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12ª PARADA GAY EM COPACABANA
Rio
Sem Preconceito
1,2 milhão participam da Parada Gay
O organizador do evento, Claudio Nascimento, disse que o maior destaque da Parada Gay foi a alegria. “Estamos aqui em comunhão, com muita dança e alegria. Esse ano conseguimos mostrar que isso é o que queremos passar: paz e amor, tendo oportunidade de cobrar do Senado a aprovação do Projeto de Lei 122/2006, porque a comunidade GLS faz parte da cultura e também quer fazer parte da política”, destacou Claudio.
Solidariedade - A artista Jane Di Castro cantou o hino nacional. Durante o evento, os organizadores do movimento arrecadaram livros e brinquedos que serão doados a crianças de comunidades carentes pelo projeto Natal sem Fome dos Sonhos, organizado anualmente pela ONG.
12ª Parada Gay também foi marcada pela quantidade de famílias cariocas que interagiam em total consonância com gays, lésbicas e demais participantes, num grande clima de festa e descontração. É o Rio contra a homofobia.
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FORTE DE COPACABANA - ANIVERSÁRIO DE 93 ANOS
O
Museu Histórico do Exército e o Forte de Copacabana
comemorou seus 93 anos resgatando o passado com as Solenidades Cívico-Militares
que ocorriam no Campo de Marte, em 1914, ano de inauguração
do Forte de Copacabana. Os militares utilizaram o tradicional uniforme
histórico daquele período.
O Chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa, General-de-Exército
Paulo Cesar de Castro presidiu a cerimônia. Autoridades civis
e militares foram homenageadas com o diploma de Amigos do
Museu. Prestigiaram ainda a cerimônia além do
Marechal Waldemar Levy Cardoso, o Diretor de Assuntos Culturais,
General-de-Brigada João Tanquillo Beraldo, cerca de 150 (cento
e cinqüenta) alunos de escolas da Comunidade e autoridades
civis e militares. Ainda na Solenidade foi recebido por doação
do Departamento de Ensino e Pesquisa o Selo Comemorativo
alusivo aos 70 (setenta) anos de criação deste Departamento
e medalha comemorativa aos 50 (cinqüenta) anos da Proclamação
da República, esta, doada pelo General-de-Exército
Jonas de Morais Correia Neto. Ao final foi servido um coquetel para
os convidados.
MUSEU HISTÓRICO DO EXÉRCITO
E FORTE DE COPACABANA
Forte de Copacabana comemorou 93 anos
por Milton Teixeira

O Vice-Rei Marquês de Lavradio mandou erguer em 1776 um pequeno forte em alvenaria onde era a antiga ponta da Igrejinha, na praia de Sacopenapan. Sua função era prevenir ataques dos espanhóis, que no ano seguinte, realmente, invadiram o território nacional e atingiram a Capitania de Santa Catarina. O forte nunca foi terminado e somente foi artilhado em 1823, quando se temia um ataque português às nossas costas. Em 1831, foi mandado desarmar pela Regência provisória. Quando da Revolta da Armada, em 1893, voltou a ser artilhado, mas sua ancianidade já estava patente: nada pôde fazer para impedir a saída dos navios revoltosos da Baía de Guanabara. Anos depois, uma ameaça de guerra contra a República Argentina fez com que o Estado Maior do Exército encomendasse em 1898 o projeto de uma nova fortificação ao major engenheiro Augusto Tasso Fragoso, que elaborou um anteprojeto da Fortaleza de Copacabana, com seis canhões de longo alcance. A solução de uma grave questão de fronteira com aquela República foi resolvida diplomaticamente pelo Barão do Rio Branco, fazendo com que o projeto da citada fortificação fosse engavetado.
Tendo
as relações entre a Argentina e o Brasil novamente
piorado na primeira década do século XX, decidiu-se
pela construção da fortificação, tendo
sido enviado o projeto de Tasso Fragoso a Casa Krupp, de Essen,
na Alemanha, para ser atualizado e orçado. Foi a obra toda
recalculada para ser executada em peças de concreto pré-moldadas
na Alemanha, sendo os canhões adaptados aos novos calibres
surgidos. Fez as alterações o major engenheiro Otto
Kuhn. Em 1908, sendo Presidente da República Afonso Augusto
Moreira Penna e Ministro da Guerra o Marechal Hermes Rodrigues da
Fonseca, foi dado início à obra da fortificação,
que veio quase toda desmontada da Alemanha em 5.000 caixotes, desembarcados
num cais construído especialmente para isso ao lado da ponta
de Copacabana. Coordenou a obra o Major Arnaldo Paes de Andrade.
