio de Sá, as perdas auditivas não precisam necessariamente ser severa para produzirem prejuízos educacionais e econômicos. Até mesmo uma perda leve ou moderada poderá resultar numa dificuldade para ouvir, de forma plena as mensagens, levando ao aparecimento de problemas no desenvolvimento e integração das percepções. "Isso poderá desencadear sérios problemas de aprendizagem e afetarão o emocional da criança", explica Coelho.
Podemos classificar as perdas auditivas como congênitas (presentes no momento do nascimento) ou adquiridas (contraídas após o nascimento). Os problemas de aprendizagem e agressividade infantil podem estar ligadas a problemas auditivos, a construção da linguagem está intimamente ligada à compreensão do conjunto de elementos simbólicos que dependem basicamente de uma boa audição, ela é a chave para a linguagem oral, que por sua vez, forma a base da comunicação escrita.
Uma pequena diminuição da audição pode acarretar sérios problemas no desenvolvimento da criança, tais como: problemas afetivos, distúrbios escolares, de atenção e concentração, inquietação e dificuldades de socialização, trazendo desta forma a possibilidade da criança correr sério risco pedagógico e psicológico.
A surdez na criança pequena (zero a três anos) tem conseqüências muito mais graves que no adulto, o problema ultrapassa em grande parte, o contexto puramente ontológico, pois a audição é necessária para o desenvolvimento não somente da linguagem, mas, principalmente da inteligência.
Quando diagnosticar a perda da audição:
As perdas congênitas devem ser diagnosticadas ao nascimento, bem como aquelas adquiridas em períodos imediatamente subsequente ou durante o parto, por conta de alguns fatores de risco (ver quadro abaixo). O especialista recomenda que seja feita avaliação não somente nos casos de risco, mas que todos os bebes sejam avaliados antes mesmo da alta hospitalar, o mesmo procedimento deve ser feito para bebês nascidos fora da maternidade. "Esta avaliação deve ser feita no máximo até os três primeiros meses de vida. Se for detectada a deficiência auditiva no berçário, o bebê será encaminhado para tratamento, evitando problemas como dificuldade de socialização". Afirma Coelho.
As crianças em idade escolar, principalmente as que ficam em creches ou pré-escolas, devem ser observadas também pelas professoras, muitas dessas crianças tem problemas de audição que passa despercebido ou na pior das hipóteses é diagnosticado de forma errada.
Existem algumas maneiras simples de saber se a criança já possui problemas auditivos, como por exemplo: a professora que trabalha diariamente com a criança pode bater palmas próximo ao ouvido, falar baixo o nome da criança e observar se ela atende, usar alguns instrumentos sonoros (agogô, tambor, ou apito), batida forte de porta, na mesa e dessa forma poder avaliar a reação da criança.
Fique atento: Os indicadores abaixo são dados importantes na verificação de Perda Auditiva Sensorial ou Condutiva na infância.
NEONATOS (nascimento – 28 dias)
História familiar de perda auditiva.
Ø Presença ou suspeita de infecção intra-uterina (rubéola, sífilis, citomegalovirus, herpes e toxoplasmose).
Ø Anormalidades craniofactais (má-formação de pavilhão auricular, condutor auditivo externo, ausência de filtrum, implantação baixa da raiz do cabelo).
Peso ao nascer inferior a 1500 gramas.
Ø Hecterícia (nível de bilirubina muito alto) é indicado transfusão de sangue.
Ø Medicamentos ototóxicos (tóxicos para ouvido) como: aminoglicosideos: gentamicina, trabamina, kanamicina, estreptomicina, associados ou não a distúrbios de alça, tipo furossenida/lasix.
Meningite bacteriana.
ØAsfixia severa (ficar sem respirar por muito tempo - a criança fica roxeada).
Ø Ventilação mecânica por período igual ou superior a 5 dias.
BEBÊS (29 dias - 2anos)
ØPreocupação / suspeita dos pais ou creche com relação ao atraso no desenvolvimento da audição, fala ou linguagem.
Ø Meningite bacteriana e outras infecções com perda auditiva neurosensorial.
Ø Tombo, pancada, trauma na cabeça acompanhada de perda da consci6encia ou fratura de crânio.
