O jornal com a cara e o nome do seu bairro Tel. 2549-1284 email: copa@jornalcopacabana.com.br
ANO XI - 2006

 

QualiCidades
Poder Local e Qualidade na Administração Pública

Com lançamento previsto para as livrarias a partir de novembro e também pelo site da editora www.qualitymark.com.br, a obra é resultado do Projeto QualiCidades, coordenado por Luiz Paulo Vellozo Lucas* O projeto produziu estudos e pesquisas de um ano sobre o desenvolvimento brasileiro, sob a ótica das cidades.
Com linguagem simples - quase uma conversa - sua leitura devolve a esperança para o enfrentamento dos grandes problemas estruturais do país, ao tempo em que nos recorda que na excelência da gestão está o caminho pelo qual os setores público e privado levarão o Brasil à posição que todos desejamos. Os índices desenvolvidos pela equipe do Qualicidades - "Índices de Dinamismo" - mostram surpresas. Quando pensamos que as grandes metrópoles brasileiras são as mais dinâmicas, veremos que não é bem assim.
Artigos e estudos de profissionais de alto nível, a exemplo do economista do BNDES e ex-presidente do IBGE, Sergio Besserman e do também economista André Urani, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade - IETS, complementam o entendimento das questões de espaço urbano, geografia metropolitana e globalização.
Nesta obra o autor compartilha sempre com o leitor sua experiência na administração da cidade de Vitória. Casos como o do gestor populista que ia de casa em casa perguntando aos moradores o que eles precisavam para melhorar de vida, enriquecem a boa "conversa" que é o livro. Conceitos e formulações de fácil entendimento contribuem, ainda mais, para que todos os interessados descubram a real dimensão na construção de um país melhor e voltem a creditar que existem políticos de qualidade.
Lançamento: 21 de novembro na Saraiva Mega Store Rio Sul

A partir das 19 horas.

 

Essa é para fechar o ano:ÚNICA APRESENTAÇÃO!

"SUBMISSÕES DA VIDA COTIDIANA"
DIA 16/12 (SÁBADO)
TEATRO DO RETIRO DOS ARTISTAS
RUA DO RETIRO, Nº 571 - PECHINCHA (Jacarepaguá)
ÀS 18:00 HORAS!
Entrada: APENAS R$10,00!!!
____________________________________________
O Projeto "Submissões da Vida Cotidiana" quando foi escrito, em 2003, objetivava uma observação às situações cotidianas, de modo que, os esquetes exemplificam alguns dos abusos que todos nós sofremos diariamente. É uma Peça sobre o povo e para o povo, na qual alguém sempre tenta se dar bem, uns já desacreditados, outros esperançosos, mas todos sempre se submetendo às "Submissões da Vida Cotidiana". A Peça está em cartaz desde agosto de 2006, já passou por espaços como o Anfiteatro do Afroreggae, a Lona Cultural Hermeto Pascoal e o Teatro UniverCidade, sendo essa última uma apresentação beneficente ao "Retiro dos Artistas", em que foram arrecadados mais de 200 Kg de alimentos não-perecíveis. Quanto ao público, é bem abrangente, e esse não tem poupado elogios à Peça!
Seja mais um a se divertir com esse Espetáculo!
Comenta lá!
www.submissoes.zip.net
Submissões no ORKUT:
- Para ver a página da comunidade "Submissões da Vida Cotidiana", visite:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=18241067
- Para ver o perfil de "Submissões da Vida Cotidiana", visite:
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=103689713154
25464870


Maria Martins
Atriz, Cantora e Dançarina
Contato: (21) 8653-9258
(21) 2275-8161
www.mariamartins.blogger.com.br
Porque a Arte é completa!

