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ANO
XI - 2006
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RIO DAS FLORES
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PERIGOSO:
Texto e Fotos: Renata Moreira Lima
Para quem sai da Zona Sul é um longo trajeto até chegar lá. Como todo paraíso, é difícil o acesso. Tem que passar pela Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, subir a serra e seguir em direção à Praia de Guaratiba. Chegando no canto esquerdo da praia é só perguntar. Você tem que subir umas adeiras até chegar à trilha que leva à praia do Perigoso. O trajeto não é muito longo, mas você fica, pelo menos 20 minutos andando por uma paisagem privilegiada: mar de um lado e morro do outro. No caminho você passa pela ilha do farol e pode avistar a pedra da tartaruga muito antes de chegar à praia.
O canto direito é propício ao mergulho. Com uma mascara, pé-de-pato e snorkel o aventureiro pode se divertir vendo o que há de mais rico no mar, os seres que o habitam. E não para por aí. A pedra da Tartaruga, além de compor uma paisagem deslumbrante, é usada para a prática do rapel. Perigoso e excitante para quem tem o espírito aventureiro.
Para não morrer de fome, a dica é dar uma enfarofada básica e levar algo para comer. Fim de tarde chegando é hora de ir embora. Uma parada no boteco com vista para Guaratiba e água de coco refrescante. Daí é pegar o carro e voltar para casa. Em dia de sol, a praia do Perigoso é um prato cheio para quem gosta de praia, caminhada, mergulho e esportes radicais. |
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Praia do Sono Texto e Fotos: Renata Moreira Lima
A aventura começa na viagem de ida para a Praia do Sono. Saindo do Rio, pode-se pegar a Av. Brasil ou a Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, subir a serrinha e ir em direção a Santa Cruz. De lá é só seguir as placas para Angra dos Reis e Santos. Na BR101, a estrada Rio-Santos, o visual fica por conta da mistura entre praia e morro. Seguindo para Santos, você chega à Paraty, cerca de dez minutos depois fica a entrada da Área de Proteção Ambiental do Cairuçú. A estrada também leva à Trindade, outra praia paradisíaca da região. Mas, para a Praia do Sono, o caminho certo é para Laranjeiras. Há duas maneiras de chegar à praia: de barco ou pela trilha na pequena vila de Laranjeiras, onde pode-se chegar, também, de ônibus.
A população local foi formada por índios, negros, chineses e europeus que habitavam ou passaram por uma parte do litoral brasileiro. Hoje, cerca de 40 famílias moram na praia. Além da subsistência na aguicultura e na pesca, o turismo é fonte de renda. Se optar pelo acampamento, como fiz, é imprescindível levar velas ou lampião (não há luz elétrica), não esquecer de uma lona para a barraca em caso de chuva, fogareiro (ou prato feito a R$ 7,00) e água (comercializada a R$ 3,00 o litro). A Praia reserva ainda surpresas: cachoeiras e trilhas para outras praias, como a que leva a Antigos, Antiguinhos e Ponta Negra. O Rio do Sono forma a Cachoeira do Cocal, outro espetáculo da natureza, próximo à praia. À noite fica por conta dos plânctons, que fazem um verdadeiro balé fluorescente sobre o calmo espelho dágua da Praia do Sono e do céu estrelado. Conta a lenda que o nome Sono vem das montanhas que cercam a praia, fazendo o sol nascer mais tarde e se pôr mais cedo. Hora de deixar a praia e voltar para a realidade da cidade grande. Com a mala arrebentada, optei pela volta de barco. Este me deixou no luxuoso Condomínio das Laranjeiras, onde peguei uma Kombi até um ponto de ônibus próximo a vila onde ficou o carro. De lá, segui de volta ao Rio de Janeiro. O lugar é paradisíaco, vale a pena conferir!
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Passeios gratuitos para sair da rotina Parque da Catacumba Texto e Fotos: Renata Moreira Lima
Parque dois Irmãos
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TRILHAS
DO MUNDO
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O CICLISTA ALEMÃO MARIO GERTH DÁ A VOLTA AO MUNDO O
Jornal Copacabana recebeu a visita de Mario
Gerth, ciclista alemão que está dando a volta ao mundo.
Saindo da Alemanha, Mario e Tornsten Büttner, seu companheiro de
aventura, já passaram pela Rússia, Mongólia, China,Tibet,
Nepal, Índia, Malásia, Indonésia, Austrália,
América Latina.
hey
copa-team....
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