Ø Estigmas ou sinais de síndrome que podem estar associados a perdas auditivas sensoriais e/ ou condutivas.
Ø Medicamentos ototóxicos (incluindo os agentes quimioterápicos e aminoglicosideos, associados ou não a diuréticos de alça).
Ø Otite média de repetição / persistente, com efusão por pelo menos três meses.
CRIANÇAS PEQUENAS (acompanhar até 3 anos)
Segundo o Dr. Cláudio Coelho, alguns bebês ou crianças pequenas podem passar na triagem auditiva, mas necessitam de monitoramento periódico da audição para detectar o aparecimento tardio da perda neurosensoriais ou condutiva. Crianças com os indicadores citados abaixo requerem avaliação pelo menos a cada seis meses até a idade de três anos.
Indicadores associados ao aparecimento tardio de perdas Neurosensorias (surdez irreversível).
Ø História familiar de perda auditiva na infância.
Ø Infecção intra-uterina (rubéola, sífilis, herpes, citomegalovírus e toxoplasmose).
Ø Neurofibromatose tipo II e desordene neurodegenerativas.
Indicadores associados ao aparecimento tardio de perdas condutivas (surdez reversível – tem cura).
ØOtite média de repetição (recorrente) ou persistente com afusão.
ØDeformidades anatômicas e outras desordens que afetam a função da tuba auditiva.
Ø Desordens neurodegenerativas.

Bulário - utilidade pública (ANVISA)
Se você perdeu a bula de um medicamento, não está entendendo o que está redigido, OU ENXERGANDO nada do que está escrito lá.....
Visite esse site: http://bulario.bvs.br/

ECS Rio Branco dá aulas de etiqueta para alunos surdos
A Escola para Crianças Surdas Rio Branco (ECS) atende e educa crianças surdas desde o diagnóstico da surdez, até a quarta série do Ensino Fundamental I.
Após essa fase, os alunos são incluídos em salas de aula regulares, até o fim do Ensino Médio, de escolas parceiras e do Colégio Rio Branco, com todo o suporte necessário, o que inclui o acompanhamento de tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras). Aos familiares dos alunos, é oferecido curso de Libras e todo suporte necessário para a compreensão do indivíduo surdo.
Desde o ingresso na escola - ainda bebês - passam a ter contato com usuários da Libras, para desenvolver a comunicação e linguagem compatível com a faixa etária e favorecer a futura escolarização. Como a proposta da escola é bilíngüe, o português escrito é aprendido como segundo idioma.
A formação oferecida pela ECS Rio Branco é ampla e inclui atividades como dança, teatro e esportes.
Desde o início deste ano letivo, a escola passou a ministrar "aulas de etiqueta", para que os alunos aprendam a se comportar em situações do cotidiano na escola, no restaurante ou em casa. As crianças aprendem como devem se comportar à mesa, como manusear talheres, que não devem utilizar bonés na sala de aula, que devem respeitar a fila e oferecer o lugar no ônibus para as pessoas mais velhas.
O trabalho de inclusão social de pessoas com surdez, desenvolvido pela escola, contempla todas as fases do desenvolvimento, desde a detecção da surdez - quando os bebês recebem os estímulos necessários (essencialmente visuais) e os pais toda a orientação para lidar com a situação -, até a formação no Ensino Fundamental I e a inclusão para a conclusão do Ensino Médio.
Além disso, as Faculdades Integradas Rio Branco e o Centro Profissionalizante Rio Branco - da mesma mantenedora da ECS e do Colégio Rio Branco -, também preocupadas em dar suporte à causa da surdez, disponibilizam intérprete de LIBRAS para todos os surdos que ingressarem em seus cursos.
As aulas de etiqueta, agora ministradas para as crianças até a quarta série, complementam e aprimoram o trabalho que já é desenvolvido há 30 anos.
Fundação de Rotarianos de São Paulo
Assessoria de Imprensa: Ricardo Viveiros - Oficina de Comunicação
Jornalista Responsável: Patrícia Ribeiro (MTb 29.495).