Foi, finalmente inaugurado o Forte de Copacabana a 28 de setembro
de 1914, sendo classificada na ocasião de fortificação
de 1a. Classe. Era dotada de seis canhões Krupp de longo
alcance: dois de 240mm; dois de 180mm e dois de 75mm. O alcance
máximo atingia 28km. O útil, 21Km. Os quatro primeiros
podiam girar 360o. Os dois últimos somente 180o. Na época
não existia nada que a superasse na América Latina.
Em 1918 a área do forte foi ampliada, tendo o Exército
adquirido a rua de acesso e comprado à Mitra a igrejinha
de Nossa Senhora de Copacabana, erguida ai por volta de 1715, e
demolida em 1918-19 por ficar na linha de fogo dos quatro maiores
canhões. Na mesma ocasião foi construído o
quartel de paz e ampliadas as instalações elétricas,
fornecidas pela firma AEG, de Berlin, tão poderosas que podiam
fornecer energia elétrica a todo o bairro de Copacabana.
O artístico portal da Praça Coronel Eugênio
Franco, bem como a magnífica entrada da Praça d`Armas,
foi projeto do major engenheiro Volmér da Silveira.
Em
princípio de julho de 1922, depois de longos atritos entre
o Governo Epitácio Pessoa e o Exército, foi ordenada
a prisão do Marechal Hermes da Fonseca, por insubordinação.
Comandava o Forte de Copacabana, na ocasião, o Capitão
Euclides Hermes da Fonseca, que intentou um plano para derrubar
o Governo pela força das armas. A rebelião foi marcada
para cinco de julho, mas o Governo se antecipou e trocou os principais
comandos das guarnições das fortificações
da cidade, tendo em conseqüência disso que apenas os
Fortes de Copacabana e Leme, este último desarmado; e a Escola
Militar, aderiram ao movimento, sendo que os dois últimos
foram logo debelados. O Forte de Copacabana fez vários disparos
contra o Quartel General do Exército, no Campo de Santana;
o Ministério da Marinha, na Praça Barão de
Ladário; a Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói; e
o Forte de São João, na Urca; atingindo somente o
primeiro, no segundo tiro. O Capitão Euclides Hermes saiu
da fortificação para negociar e foi preso em Laranjeiras.
Assumiu, então, a chefia do movimento, o Tenente Antônio
de Siqueira Campos, que verificou a total impossibilidade de resistência,
bem como o sacrifício que tal atitude estava custando à
população da cidade, com as balas atingindo alvos
civis. Também observou que os canhões haviam sido
sabotados, e agora o Forte era bombardeado pelo Encouraçado
São Paulo e por aviões militares. Resolveu então
abrir o Forte, permitindo que os desejosos de rendição
assim o procedessem. Trezentos se renderam, ficando fiéis
ao movimento apenas 28 homens. Resolveu-se então marchar
até o Catete, num ato de protesto suicida. Às 13:00h
do dia 06 de julho, iniciaram a marcha, juntando-se a eles o engenheiro
civil Otávio Correia, amigo de Siqueira Campos. Um número
até hoje não especificado de integrantes se rendeu
ou desertou, ficando ao final apenas 11 ou 13 do grupo original.
Na altura da rua Barroso, atual Siqueira campos, foram obstaculizados
por uma força legalista, iniciando-se um tiroteio que durou
uns trinta minutos. Ao final, foram capturados, muito feridos, o
Tenente Siqueira Campos, com um tiro no abdômem; o Capitão
Eduardo Gomes, com um tiro na virilha; e dois soldados. Os outros
morreram na ocasião ou no hospital, em conseqüência
dos ferimentos recebidos.
A
atitude de protesto contra o Governo da República Velha fôra
debelada, mas o exemplo frutificou, originando o dito "Movimento
Tenentista" e a legenda dos "Dezoito do Forte" (termo
cunhado pela imprensa, que desconhecia o número real de participantes),
os quais representavam uma atitude de protesto da classe média
à oligarquia que nos governava. Dois anos depois, na mesma
data, estourava movimento similar em São Paulo, e de 1925
a 27 o país foi palmilhado pela Coluna Prestes, com idêntico
objetivo. A vitória dos tenentes deu-se na Revolução
de 1930, com a queda do Governo e a ascensão de Vargas. A
24 de outubro de 1930, o Forte de Copacabana serviu de presídio
ao presidente deposto, Dr. Washington Luís Pereira de Sousa,
bem como ao Prefeito do Distrito Federal, Antônio Prado Júnior.
Partiram ambos em exílio, direto dali para a Europa.