 

João Roberto Kelly no Gláucio Gill em Copacabana

Para matar as saudades

Para matar as saudades do público, João Roberto Kelly deixou de lado a tradição de shows no carnaval e resolveu aparecer, também neste fim de ano. Com mais de 50 anos de carreira ele se prepara para mais uma estréia. O espetáculo João Roberto Kelly – Papo Piano Bar ficará em cartaz de 5 de outubro a 21 de dezembro, as quintas-feiras no Café do Teatro Gláucio Gil, em Copacabana.

No espetáculo, Kelly vai contar e recordar passagens interessantes da carreira dele e de outras figuras dos anos 60, 70 e 80. “Vou responder as perguntas dessas pessoas que me param na rua normalmente aqui em Copacabana”, afirma.

A idéia partiu de um convite da Funarj, através do diretor de teatro João do Rio para montar um espetáculo no Café do Gláucio. O show vai ser uma abordagem da vida artística e histórias interessantes “que podem servir de subsídios, inclusive, para quem estuda música”, diz João Roberto Kelly. E complementa: “Vou contar histórias de um dos maiores programas da televisão brasileira até hoje, o Time Square, onde eu fazia todas as músicas (década de 60). Era grandioso, tinha, no elenco, Grande Otelo, Inezita, Paulo Celestino, Dorinha Duval, Daniel Filho, Don Rossé Cavaca, entre outros fantásticos artistas. Era definitivo na época! Reunia balé, canto, representações, grandes cenários... Com a direção geral do Carlos Manga e fotografia de Gilberto Motta. Um espetáculo que não existia na televisão brasileira, completo!”.

O show de Kelly une histórias a musicas antigas como Mormaço, O anjo da Praça XI, Boat e novas do compositor, como um samba chamado Barraquinho, e músicas de carnaval.

Uma das histórias que contará nesse “talk show” é a de um samba gravado por Miltinho que diz: Peguei o Zé de copo na mão, tentando afogar a Conceição! No bar quem é triste vira herói, engana a cabeça, coração não dói. Horas depois peguei o moço chorando um colosso, a solidão. Amor que se afoga num boteco é xaveco! O Zé não esquece a Conceição. Ele conta: “É verídico! Um amigo meu, o José, convocou amigos para um bar da época, para assistir ao sepultamento de um grande amor que ele tinha, a Conceição. Foi um sepultamento etílico! (risos). Quando cheguei ele estava numa alegria danada! Mas eu tinha que tocar no piano do Copacabana Palace. Fiz o meu trabalho e pensei que seria bom voltar à festa do Zé, estavam todos animados, felizes, bebendo... fui. Chegando lá, a decepção! Os dois últimos convidados estavam indo embora e o Zé caído ao lado do copo, acabado, magoado. Tinha feito a festa, dado alegria a todos, mas a ele, não! Se sentiu um grande palhaço por não esquecer a Conceição! Foi aí que fiz o samba!”.

No novo espetáculo, Kelly vai lançar o intérprete Ronaldo Junior e ter uma participação de uma nova cantora: Emanuelle, a Manu. “Ronaldo é cantor e violonista. Estou trazendo das rodas jovens de samba da Lapa para o palco do Café do Gláucio”, conta. E completa: “Ainda terá uma surpresa, que eu vou contar agora (risos). Tenho como tradição, terminar o show com mulatas e bole-bole. Desta vez não será assim! A brincadeira final vai ficar por conta de uma bailarina fazendo performance carnavalesca entre as mesas, fantasiada de colombina com brindes para o público. Vai ser muito bonito e interessante!”.

Quando se fala em público, João Roberto Kelly convoca: “O show é para todas as crianças que ouviram minhas marchinhas nos carnavais ao longo de 50 anos. Até hoje elas conhecem, pois toca nos bailes de carnaval. Quando comecei aos 20 anos, ia ao baile infantil e lá estavam as crianças cantando as minhas músicas. Aos 40 fui novamente, e era a mesma situação, a Cabeleira do Zezé, Mulata Bossa Nova estavam na ponta da língua... Aos 50, voltei aos bailes infantis e... lá estavam novamente! (risos). Nos dias de hoje, não é diferente! (risos) Por isso, convoco essas crianças de todas as gerações para irem ao meu show para conhecerem o autor dessas músicas e a história que o envolve! (risos).