Tel.: 11-3675-5444; patricia.ribeiro@viveiros.com.br
Jornalista do Posto avançado: Marina Ramiro
11-3879-3156; assessoriaimprensa@frsp.org

Dentaduras fixas sobre
implantes...
Uma solução para as dentaduras
frouxas
A reabilitação oral por meio
de implantes osseointegráveis é uma forma
prática e segura de repor a falta de dentes, corrigindo
a estética bucal e a função mastigatória.
Artistas, executivos, profissionais liberais e empresários,
para os quais a aparência é necessária
e requisitada, têm-se beneficiado muito com essa
técnica revolucionária que vem sendo executada
e melhorada em seus mais de 40 anos de estudo, obtendo
uma grande taxa de sucesso nos dias de hoje. As técnicas
estão cada vez mais avançadas e permitem
ao paciente adquirir próteses fixas em até
72 horas. Para o sucesso do tratamento são fundamentais
habilidade, bom-senso e experiência profissional.
Hoje temos o conhecimento que o osso alveolar (osso que
envolve a raiz do dente) sofre reabsorção
devido à falta de estímulo após a
retirada do dente. Nos casos em que o paciente perdeu
dentes há muito tempo, associado ao uso da dentadura
frouxa (desadaptada) essa reabsorção
do osso que fica embaixo da gengiva é geralmente
maior, dificultando a confecção de uma nova
dentadura.
Os implantes possuem algumas etapas que devem ser respeitadas.
São elas :
1) CIRÚRGICA onde serão instalados os parafusos
dos implantes
2) PROTÉTICA onde serão colocados os dentes
fixados nos implantes.
Em alguns casos, préviamente ou em conjunto com
a etapa cirúrgica pode existir a necessidade de
enxertos ósseos (colocação de osso
na região que receberá implantes).
Antigamente era esperado obrigatoriamente de 4 a 6 meses
entre cada etapa para que os pinos de titânio se
integrassem ao osso. Hoje sabemos, através de estudos,
que a Implantodontia atual permite aos especialistas fazer
a reposição, no caso da falta de um ou mais
dentes, diminuindo o período de cicatrização
e reduzindo custos. Ou seja, pode ser feita a cirurgia
em um dia e a colocação da prótese
(dentes) em aproximadamente 2 dias, finalizando o tratamento.
Assim sendo, a carga imediata se firma como tratamento
viável, desde que a quantidade e qualidade ósseas
sejam suficientes, e preferencialmente se aplique o recurso
na região anterior de mandíbula (região
mentoniana ou queixo), onde normalmente se
encontra osso mais denso. A carga imediata requer menor
número de cirurgias, visto que o sistema tradicional
aguardaria um período de osseointegração
dos implantes, entre 3 a 6 meses. Com o tempo reduzido,
maior o conforto ao paciente. Trata-se de uma alternativa
de tratamento diante das opções disponíveis
para os pacientes sem dentes ou com poucos dentes, cuja
situação precária destes não
justifique mantê-los.
Dr Fernando Vinicius Vargas Brito
Especialista em prótese Dentária e pós
graduando em implantodontia
Dr. Anderson Tadashi
Especialista em prótese dentária, Mestrado
e doutorando em implantodontia

Campanha contra o preconceito
no Dia do Idoso
Mais de15 milhões de pessoas sofrem com problemas
auditivos no Brasil
Cerca de 70% dos idosos com mais de 65
anos tem alguma perda auditiva
Como é comum usar óculos para corrigir algum
déficit visual, deveria ser comum usar um aparelho
de amplificação sonora para corrigir um
déficit auditivo. Porém, não é
exatamente assim que acontece. Muitas pessoas, por algum
preconceito ou receio, não reconhecem a necessidade
do uso do aparelho auditivo e relutam na hora de marcar
uma avaliação com o médico otorrinolaringologista.
Para mudar esse quadro, a Sociedade Brasileira
de Otologia (SBO), lançará no dia 27 de
setembro, Dia Nacional do Idoso, a 4ª Edição
da Campanha Nacional da Saúde Auditiva, cujo tema
será "Superar o preconceito, para resgatar
a auto-estima".