O
Forte de Copacabana teve atuação discreta durante
a Segunda Guerra Mundial, tendo dado seus últimos disparos
efetivos em novembro de 1955, contra o Cruzador Tamandaré,
que se rebelara e fugira para São Paulo, levando a bordo
o presidente deposto, o Sr. Carlos Luz, bem como parte de seu ministério
e aliados. Foram feitos doze disparos durante vinte minutos, sem,
no entanto, atingir a embarcação, que estava desarmada
e só com uma hélice funcionando. Em 1964, o Forte
não aderiu ao movimento militar de 1o. de abril, tendo sido
tomado pela força de terra enviada pelo Coronel Cézar
Montagna, ocorrendo então o famoso "episódio
da bofetada", quando o dito Coronel derrubou a sentinela da
entrada com um golpe de mão, invadindo e tomando a fortificação,
sem o uso de armas. Durante o regime militar, serviu o Forte de
Copacabana de presídio político.
Desativado
totalmente em 1986, foi reaberto no ano seguinte como Museu Histórico
do Exército e Forte de Copacabana, muito ampliado em meados
da década de noventa por ordem do Ministro do Exército
Zenildo de Lucena, sendo suas instalações equipadas
com os mais modernos processos museológicos, tornando-se
importante bem cultural da cidade e repositório de elevadas
tradições militares. A área de entorno, cujos
terrenos chegam ao Arpoador, igualmente tornou-se notável
área de lazer para a população carioca, sendo
palco de eventos marcantes, particularmente no Reveillon, onde há
artística queima de fogos e disputada recepção.
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CONSELHO DE SEGURANÇA DE COPACABANA
TODA 2ª TERÇA-FEIRA DO MÊS
O Conselho Comunitário de Segurança
de Copacabana e Leme convoca a todos, moradores e lideranças
comunitárias do bairro para sua reunião mensal,terça-feira,
18 de setembro de 2007 no auditório do Clube Israelita Brasileiro
- CIB, Rua Barata Ribeiro, 489.
Nesta ocasião estaremos recebendo o Dr. Francisco José
de Jesus Carrera, especialista em meio ambiente. Trata-se de um
tema muito caro a todos nós por tratar-se de vida, nossa,
dos nossos filhos, netos e bisnetos, enfim, da geração
atual e futura. Discutindo, debatendo e aprendendo podemos aprimorar
nossa relação com o meio ambiente e assim determinar,
decisivamente, nosso futuro.
É de fundamental importância que a comunidade tenha
conhecimento e discuta ações de preservação
do meio ambiente. A presença de todos é fundamental.
Lembramos ainda que todas as representações comunitárias
podem fazer parte do conselho de segurança, participar das
reuniões e indicar seus representantes.
A condição para que seja membro efetivo é a
aprovação da ficha de inscrição e a
apresentação da documentação necessária,
que será analisada pela comissão de regulamentação,
que estará sempre pronta a prestar esclarecimentos.
É importante o comparecimento às reuniões mensais
para que possam ser discutidos os assuntos trazidos por cada segmento
da sociedade.
Convidamos a todas as associações comunitárias
que compareçam e tragam, por escrito, suas reivindicações.
Todas serão analisadas e encaminhadas aos órgãos
competentes.
SOS Parque Garota de Ipanema
Texto e foto: Claudia Magalhães
O
Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, costumava ser um espaço
de lazer e distração para crianças e adultos,
mas, atualmente, os moradores estão insatisfeitos com as
condições do local. A falta de segurança, principalmente
à noite, o abandono, a falta de manutenção
dos brinquedos e a existência de muitos mosquitos na área
são as reclamações mais freqüentes.
Em 2005 houve uma revitalização do parque, porém
não foram observadas grandes modificações.
Além da insegurança, outra grande preocupação
entre os moradores é a infestação dos mosquitos.
Muitos acreditam ser um possível foco da dengue. Durante
a noite esse parque fica cheio de mosquitos, nunca vi nenhum carro
fumacê passar por aqui. Inclusive meu marido teve dengue há
pouco tempo, e ele acha que foi picado aqui mesmo afirma
Ângela Cunha, 56 anos, moradora da área.
Em 1994, o Parque passou a integrar a Área de Proteção
Ambiental da Ponta de Copacabana e do Arpoador, onde são
permitidas atividades que não afetem a vegetação
local. Possui um espaço privilegiado e com uma linda vista
para a praia do Arpoador, além de área de playground,
rinque de patinação, duas pistas de skate e um palco
para eventos que já recebeu artistas de importância
nacional. Infelizmente, hoje em dia, com a falta de manutenção,
os freqüentadores não podem utilizar tudo que o local
oferece.
Helena Burlamaqui, 27 anos, advogada, mora no bairro desde pequena,
e é mais uma moradora insatisfeita com o abandono do parque.
Quando era pequena vinha aqui todos os dias. Às vezes
quero trazer a minha filha para brincar no parquinho, mas não
posso porque ele está sempre mal tratado e sujo, afirma
a moradora.
O Jornal Copacabana entrou em contato com a VI Região Administrativa,
mas até o fechamento da edição 146 do Jornal
Copacabana impresso não obtivemos resposta.