Convite feito, vale conferir mais uma estréia de João Roberto Kelly. Como ele diz, são 50 anos de janela!

 

Dê Asas aos seus Sonhos - A história de Alberto Santos Dumont, texto e ilustrações de Elisabeth P. Waugaman.
Com belíssimas ilustrações e texto em português/ inglês.
A Editora Prometheus lançou o livro que conta a trajetória da infância criativa, a vida em Paris, até 1932, o ano de sua morte.
Elisabeth P. Waugaman recebeu em agosto, nos Estados Unidos, a Medalha Mérito Santos-Dumont.

 

 

O livro AMERICAN BAR - de Claudia Ferrari, menção honrosa do Projeto Nascente da USP, conta a história de quatro amigas que se conhecem.

O cenário deste encontro não é a rua, escola, faculdade ou qualquer outro lugar comum e sim uma casa de prostituição de alto luxo em São Paulo. Bianca, Blanche, Bel e Bruna nutrem uma amizade que as faz superar todos os obstáculos e dificuldades que a vida as apresentou.

Baseado em fatos reais American Bar – o lado difícil da vida fácil – com selo da América Literária, faz uma crítica social mostrando o cotidiano das meninas de programa e as diversas situações inusitadas que são forçadas a enfrentar.

Preço de Capa: R$32,00.

 

CONVERSANDO COM O SILÊNCIO - Maria Lucia Silva Carmo da Fonseca

É na quietude que descubro minha essência. Meus pensamentos se libertam, se exorcizam, entrando em total diálogo com o silêncio. Nestes momentos, sinto alegrias, tristezas, desenganos, desvendando verdadeiros mistérios, alojados no interior da minha alma.
O silêncio transformou-se em meu fiel amigo e singular analista. Ele realmente tem um peso diferente e um valor relevante em minha vida.
Maria Lucia nasceu na cidade do Rio de Janeiro e morou em Copacabana até seus 29 anos. Em Londres viveu sozinha, por um ano e meio; período essencial para o seu amadurecimento.
Depois casou-se, e morou por onze anos em Nova York com seu marido.
Lá, trabalhou como voluntária em hospitais e asilos para idosos. A inclinação para poesia vem desde sua adolescência. Conversando com o Silêncio é seu primeiro livro de poesia.
A mulher de Cassiano Ricardo dizia: "Pode alguém fazer versos, sem ser poeta nenhum." Ser poeta, em todos os versos, somente um Drummond ou Fernando Pessoa.
Maria Lucia é poeta em muitos dos seus versos, que trazem à tona memória de sensibilidade maior, mundo vivido e interpretado.
Tem o sinete da qualidade. Vida com talento maior ou coisas que a vida deixou ancorada em sua alma. Vê a vida com o coração inteiro.
Neste livro ela nos dá a medida do seu talento e as cores de sua poesia. Ela diz o que vive e o que sente, sem se preocupar com hermetismos enganadores. Não briga com as palavras nem briga com os sentimentos.
Maria Lucia é poeta em muitos versos. E bons!
Pedro Bloch

 

 

 

CONVERSANDO COM O SILÊNCIO - Maria Lucia Silva Carmo da Fonseca
Tel/Fax : (21) 2287-0906

ludafonseca@uol.com.br

marialucia43@hotmail.com

ANOS DOURADOS
Maria Lucia Silva Carmo da Fonseca

Ah, anos dourados...
Vocês foram e ficaram
E nunca mais voltaram.
Só quem os viveu
Sua beleza conheceu
Quando, nestes anos, a tristeza surgia
Era a tristeza mais pura
Que na época existia.
A poesia vivia nos corações dos namorados
Que cobiçavam sonhando os próximos beijos roubados.