De acordo com a Sociedade Brasileira de
Otologia, dos quase 18 milhões de idosos existentes
no Brasil (equivalente a 10% da população),
12 milhões com mais de 65 anos sofrem de alguma
perda auditiva. Destes, 7 milhões necessitam de
próteses auditivas para amplificar o som.
Principalmente entre as pessoas idosas,
ainda existe certo constrangimento com esse tipo de deficiência.
O problema, que normalmente é associado à
senilidade, faz com que parte dos indivíduos na
terceira idade não admita que tenha falha na audição.
A questão estética também influencia,
entretanto, os avanços na tecnologia dos aparelhos
modificaram essa percepção. Novas técnicas
criadas agora permitem que a adaptação,
o conforto e o ganho de audição, sejam personalizados
para cada usuário.
Segundo o otorrinolaringologista e Presidente
da SBO, Dr. Luis Carlos Alves de Souza, as limitações
da surdez são bem maiores do que as da cegueira,
porque prejudicam, entre outras coisas, a abstração
do pensamento. "O idoso é isolado do convívio
social e não se sente muitas vezes à vontade
perante a família. Precisa aumentar o volume para
ouvir a televisão, não escuta a campainha,
não consegue participar das conversas, e acaba
se isolando."
O maior problema, é que geralmente
as pessoas só percebem que possuem alguma deficiência
auditiva quando ela já está em grau avançado.
Neste caso é necessário fazer uma consulta
com o otorrinolaringologista para detectar o tipo e o
grau da perda da audição. "A perda
se dá de maneira lenta e progressiva, a pessoa
só percebe quando começa a não ouvir
direito", disse o Dr. Luis Carlos Alves de Souza.
Além da questão da vaidade,
algumas pessoas pensam na dificuldade financeira. No entanto,
o que muitas pessoas não sabem, é que a
rede pública de saúde fornece o aparelho
de amplificação necessário. Outro
benefício oferecido pelo Ministério da Saúde
é a entrega do aparelho e o tratamento integral
às pessoas com essa deficiência.
Nesta nova fase, a Campanha Nacional da
Saúde Auditiva abordará, entre outros assuntos,
o impacto da poluição sonora e os abusos
do ruído excessivo na saúde auditiva dos
jovens brasileiros. A 4ª Edição dará
destaque também à surdez progressiva, que
tem grande incidência na população
de terceira idade.
Para o Coordenador Nacional da Campanha,
Dr. Marcelo Miguel Hueb, o principal objetivo é
mostrar para a sociedade que os danos auditivos têm
solução e podem ser prevenidos. "Mesmo
com os avanços tecnológicos, muitas pessoas
ainda têm preconceito com o uso dos aparelhos de
amplificação sonora. O tema da Campanha
deste ano objetiva mostrar para a população
que o uso deste pequeno aparelho corretivo pode melhorar
a qualidade de vida das pessoas com deficiência
auditiva". Para vencer essa batalha, a informação
será a arma mais efetiva.
SOS HOSPITAL GAFRÉE
E GUINLE
As crianças com AIDS do HOSPITAL
GAFRÉE E GUINLE precisam MUITO de:
LEITE EM PÓ INTEGRAL, CREME DE ARROZ, CREMOGEMA,
enfim ALIMENTOS
INFANTIS.
Atualmente também alimentos que ajudem a compor
a cesta básica.
Precisamos da sua ajuda! As doações podem
ser entregues
diretamente no Hospital, ou após contato com:Dona
Ana Maria (21) 2264-4920 HOSPITAL GAFRÉE E GUINLE
- Ambulatório da PEDIATRIA - RUA MARIZ E BARROS,
775/Térreo -Tijuca -Rio de Janeiro, Horário
de recepção das doações
das 9 às 13h
com Sr João/D.Ana Maria Não dá trabalho...
Beber, fumar e se drogar,
é possível reduzir danos?
Magda Vaisman

Na alvorada do terceiro milênio, emerge
com força total um novo paradigma na abordagem
do tratamento e na prevenção do alcoolismo
e outras dependências, qual seja a estratégia
de redução de danos e de comportamentos
de alto risco dos transtornos relacionados ao álcool,
ao tabaco e às drogas. Sua prática consiste
em minimizar e/ou prevenir os comportamentos de alto risco
e as conseqüências adversas do consumo de álcool
e drogas, sem, contudo, num primeiro momento, objetivar
primariamente a abolição do consumo.
