Quiosques I Gostaria de Parabenizar pela matéria “Quiosques da maldição à glória”, de Milton Teixeira, até por que não conhecia a história dos quiosques, apesar do presidente da empresa ter conseguido vencer na vida através da sua primeira carrocinha de cachorro quente instalada no Quebra Mar em 1962 e passado 46 anos conseguir fazer parte da história através dos Novos Quiosques.
Nos sentimos muito orgulhosos.
Em maio deste ano, Johanne Russel cedeu a música Coisa Séria para sonorizar o site do jornal Copacabana. No mês seguinte, a página da artista já era a mais acessada do site. De lá para cá (23 de outubro de 2008) ela só deixou o primeiro lugar em setembro quando foi superada pela edição do Copaparazzo, outro sucesso do site. Com a boa música, Johanne conquistou os internautas e gerou um alto número de visitas à sua página. Ela estava em temporada na Inglaterra, onde gravou a música Coisa Séria e agora está de volta ao Brasil e você confere mais sobre Johanne Russel em entrevista exclusiva para o site do Jornal Copacabana. Confira.
Jornal Copacabana: Quando cedeu a música Coisa Séria para a capa do site do Jornal Copacabana, imaginou que sua página se tornaria a mais visitada? Johanne Russel: Claro que não! Achei que seria interessante porque é um som bem carioca, tem a ver com Copacabana, mas não imaginei que teria essa repercussão, seria a página mais acessada, até pelo bom conteúdo do site. Fiquei muito feliz! Os autores Giovanni Mazziotta e Arnaldo Lazulli’s também ficaram super orgulhosos!
J.C.: Você nasceu no Rio de Janeiro, morou em Brasília e voltou ao Rio? J.R.: Nasci em Brasília e vim para o Rio ainda criança. Sou carioca de coração. Minha vida foi toda no aqui, no Leblon. Depois fui para Niterói, onde fiquei durante seis anos. Foi lá que eu comecei a cantar profissionalmente.
J.C.: Como foi? Quem foram suas influências artísticas? J.R.: Cheguei em Niterói derrotada, achando terrível. Tinha a idéia de que lá não tinha jovens e eu perderia o contato com a arte, mas descobri que tem muita gente fazendo boa música por lá! O resultado disso é que a minha banda é composta por niteroienses.
Minhas influências musicais vieram da MPB e do rock. Na minha infância quem fazia música para crianças era Vinícius de Morais, Chico Buarque... Além disso, meus pais que sempre gostaram de boa música.
J.C.: Desde criança se interessava por teatro e música, não é? Começou a cantar com que idade? J.R.: Sempre fiz teatro, fiz curso de teatro O Tablado e aos 18 anos entrei na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Comecei a tocar violão aos 16 anos, quando tive minha primeira banda: Donos do Chá. Tocávamos rock e músicas dos anos 70.
J.C.: Depois entrou no grupo Mulheres Cantam Beatles. J.R.: Foi. Fiquei seis anos na banda. Ali eu aprendi a cantar, fazer backing vocal... Beatles fez a minha formação musical. Quando saí, voltei a trabalhar com produção.
Entrei para o Eletrosamba. Quando o pessoal da banda descobriu que eu cantava, comecei a fazer participações e gravei cinco ou seis faixas do cd deles, como backing vocal. Ainda participei de outros cds. Produzi Dani Carlos, Raiz do Sana. Conheci várias cidades do Brasil fazendo produção, mas me dava certa irritação ficar no backstage (risos). J.C.: Antes de viajar para a Inglaterra para estudar, estava fazendo shows pelo Rio de Janeiro e Niterói e começou a gravar um cd, com o hit Tempo Voa. Como ficou esse trabalho? É ele que você vai finalizar na Europa? J.R.: Comecei a gravar com a banda um cd demo de cinco músicas que seria para lançar a minha carreira solo aqui no Brasil. Nele tinha as músicas Tempo Voa e Coisa Séria. Com a mudança para a Inglaterra, levei o cd e mostrei para os artistas que estavam lá. Me abriu as portas. O DJ Franco Carioca, nascido em Copacabana, adorou e fizemos e versão de Coisa Séria, que está no site, com uma levada com influências da world music. Os ingleses adoraram a minha voz e gravamos noStudios SSR University.
Fizemos shows na Inglaterra e Holanda. Participei de um festival tradicional de Manchester, que acontece no verão, o Mad Ferret.
Agora estou no Brasil para gravar alguns complementos com a minha banda. Quando voltar para a Inglaterra, será o momento de mixar e masterizar o cd. O estúdio é ótimo, a expectativa é de um bom trabalho. J.C.: Nesse tempo no Brasil, onde o público poderá conferir o show de Johanne Russel? J.R.: Fiz um show em Niterói e vou fazer outros. A faixa Coisa Séria entrará no cd Pop Goiaba, que será lançado em dezembro, pela Niterói discos.
Além disso, vou me apresentar no dia 07/11/08, no Mafuá no Morro, evento com o DJ Cyro, que está entrando no sexto ano, e será a minha terceira participação. O resultado da música foi ótimo, as pessoas estão gostando e eu estou muito feliz! Espero todo mundo lá dia 7, no Lagoinha, em Santa Tereza!
Começa a tocar nas pistas de Londres no Bar londrino Guanabara através das pick-ups do dj Brazuca Franco Carioca.
Coisa Séria
Who is Who Música de Giovanni Mazziotta e Arnaldo Lazule Produzida nos Studios SSR UNIVERSITY
Bolton – Manchester – Inglaterra Produzido por Dj Franco Carioca e Guy Greenhalgh Vocal de Johanne Russell
Johanne Russell’s Coisa Seria was recorded in Manchester, England at the world famous S-S-R studio’s using a Pro Tools HD3 system with the Digidesign Control 24 mixing desk. A collection of vintage microphones and compressors were used to add great sonic flavour to the entire mix, which was arranged by DJ Franco of Manchester and was engineered by Guy Greenhalgh of Salford, near Manchester.
This song is a remix of Giovanni Mazziotta and Arnaldo Lazulli’s great psychedelic original work.
Watch this space for more remix’s and arrangements from these great musicians and engineers.
Johanne Russell
Personalidade forte, domínio do palco e coragem para fazer o que gosta são as definições para a cantora brasiliense Johanne Russell, a YO-YO. Ela se diverte com seu apelido desde que nasceu, foi também seu brinquedo favorito na infância.
Sua voz sedutora interpreta canções escolhidas a dedo. Novos compositores é o foco principal de seu trabalho, além das suas próprias músicas, que traduzem a sua essência cosmopolita.
Johanne Russell se deixa influenciar criativamente pelo melhor da Bossa Nova, do jazz, da folk music e das guitarras distorcidas da Tropicália.
No show, ela brinca no lugar onde mais gosta de estar. O público se surpreende ao ouvir seu repertório de canções inéditas e as releituras de clássicos de Gilberto Gil, Tom Jobim, Jorge Ben, entre outros...
A mistura do clássico e o moderno, letras criativas e arranjos ousados, música de qualidade com um charme especial.