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Apitaço na Rua Raimundo Corrêa
Moradores fazem protesto para reabertura da Rua
Texto e foto:Tatiana Pereira
Apitos, abaixo-assinado e muita indignação.
Foi assim que os moradores e comerciantes da Rua Raimundo Corrêa
fizeram uma manifestação para a reabertura da Rua,
no dia 25 de maio, sexta-feira.
A proposta surgiu do vereador Luiz Antonio Guaraná (PSDB-RJ),
que após participar de vários debates com os moradores,
apresentou o Projeto de Lei nº 1133/2007 que determina a reabertura
da Rua Raimundo Corrêa. "A via encontrava-se obstruída
desde 1996, por ocasião da implantação do rio
Cidade. Com a reabertura da rua esperamos reduzir os problemas de
tráfego, de segurança e vários outros conhecidos
por todos os moradores da região".
Quem passava pela rua fazia questão de assinar o abaixo-assinado.
"Moro na Rua Constante Ramos que é uma rua que dá
todo acesso de veículos. E com a reabertura vai facilitar
o trânsito", destaca o aposentado Roberto Paúra.
João Carlos Furtado, síndico do Raimundo Corrêa
nº 10, também estava recolhendo assinatura e destacou
os problemas que a rua apresenta: "Com as obras pluviais, a
água não desafoga, então as garagens estão
sempre cheias. Nossa pracinha virou carga e descarga na rua com
filas duplas e triplas. E os moradores de rua e pequenos delinqüentes
que fazem roubos nas adjacências se escondem na Raimundo Corrêa
que é uma rua sem passagem e sem visibilidade".
"Aqui atrás da banca de jornal, junto à população
de rua que pedem esmolas, descobrimos o endereço destas pessoas,
e que elas têm residência e alugam crianças para
conseguir um melhor faturamento do dia", alerta João
Furtado.
Guaraná vai encaminhar uma carta a promotora, Drª Roseni
Cunha, da Comissão de Assuntos Urbanos da Câmara, pela
reabertura da Rua Raimundo Corrêa, que fica localizada entre
às ruas Dias da Rocha e Santa Clara, no Posto 4, em Copacabana.
"Vamos aguardar o Prefeito colocar o dinheiro para as obras",
finaliza o vereador.
O projeto ainda precisa ser aprovado pela Câmara Municipal.
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Centro de Estudos de Pessoal comemorou 42 anos

No dia 24 de abril, o Centro de Estudos de Pessoal,
do Exército, comemorou 42 anos de criação.
Em solenidade realizada no Forte Duque de Caxias, o Ten.Cel. Brito
recebeu autoridades, convidados e a comunidade de Copacabana. Na
ocasião, também foram homenageados ex comandantes
do CEP e funcionários civis e militares que se destacaram
em suas atividades.
Entre os presentes: 1. Os casais Márcia eTen. Cel.
Francisco Brito, comandante do CEP e Lourdes e Cel. Barreto (ex-cmte
do CEP). 2. Cel. Murillo e Cel. Luis Antonio S. Santos, comandante
designado para o CEP. 3. Virgilio Rocha, diretor dos jornais Copacabana
e JÁ com o colega da Escola Preparatória Cel. Salgueiro,
ex-comandante do CEP. 4. Cel. Marco Diaz, da Guatemala, Cel. Ney
Irigoyen e e Ten. Cel. Eduardo Gonzales (D), do Uruguai e Cel. Roberto
Arnaiz, da Argentina. 5. Miriam de Pinho Barbosa e Maria Lygia Leão,
participam que a próxima reunião da Amacopa será
no dia 27/04, das 18 às 20 horas, na Aliança Francesa,
Duvivier, 43, cuja pauta será a revitalização
de Copacabana . 6. Sinésio DAlmeida, da Amacopa e Adjacências
que tem participado ativamente das reuniões para a abertura
da Rua Raimundo Correia, Ten. Cel.PM Pacheco, novo comandante do
19ºBPM, Inspetor Cristo (Guarda Municipal), Antônio Costa
e Horácio Magalhães -vice e presidente do SAC, associação
que pleiteou o tombamento da Galeria Menescal. 7. O Brigadeiro-do-Ar,
Satish Pal Singh, da Índia e sua esposa. Confira a comemoração.
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Caos Urbano
Descaso
com a cidade.
Estava num prédio na Av. N. S. de Copacabana, numa consulta
ao oftalmologista, quando resolvi olhar a paisagem. A cena que vi
foi esta: um mar de ônibus e táxis, por volta de 16
horas.
A maioria dos ônibus com menos de um terço da ocupação
e nos táxis, cerca de 10% com passageiros.
Alguns dias depois, ocorreu a queda da marquise do hotel Canadá,
com várias mortes e feridos graves.