Assim, a nosso ver, também não faz mais
sentido uma dicotomia entre prevenção e
tratamento nos transtornos causado pelo uso indevido de
substâncias psicoativas, pois a própria Organização
Mundial de Saúde afirma não ser possível
esta distinção. A origem dos programas de
redução de danos remonta aos idos dos anos
90, a partir de experiências desenvolvidas nos países
baixos, diante da necessidade de controle da infecção
pelo vírus da AIDS. Executados os primeiros programas
de trocas de seringa entre os usuários de drogas
injetáveis e os programas de substituição
de uma droga por outra menos perigosa como no caso da
heroína pela metadona, que passaram a oferecer
várias alternativas no tratamento aos dependentes
químicos não visavam imediatamente a abstinência
total da droga como única meta aceitável,
mas sim sua substituição gradativa, de forma
quase que insinuante e até como uma estratégia
inicial para acolher o dependente, geralmente em situação
de isolamento, sofrimento e solidão.
Entretanto, esta proposta ainda é muitas vezes
mal interpretada ou entendida por certos órgãos
ou por profissionais especializados como uma defesa da
legalização do uso de drogas ou um incentivo
para aumentar o seu consumo, o que absolutamente não
é. Há que se esclarecer que a redução
de danos antepõe a visão estreita, belicosa
e autoritária baseada, sobretudo na repressão,
de setores do governo norte-americano que querem promover
uma verdadeira "guerra às drogas" alardeando,
como conseqüência, o lema de "tolerância
zero às drogas", numa batalha infindável
para a redução da oferta mundial de drogas.
Uma outra forma de defender este ponto de vista é
considerar como causa exclusiva da dependência química
o modelo de "doença" para uso de substância
drogas psicoativas, desconsiderando-se o panorama sociocultural
em que ocorre o consumo.
A opção pela redução de danos
constitui, em sua mais fina essência, numa proposta
em termos da saúde pública como a redução
dos agravos a saúde como outras tantas na área
de saúde coletiva, tais como as estratégias
de criação de cidades, municípios
e escolas saudáveis, cujo objetivo maior é
promover a saúde das pessoas de uma coletividade
através da comunicação intersetorial
e, principalmente, dar ênfase às ações
educativas para a população, de forma contextualizada,
naquele dado momento.
A redução de danos, adotada como política
de saúde pública para álcool e drogas,
em muitos países como a Austrália, Suíça,
Holanda, Canadá, mostrou ser efetiva, como nos
programas de trocas de seringas para reduzirem de fato
a disseminação da AIDS, havendo um reconhecido
êxito na minimização de danos para
os usuários de drogas injetáveis.
Por ser uma proposta pragmática e baseada na empatia,
na solidariedade e na participação comunitária,
a redução de danos foi também adotada
pela Coordenação Nacional de Doenças
Sexualmente Transmissíveis/AIDS do Ministério
da Saúde, desde 1995. Pois diante de uma taxa de
contaminação pelo vírus da AIDS de
cerca de 25% dos infectados que o são devido ao
uso da droga pela via endovenosa, há que se tomar
medidas factíveis ao invés de simplesmente
tampar sol com a peneira..
No entanto, a redução de danos pode ser
aplicada a outros comportamentos de risco tais como os
usuários de drogas legais como álcool e
o tabaco, abrangendo inclusive a violência doméstica,
o uso de armas de fogo, a ingestão excessiva de
comida e o jogo compulsivo. Um bom exemplo de uma estratégia
de redução de danos que foi aplicada com
êxito no Brasil foi a implantação
do Código Nacional de Trânsito, pois segundo
as estatísticas oficiais houve uma queda significativa
de acidentes de trânsito, motivada pelo uso exagerado
de álcool, o que fica expresso no lema estampado
em locais públicos: Quando dirigir não beba,
quando beber não dirija. Como conseqüência
fica claro nesta mensagem que não necessariamente
se deva proibir o uso do álcool, mas ensinar a
população, sobretudo aos nossos jovens como
e quando usá-lo.