Na noite havia mais boemia
Com a bossa-nova reinando até o raiar do dia!
Havia calma, romance
E muito mais esplendor!
As músicas transmitiam o mais genuíno amor
Que hoje está deixando de existir.
Nas noites dançava-se colados
Sentindo o coração do amado
Ser acelerado em batidas iguais.
As moças eram reverenciadas,
Conquistadas,

Como deusas eternizadas
Colocadas em pedestal de cristal!
Nas festas de formatura
Havia o brilho dos formandos.
Elas em seus longos vestidos brancos
Eles em seus impecáveis smokings
Iluminando as festas também.
Tudo era mágico
Tinha encanto
Havia glamour!!
Ah, anos dourados...
Vocês congelaram uma época que foi única!
Muitos a relembram com nostalgia,
Mas certamente felizes
Porque viveram em tão privilegiado período
Porque se enxergava ternura e carinho a cada momento.
Época em que o amor imperava
A música colaborava
A poesia contribuía
Para que todos sonhassem.
Inclusive eu!!

 

QUEM É A AUTORA MARIA LUCIA SILVA CARMO DA FONSECA

Maria Lucia nasceu na cidade do Rio de Janeiro e morou em Copacabana até seus 29 anos. Desfrutou de todos os encantos que a Princesinha do Mar, na sua época áurea, oferecia prodigamente. Até esta idade trabalhou exercendo cargos de assessora bilíngüe em diferentes empresas.
Desde sua adolescência sentia necessidade de colocar, no papel, seus sentimentos mais íntimos de felicidade, tristeza, reflexão e amor. Tudo que tocava sua alma era transformado imediatamente em poesia.
Sua vida foi pautada em experiências que muito contribuíram para seu crescimento interior. Aos 29 anos foi aperfeiçoar seu inglês em Londres, onde viveu um ano e meio não só estudando como também teve a oportunidade de trabalhar. Lá, aprendeu a ultrapassar a solidão por desconhecer o significado de ser apenas um número, entre milhões de estrangeiros, sentindo-se sem qualquer tipo de referência.
Ao chegar de Londres, conheceu seu primeiro e atual marido e se mudou para Nova York, por ser o trabalho dele em Manhattan. Lá, viveram onze anos, onde conseguiu exercer a função de assessora comercial numa empresa no ramo imobiliário. Durante este tempo, foi também voluntária em hospitais e asilos para idosos junto com seu marido. Com estas experiências passou a enxergar o outro lado da vida, abrindo seu horizonte sob vários aspectos.

 

Tumorgrafias é o livro de estréia de Ramon Mello

Formado pela Escola de Teatro Martins Penna, o escritor Ramon Mello lança pela Editora Cartaz Cartolina sua primeira obra literária, Tumorgrafias...e outras seqüelas, livro de contos, crônicas e poesias que aborda diferentes temas que vão desde política e realidade urbana do Rio de Janeiro, aos mais íntimos e profundos sentimentos humanos.
Como as tomografias, que mostram detalhadamente nosso interior, físico, o autor, em seus contos de temas diversificados, descreve de maneira perspicaz, as idas e vindas e o fluxo de pensamento.
Engana-se quem pensa que as Tumorgrafias de Ramon Mello são textos depressivos ou rancorosos. Pelo contrário, são criativos, divertidos, uma reflexão sobre o urbano, o social, o intuitivo, o político e a sanidade. "Tumores são fruto de tudo aquilo que contemos em nós, que mantemos preso sem conseguir dizer, sem conseguir manifestar", conta ele.
O jovem, de 22 anos, nascido em Araruama e morador de Copacabana "por adoção", deu início ao trabalho há cerca de um ano. O título da obra teve como inspiração "Receita pra lavar palavra suja", livro da filósofa Viviane Mosé, colaboradora do Fantástico (TV Globo), que ganhou versão teatral carioca no ano passado.
"Tumores são poemas presos! Podem virar câncer" (Viviane Mosé)
Para Fernanda da Costa Sarruf, graduada em Letras pela Universidade Veiga de Almeida, o autor apresenta grande maturidade intelectual no desenvolvimento de seus contos. "Convergindo para a conhecida dimensão alegórica de Chuang-Tsé - em que palavra e pensamento se entretecem até formar uma só tela - o artista funde ação e verbo em seus contos, num mesmo suporte de vida", diz.
E vai além: "Nessas Tumorgrafias de Ramon Mello, as narrativas pouco extensas conduzem à reflexão e à crítica, algumas das vezes, por meio de ironias sociais ou pelo retrato psicológico do homem contemporâneo; aliada a essa conduta, uma abordagem poética da vida. Os limites (tumores?) entre realidade e fantasia são abolidos por uma visão de mundo que não se deseja racional".