Qual a ligação entre os táxis, ônibus
e a queda da mar-quise?
A meu ver, a falta de vontade do poder executivo em procurar resolver
ou amenizar os problemas da cidade.
Táxis: uma concessão indiscriminada de licenças,
com óbvios interesses eleitoreiros. Não interessa
se a concessão é do estado, procuremos o estado e
estipulemos um limite, porque o dano é na cidade...
Ônibus: ausência de um projeto técnico de racionalização
do transporte público, que poderia começar com uma
pesquisa origem-destino.
Possuímos técnicos gabaritados, tecnologia e equipamentos
que otimizem transporte público. Só falta vontade
política.
Queda de marquises: Proibir a construção de marquises
porque não se consegue fiscalizar o uso delas, aliás,
competência do município, é de estarrecer! Bem
como a ausência do prefeito César Maia na hora do acidente.
Em qualquer cidade do mundo, nas catástrofes, o prefeito
é o primeiro a chegar, conferir o atendimento, solidarizar-se
com a população e com os feridos, aqui...
Paulo Carvalho - Copacabana (por e-mail)
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Copacabana no Orkut
Por Cláudia Magalhães
Para os que não sabem, o Orkut é uma
rede social que surgiu recentemente mudando os hábitos de
grande parte dos internautas, e virou febre em nosso país.
Neste site de relacionamento pode-se interagir com usuários
do mundo todo, e também fazer parte de comunidades com as
quais se identifica.
Existem aproximadamente 200 comunidades sobre Copacabana, a maioria
criada por moradores e freqüentadores. Nelas, o bairro é,
muitas vezes, reverenciado pela beleza de sua praia, pelo Reveillon
e pela diversidade do comércio e gastronomia.
Muitas comunidades utilizam a rapidez e eficiência da internet
para ouvir e solucionar problemas citados por moradores do bairro.
Alexandre Auto, 25 anos, criador da Comunidade que leva o nome do
bairro diz em entrevista ao Jornal Copacabana que a página
recebe diversas sugestões para melhoria do bairro. Muito
se discute na comunidade sobre os problemas do bairro a fim de melhorá-los.
Todas as sugestões e propostas são encaminhadas à
representantes do bairro, que os encaminham às autoridades
para que medidas sejam tomadas. É evidente que quanto maior
o número de pessoas cobrando, maior é a possibilidade
de obter resultados positivos. afirma Alexandre.
Além de solucionar os problemas, as comunidades também
promovem encontros entre moradores de Copacabana, chamados de Orkontro,
que já está na quarta edição. O orkontro
é uma forma divertida e casual para conhecer melhor os vizinhos
e quem sabe fazer grandes amigos.
Enfim, o Orkut atualmente se tornou uma ferramenta quase essencial
na vida de algumas pessoas, principalmente os mais jovens. Através
dele pode-se cultivar as antigas amizades ou divulgar negócios
e produtos.
Mas é necessário que se tenha atenção,
pois, recentemente a Polícia Federal prendeu, através
do Orkut, uma quadrilha de universitários de classe média
que utilizavam a rede para vender drogas.
Para você que ainda não aderiu à nova moda,
vale a pena conferir, e lá você também pode
encontrar a comunidade do Jornal Copacabana (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4060446).
Participe!
Entrevista com Alexandre Auto
Alexandre Auto, 25 anos, dono da Comunidade "Copacabana"
que possui mais membros.
Jornal Copacabana: Qual foi o motivo inicial para você
criar a comunidade "Copacabana"?
Alexandre Auto: Na verdade eu não sou o criador original
da comunidade. Ela foi feita em 2004 e de lá pra cá
passou por três donos antes de chegar até mim. O dono
anterior me colocou como moderador da mesma no fim do ano passado,
e em certo dia ele excluiu sua conta no Orkut, com isso a comunidade
estava sem um dono e qualquer um poderia ter pegado para si. Por
algum capricho ela ainda estava 'disponível' quando eu entrei
na comunidade um belo dia. Para evitar que uma mente mal intencionada
o fizesse eu me tornei o dono da comunidade, e assim estou até
hoje.
J.C: Você acha importante o bairro ter uma representação
no Orkut?
A.A: Com a facilidade que o Orkut permite a discussão
sobre vários assuntos e a sua visibilidade para essa nova
mídia que é a Internet, um assunto de tamanha grandeza
envolvendo um bairro é de fundamental importância que
seja representado no Orkut.
É uma forma dela ter uma voz em defesa dos seus direitos
e solução de seus problemas de uma forma mais ativa.
J.C: Por que você acha que tantas pessoas aderiram a comunidade
"Copacabana" que você criou?
A.A: Acredito que as pessoas criam laços de identificação
onde moram, e como Copacabana é um bairro tradicional e bastante
conhecido, o número de ingressos, pelo menos na minha comunidade,
é grande todos os dias.