Em suma propomos que em nosso país sejam estendidas
as estratégias de redução de danos
não só para os usuários de drogas
injetáveis, mas para os aos usuários de
outras drogas, principalmente nos casos das drogas legais
como o tabaco e o álcool. Devemos, portanto, deixar
de lado uma perspectiva moralista e idealista de uma "sociedade
livre de drogas", com uma visão beligerante
do tipo "diga não as drogas", para encaramos
de forma pragmática essa questão. Bebe-se
no Brasil e no mundo todo. Não se trata de baixar
uma medida protecionista contra o álcool do tipo
lei seca para evitar os grandes custos sociais e individuais,
relacionados ao uso abusivo de álcool e tabaco
em nossa sociedade. Basta, encararmos essa questão
a partir de novos paradigmas como aplicar e aperfeiçoar
as noções de redução de danos
aos programas de prevenção e tratamento
desenvolvidos em escolas, locais de trabalho, prisões
e centros de tratamento.
Somente dessa forma, a nosso ver, poderemos criar políticas
e diretrizes alinhadas à busca de resultados viáveis
e exeqüíveis para alcançar o nosso
objetivo maior de prevenir, tratar e reabilitar os acometidos
pelos transtornos por uso de substâncias psicoativas.
Mais do que nunca, devemos considerar o panorama atual
da sociedade brasileira, respeitando sua diversidade cultural
e de organização, ou seja, criar uma alternativa
justa e realista para a promoção da saúde
em nosso país.
.
O QUE É CÂNCER
Câncer é definido como um grupo
de doenças que se caracterizam pela perda do controle
da divisão celular e pela capacidade de invadir
órgãos e tecidos, podendo se disseminar
para outras partes do corpo.
O que é Metástase?
Metástase é a disseminação
de células do câncer para outro local do
corpo.
Principal motivo de falha ao tratamento, sintomas e mortalidade
dos pacientes com câncer.
O que causa o Câncer?
Fatores externos: substâncias químicas,
irradiação, bactérias e vírus.
Fatores internos: hormônios, condições
imunológicas e heranças genéticas.
Os fatores causais podem agir em conjunto ou em seqüência
para iniciar ou promover o processo de formação
do câncer.
Em geral, dez ou mais anos se passam entre exposições
ou mutações e a detecção do
câncer.
Quais são os mais freqüentes?
Nas mulheres primeiramente o de mama e em segundo
o de pulmão.
Nos homens primeiramente o de próstata e em segundo
o de pulmão.
Principal causa de óbito por câncer é
o de pulmão.
Quais são os fatores de risco para o câncer?
Dieta
Fumo
Álcool
Ocupação
Hábitos Sexuais
Medicamentos Procedimentos Médicos
Poluição
Quais são as estratégias de prevenção
do câncer?
Prevenção Primária: evitar o
aparecimento da doença.
Prevenção Secundária ou detecção
precoce: detectar a doença o mais precocemente
possível.
Prevenção Primária
Onde podemos interferir?
Tabagismo
Dieta
Infecções
Obesidade e exercício físico
Exposição solar
Recomendações Gerais
Dieta adequada frutas e vegetais (3 ou mais
porções/dia), restrição de
gordura.
Atividade física regular.
Perder peso
Moderar ingestão de bebidas alcoólicas.
Parar de fumar.
Evitar promiscuidade sexual.
Vacina para HPV antes do início da vida sexual
ativa.
Exposição solar evitar sol
entre 10 e 14 h, utilizar protetor solar e chapéu,
buscar a sombra.
Quais são os principais tipos de tratamento?
Cirurgia - Remove o tecido tumoral do corpo. É
o principal procedimento para a grande maioria dos cânceres.
Geralmente realizadas no hospital, mas alguns tipos de
cirurgia podem ser realizados no consultório.
Os efeitos colaterais da cirurgia dependem do tipo de
cirurgia e da saúde do paciente.
Radioterapia
A radioterapia consiste na utilização de
radiações para destruir células tumorais.
Realizado no ambulatório de um hospital.
Sessões diárias, por quatro a cinco semanas
com duração poucos minutos.
Indolor
Tratamento localizado
Quimioterapia
Envolve a administração de uma combinação
de medicamentos para destruir as células do tumor.