É importante lembrar que devem existir outras comunidades
sobre o bairro e até algumas menores que também envolvam
o mesmo, mas a que eu tomo conta destaca-se pela imensa organização
dos assuntos e pelo rígido controle contra problemas que
infestam a maioria das comunidades.
J.C: Qual você acha que é a cara do bairro?
A.A: Quem faz o bairro são seus moradores. O
que se destaca dos outros bairros talvez seja a beleza natural de
sua praia de costa a costa e dos personagens que o habitam. Os turistas
se encantam com isso e procuram sempre o visitar.
JC: Muitas pessoas costumam rotular Copacabana como um bairro
idoso, você tem a mesma opinião?
A.A: Sim, segundo dados colhidos nós temos um
dos maiores índices na concentração de idosos
no bairro. E é possível perceber a beira da praia
e em alguns pontos a quantidade de velhinhos transitando.
J.C: Para você o que há de melhor e de pior no bairro?
E como as questões negativas poderiam ser modificadas?
A.A: Muito se discute na comunidade sobre os problemas
do bairro a fim de melhorá-los. Todas as sugestões
e propostas são encaminhadas ao presidente da Sociedade Amigos
de Copacabana (Horácio Magalhães) que os encaminha
as autoridades para que medidas sejam cobradas. É evidente
que quanto maior o número de pessoas cobrando, maior é
a possibilidade de obter resultados positivos.
O melhor que temos são as opções gastronômicas
e culturais, tanto para os moradores quanto para os estrangeiros.
Nossa praia e Carnaval ainda conquistam os turistas que desembarcam
aqui e movimentam a economia do bairro. Porém ainda temos
muito problemas como mendigos, assaltos, o abuso dos camelôs,
o turismo sexual em frente a praia apenas para citar alguns.
Comunidades de Copacabana no Orkut:
- Copacabana (21.586 membros)
- Reveillon Copacabana (6.176)
- Gente Estranha de Copacabana(2.579)
- Eu amo a praia de Copacabana(1.229)
- Reveillon só em copacabana(381)
- Minha avó mora em copacabana (169)
- Copacabana é um freak show (186)
- Amo Copacabana (138)
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5ºJuizado Cívil da Capital
(Enviado por e-mail pelo SAC- Sociedade Amigos de Copacabana) -
(FONTE: O GLOBO)
O 5º Juizado Especial Cível da Capital, em Copacabana, ganhou hoje (dia 22 de janeiro) novas instalações.
A inauguração do espaço, localizado onde funcionava o antigo Teatro de Arena, na R. Siqueira Campos, 143 lojas 40/41, setor D, foi feita nesta manhã pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Sergio Cavalieri Filho. "Esta é uma grande realização que temos no bairro. É uma maneira de dar aos servidores, aos juízes e, principalmente, aos jurisdicionados condições dignas", afirmou.
Cavalieri lembrou que o Juizado Cível de Copacabana começou a funcionar no morro Pavão/Pavãozinho, em seguida mudou-se para uma sala na Região Administrativa e, depois, para a Rua Figueiredo de Magalhães, último endereço antes da mudança. "O povo de Copacabana descobriu o Juizado e os processos começaram a se multiplicar. Antes, não se investia diretamente nos Juizados. O nosso lucro com o investimento neles é a eficiência, a boa prestação jurisdicional", disse o desembargador, ressaltando que as ações nos JECs são gratuitas e que 36 Juizados foram reinstalados no Estado durante a sua gestão, que termina no próximo dia 1º de fevereiro.
A juíza titular do 5º JEC, Flávia Santos Capanema de Souza, homenageou e agradeceu os servidores e falou das dificuldades enfrentadas pela equipe antes da iniciativa. "Apesar das terríveis condições que enfrentamos, posso dizer que honramos o Poder Judiciário do Rio de Janeiro. As dificuldades orçamentárias foram superadas para que pudéssemos ter uma sede de trabalho digna. Os Juizados são os que mais imediatamente atendem as necessidades do povo, principalmente dos mais necessitados", ressaltou.
Para a escrivã Leila Neves Americano do Brasil, há dois anos e meio no cargo e serventuária do TJRJ há 16, a mudança foi muito benéfica. "Agora nós conseguimos visualizar e administrar melhor os processos. Como servidores, temos que atender bem ao cidadão, que é o nosso cliente", disse. Segundo Leila, a maior parte das ações recebidas são contra as operadores de telefonia.