Geralmente administrada através de uma injeção
endovenosa no braço, mas hoje existem também
drogas orais.
Os efeitos colaterais vão depender do tipo de quimioterapia
utilizada.
Cada sessão dura de uma a quatro horas e é
repetida em intervalos de uma a três semanas.
Tratamento sistêmico (atua em todo o corpo).
Hormonioterapia
Envolve a administração de uma medicação
que vai causar um bloqueio hormonal.
Mais utilizada em câncer de mama e de próstata,
mas também em outros tumores.
Os efeitos colaterais vão depender do tipo de hormônio
utilizado.
Tratamento sistêmico (atua em todo o corpo).
Terapia alvo específica
Novas drogas que trazem melhores perspectivas ao tratamento
do câncer.
Envolve a administração de uma medicação
que vai agir em um ponto específico da célula
tumoral (proteína, receptor).
São anticorpos e substâncias que interferem
na divisão e funcionamento da célula
tumoral.
Podem ser feitos combinados com quimioterapia ou isoladamente.
Os efeitos colaterais vão depender do tipo de droga
utilizada.
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Halitose
Por Dra. Vivian Berti Ramos - Periodontista
Atualmente,
o tema halitose tem ganhado grande atenção
e vem deixando, cada vez mais, de ser uma questão
puramente cosmética. Halitose significa, em termos
gerais, a presença de odores desagradáveis
no hálito que surgem de causas fisiológicas
- decorrentes do funcionamento normal do organismo, necessitando
apenas orientação para resolução
do problema - e/ou causas patológicas - presença
de doença, necessitando, portanto, de tratamento.
Indivíduos portadores de mau hálito não
têm a capacidade de identificar tal problema uma
vez que o olfato se adapta ao odor. Estes desenvolvem
uma tolerância, chamada de fadiga olfatória,
e só tomam conhecimento de sua condição
por alerta de pessoas próximas, normalmente de
sua intimidade.
Apesar de ser de origem multifatorial de fontes
sistêmicas ou provenientes da cavidade oral - aproximadamente
85% das causas da halitose encontram-se na boca, em contraste
ao mito de que o mau hálito estaria associado a
distúrbios gástricos, sendo este responsável
por apenas 1% dos casos.
O mau hálito é gerado pelo metabolismo proteolítico
realizado por bactérias - microrganismos residentes
na cavidade oral que resulta na formação
de gases tóxicos e de odor desagradável
chamados de compostos sulfurados voláteis
CSV. As principais fontes de mau odor de origem bucal
são a língua, bolsas periodontais, saliva
e placa bacteriana acumulada em locais retentivos como
restaurações e próteses mal adaptadas
e cálculo.
A saburra lingual, ou seja, o acúmulo de resíduos
na superfície da língua, é a principal
responsável pela maioria dos casos de mau hálito
de origem oral, principalmente em indivíduos com
periodonto saudável (sem inflamação
gengival). Além disso, a presença de doença
periodontal avançada infecção
que acomete os tecidos de sustentação dos
dentes como osso e gengiva levando à perda dentária
é responsável por tornar ainda mais
desagradável o odor além de também
torna-lo crônico e permanente. Dentre outras razões,
as bactérias fortemente associadas com a doença
periodontal estão entre os mais ativos produtores
de CSV.
Evidências clínicas e estudos científicos
sugerem que os CSV estariam envolvidos não somente
na etiologia como também contribuindo para o desenvolvimento
da doença periodontal.O impacto emocional, assim
como as alterações que os gases causadores
desta condição provocam nos tecidos periodontais
requerem uma solução definitiva e eficaz
no combate ao mau odor oral.
Uma vez que, na grande maioria dos casos, o mau hálito
é proveniente da boca, o dentista é o profissional
mais indicado para promover a identificação
inicial e instituir o tratamento adequado. É de
grande importância o monitoramento da saúde
gengival por um periodontista (especialista no tratamento
de doenças gengivais) para que seja realizado um
diagnóstico precoce da halitose e de patologias
periodontais. Medidas eficazes de higiene oral através
da correta escovação dentária, uso
freqüente de fio dental e principalmente a higiene
da língua auxiliada por limpadores de língua,
assim como o tratamento de condições patológicas
como a doença periodontal reduzem drasticamente
os casos de mau hálito permanente.
Evite constrangimentos e exílio social, pergunte
ao seu parceiro sobre a presença de mau hálito
e procure seu dentista para obter maiores informações
sobre o assunto.

Derrame cerebral (AVC)
Derrame cerebral ou acidente vascular cerebral
(AVC) é uma das principais doenças cardiovascu-lares
no mundo atualmente.
AVC é dividido em AVC isquêmico e AVC hemorrágico.
Os AVCs isquêmicos representam 80% de todos os AVCs
e ocorrem quando uma artéria cerebral e bloqueada
por um coagulo levando a falta de oxigênio em diferentes
áreas do cérebro com sofrimento e morte
dos neurônios. Os AVCs hemorrágicos ocorrem
quando uma pequena artéria no cérebro se
rompe, geralmente devido a hipertensão arterial.
As principais causas de um AVC incluem: pressão
alta, diabetes, colesterol alto, fumo, fibrilação
atrial.
Um AVC deve ser imediatamente identificado para que o
paciente procure um serviço médico de emergência.
Abaixo algumas questões relacionadas aos AVCs :
1) Quais são os sintomas mais comuns
de um derrame?
·Fraqueza ou dormência súbita da face,
braço ou perna, especialmente quando de um lado
só do corpo;
·Confusão súbita, dificuldade de
falar ou entender outras pessoas;
·Dificuldade súbita de enxergar com um ou
ambos os olhos;
·Súbita dificuldade de andar;
·Tonteira, desequilíbrio ou dificuldade
de coordenação dos braços ou pernas;
·Aparecimento súbito de dor de cabeça
sem causa conhecida.
Procure um hospital ou chame uma ambulância
imediatamente se você ou um parente seu apresentar
algum dos sintomas acima!!
2) Se os sintomas forem transitórios
devo me preocupar em procurar auxílio médico?
Muitas vezes os sintomas listados acima são de
breve duração e são então
chamados de Ataque Isquêmico transitório.
Apesar de terem curta duração esses sintomas
devem ser avaliados com urgência já que representam
um alto risco para um derrame, com seqüelas neurológicas
que podem ser definitivas.
3) Se eu procurar um serviço de emergência
que tratamentos me podem ser oferecidos?
AVC e uma condição com muitas causas e apresentações
distintas, logo o seu médico deverá escolher
uma forma de tratamento compatível com seus sintomas
e o tipo de derrame. Entretanto, tratamentos eficazes
podem ser oferecidos nas primeiras horas após um
AVC isquêmico, ainda na sala de emergência.
4) Que tipo de tratamento poderia um paciente
receber na sala de emergência?
Atualmente uma medicação chamada r-tPA pode
ser usada com sucesso na maior parte dos casos de AVC
isquêmico agudo. Esta medicação age
como afinador do sangue e elimina o coágulo que
obstrui a artéria e causa um derrame.
5) Existe um tempo limitado que alguém
pode receber esta medicação após
um derrame?
Embora comprovadamente eficaz, o r-tPA tem indicações
precisas e só pode ser administrado nas primeiras
3 horas após um AVC isquêmico, logo o paciente
deve ser levado a um hospital sem demora para que possa
ser um candidato a esse tratamento.
6) Se os sintomas de um derrame só
forem identificados após 3 horas do seu início,
o paciente deve ser levado para um hospital?
O paciente com uma suspeita de AVC deve SEMPRE ser levado
para o hospital, já que só lá o médico
poderá determinar que tipo de tratamento melhor
se aplica a cada caso. Por isso, o paciente com a suspeita
de um AVC isquêmico não deve esperar em casa
para que os sintomas desapareçam, já que
tempo perdido significa mais danos cerebrais.
Procure um hospital ou chame uma ambulância
imediatamente se você ou um parente seu apresentar
algum dos sintomas acima.
Hospital Copa D'Or.
Endereço: Rua Figueiredo de Magalhães, 875
Acesso I / 2º Andar.
Tel. Geral : 2545-3600
Remoções: 2545-3666