Compareceram também ao evento os desembargadores Sylvio Capanema, Sidney Hartung, Odete Knaack e Thiago Ribas Filho, presidente da Comissão Estadual dos Juizados Especiais e ex-presidente do TJRJ e o advogado João Tancredo, representando a OAB, entre outras autoridades. Estiveram presentes também o Ten-Cel PM Romão Vilaça, comandante do 19º BPM(Copacabana), Dra. Monique Vidal, delegada titular da 12º Delegacia Policial, Horácio Magalhães, presidente da Sociedade Amigos de Copacabana e vice-presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Copacabana e Carlos Varaldo, presidente do Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite.
O imóvel, adquirido pelo TJRJ, custou R$ 1,36 milhão. Já com a obra para adaptação do espaço, feita em 120 dias, foram gastos R$ 840 mil. As novas instalações têm 560m² de área construída, mais que o dobro do local ocupado anteriormente.
O 5º JEC, que atende à população dos bairros de Copacabana e Leme, recebe cerca de 600 ações por mês e fechou o ano de 2006 com um acervo de 4.200 processos. No cartório, que já começa a funcionar hoje no novo endereço, trabalham 25 serventuários.
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Temos recebido cartas e telefonemas de moradores, relatando ameaças recebidas por telefone, normalmente na madrugada, exigindo a compra de cartões de telefones celulares pré-pagos ou depósito em conta corrente.
Tal prática tem aumentado de freqüência, levando terror e desespero à população. Existem variações na forma.
Numa delas, a pessoa do outro lado da linha se identifica, educadamente, como sendo policial ou bombeiro e que está socorrendo uma vítima de acidente de carro e precisa confirmar alguns dados. É o que basta para que a mãe ou pai, desesperados, pronunciem o nome do filho ou filha,quando então entra uma voz ameaçadora, fazendo exigências.
Na outra forma, quem atende o telefonema ouve berros de Mãe, mãe, me ajuda! Não há quem não pronuncie o nome do filho ou filha.
Aí entram as ameaças.
Infelizmente, nada pode ser feito para coibir este tipo de golpe.
O poder público, que deveria evitar o uso de celulares nos presídios, nada consegue.
As empresas de telefonia, concessionárias do serviço público, também não oferecem alternativas técnicas eficazes no combate a esta atividade.
Somente a informação é que poderá desestimular tal prática.
Se receber este tipo de telefonema desligue.
Se puder identificar a chamada, anote o número e passe para a polícia.
Para maior tranqüilidade, certifique-se que todos seus familiares encontram-se em segurança. Alerte seus amigos sobre este tipo de ameaça.
ASSOCIAÇÕES DE BAIRRO
Associação
dos Moradores do Morro da Babilônia - Presidente:
Isaias - Ladeira Ari Barroso - Leme - Tel:32092461. isaias.bf@ig.com.br www.amababi.org.br |
Associação
dos Moradores do Morro dos Cabritos - Presidente: Carlos
Antônio Galvão - Rua Euclides da Rocha, 122 - Tel-
9939-9336.
|
Associação
dos Moradores do Morro Chapéu Mangueira - Presidente:
Mª Helena R.de Souza - Rua Dr.Vitorino, 2 Leme- Tel 2244-5204/3209-2744/9909-3257 |
Associação dos Moradores do Leme.- amaleme@bol.com.br |
| Associação dos Moradores da Mascarenhas de Morais - Presidente: Myrom A.Dietrich - Rua Mascarenhas de Morais - Tel 2236-5339 | Associação dos Moradores dos Morros Pavão e Pavãozinho - Endereço: Rua Saint Roman, 76 - Tels: 2522-1778 ou 2513-0997 ou 9978-6913. |
| Associação
dos Moradores do Bairro Peixoto - Oásis - Presidente:
Cristina Marciano : Rua Maestro Francisco Braga Tels 2256-2498
- faleconosco@amabairropeixoto.com.br
|
AMACOPA-Associação
de Moradores e Amigos de Copacabana-Presidente: Myriam de Pinho
Barbosa-Rua Bolívar, 45 / 612 - Copacabana RJ - CEP.
22061-20/ Tel: 2236 3288 / 2236 3932 / 9142 5496 |
| Associação dos Moradores da Rua 5 de Julho - Presidente: Eduardo Dantas - Rua 5 de julho - Tels: 25475578 ou 9693-8163 eduardo dantas@eduardodantas.com.br | Associação
dos Moradores de Copacabana AMACOPA E ADJACÊNCIAS - Presidente: Synésio D'Almeida Junior - Tel.:2232-0729 |
| Sociedade
dos Amigos da Terceira Idade Presidente: Sérgio
Canedo - Rua Santa Clara, 50/818 - Tel.:2257-1249/9147-0565 sergio.canedo@uol.com.br |
Sociedade
Amigos de Copacabana SAC Presidente: Horácio Magalhães
- Correspondência: Rua Barata Ribeiro, 707 loja H - Tel:
9119-2880 - amigosdecopa@bol.com.br |
| Sociedade
Amigos do Parque Chacrinha - Presidente: Eva Leite - Rua Guimarães Natal- Tel: 2541-8057 |
Câmara
Comunitária de Copacabana, Bairro Peixoto e Leme
- Presidente: Ema Fonseca - Rua Santa Clara, 75/408 Tel: 2547-8910/2548-3173/9767-3592 camara. copacabana@bol.com.br |
| União
das Mulheres da Babilônia - Presidente: Ianê
G. de Andrade Rua 1º de Março, 201 - Leme - Tels 2530- 2549 ou 9677-4265 |
Sejuve (Associação da Segunda Juventude) - Presidente: Norma Castex Av.N.sa de Copacabana, 583 sala 304 - Tel.: 2256-4683 |
| Associação dos Moradores da Praça Cardeal Arcoverde - Presidente: Eduardo Barbieri - Tels: 2541-4908 ou 25411007 - e-mail: embarbi@zaz.com.br | AMAB-Associação
de Moradores e Amigos de Botafogo Presidente: Regina Chiarádia Rua Clarisse Índio do Brasil, 38/ 1706 Botafogo - RJ - CEP. 22230-090 Tel: 2551 3113 / (Telfax): 9995 9912 amab@centroin.com.br |
| ALMA
-Associação de Moradores da Lauro Müller
e Adjacências Presidente: Abílio Tozini Rua Lauro Müller, 66 / 1405 Urca - RJ - CEP. 22290 - 160 Tel: 9121 1498 / 2534 4119 alma@centroin.com.br |
AMAL-Associação
de Moradores e Amigos de Laranjeiras Presidente: Marcus Vinícius de Seixas Rua Pinheiro Machado, 31 - 2º andar Laranjeiras - RJ - CEP. 22231 - 090 Tel: 2530 2013 / 2553 5941 (Telfax) amal@amal.org.br |
| AMAGLÓRIA -Associação de Moradores e Amigos da Glória Presidente: Raimundo Jurandir Gomes Rua Conde Lages 68 / 1005 - Glória - RJ - CEP. 20241-080 Tel: 2252 6833 (Telfax) amagloria@iis.com.br |
AMACOSME
VELHO-Associação de Moradores e Amigos do
Cosme Velho Presidente: Marilse Guimarães S. Oliva Rua Efigênio Sales 189/101 - Cosme Velho - RJ CEP. 22241-150 Tel: 2529 3460 / 2529 3458 (Telfax) moliva@horto.rjo.serpro.gov.br |
| AMAHU-Associação
de Moradores e Amigos do Humaitá Presidente:Paulo Giffoni Rua João Afonso, 23/102- Tel: 8876-2553 amahu1@gmail.com |
AMAJB-Associação
de Moradores e Amigos do Jardim Botânico Presidente: Cláudio Taulois Rua Lopes Quintas, 274 - Jardim Botãnico - Tel: 9783 7172 e-mail: amajb@amajb.org.br |
| AMAVE-Associação
de Moradores e Amigos da Praça Cardeal Arco Verde Presidente: Eduardo Barbieri Rua Maracanaú, 5 - Copacabana - RJ - CEP. 22030-020 Tel: 2541 4908 / 2295 0557 (Telfax) |
AMAGÁVEA-Associação
de Moradores e Amigos da Gávea Presidente: René Hasenclever Rua Major Rubem Vaz, 466 - Gávea - CEP. 22470-070 Tel: 2259 3353 / 2251 4595 (Telfax) amagavea@amagavea.org.br |
| AMALEBLON - Associação de Moradores e Amigos do Leblon Presidente: João Fontes Av. Ataulfo de Paiva, 527 - Leblon - RJ - CEP. 22440-030 Tel: 2240 4784 / (Telfax): 9639 9803 amaleblon@hotmail.com |
AMORABASE
-Associação de Moradores da Cruzada São
Sebastião Presidente: Denis Robson Av. Borges de Medeiros, 699 - Bloco 9 - Térreo Leblon - RJ CEP. 22430-040 amorabase@uol.com.br |
| AMOUR
-Associação de Moradores da Urca Presidente: Ana L. B. Rodrigues Rua Otávio Correia, 453 - Urca - RJ - CEP. 22291-180 Tel: 2295 9480 (Telfax); 2275 6253 aninha@urca.net |
Associação de Moradores Para Desenvolvimento da Selva de Pedra ADESPE Rua Saboia Ribeiro, 407, ap. 904, LeblonRio de Janeiro RJ CEP: |
| AMASCO-Associação
de Moradores e Amigos de São Conrado Presidente: Luiz Igrejas Estrada da Gávea 899 - 2º Piso - S. Conrado Fashion Mall São Conrado - Tel: 2322 0130 amasco@vento.com.br |
AMA
Botafogo
|
| AMAHOR- Associação de Moradores e |