 

Serviço:Tumorgrafias...e outras seqüelas (contos, crônicas e poesias)
Dimensões: 14 x 16 - 104 páginas
Preço: R$ 15,00
Editora Cartaz Cartolina
Autor: Ramon Mello
Projeto gráfico e ilustrações: Júlia Pessôa
Revisão e coordenação editorial: Morgana Maria Pessôa Soares
A obra pode ser adquirida nas livrarias ou pelo site www.editoracartaz.com.br

O SOPRO DO ATOR apresenta...

Sopro do AtorMUITO BARULHO POR NADA de William Shakespeare

Depois do grande sucesso da apresentação no Teatro Cândido Mendes, MUITO BARULHO POR NADA se apresentará dia 30 de Maio às 19:00 hs no
Espaço Cultural Constituição localizado à Rua da Constituição,34.Centro.
Uma comédia mágica e inteligente de William Shakespeare, que nos conta a divertida história de amigos e inimigos lançados no abismo tragicômico da mais profunda e intensa paixão.
Com os Alunos Formandos do Workshop Ator Total do Centro de Pesquisa de Teatro e Cinema SOPRO DO ATOR
Dirigida por Bruno Rodrigues.
Entrada: 01 Kg de Alimento não Perecível ( serão doados à Casa Ronald McDonald)
Elenco: Ana Karina Zimmer, Andréa Pantoja, Antônio de Paula, Diego Lanza, Luana Miranda, Luíz Tavares, Patrícia Britto, Renner Varcílio, Vânia Leal.
COM DEBATE AO FINAL !!!
Para maiores informações, ligue para o SOPRO DO ATOR 21-2547-5198
21-9799-7048
www.soprodoator.com

Grupo Quantum Apresenta:

CICLO DE LEITURAS E DEBATE "TEATRO E SOCIEDADE"

Dia 15 de maio 20h
No CIB - Clube Israelita Brasileiro - B. Ribeiro, 489 - Copacabana.
"Tempo. Depois"
Texto: Rodrigo Nogueira
Direção: Alessandra Colasanti

Com: Fernanda Félix e Rodrigo Nogueira
Um homem e uma mulher se conhecem num consultório de psicanálise. Ela extrovertida, ele deprimido. À medida que a conversa avança os estados se invertem e o inesperado acontece.
Após a dramatização haverá debate com o Filósofo Álvaro Vasconcelos e o Diretor Felipe Vidal.
ENTRADA FRANCA
Coordenação: Edna Malta
Leituras semanais seguidas de debate com especialista sobre o tema do texto.
Sempre às segundas-feiras, às 20h, no CIB.
INTERESSADOS EM APRESENTAR LEITURAS ENTRAR EM CONTATO COM:
Edna Malta - 9834-0277.
e-mails: qleituras@yahoo.com.br /ednacmalta@yahoo.com.br

MEMORIAL GETÚLIO VARGAS
(Praça Luís de Camões s/nº - Glória)

Exposição permanente retrata a trajetória do Presidente da República; o Memorial é também núcleo de reflexão política sobre a primeira metade do século XX no Brasil. Ao lado da exposição há livraria, café e cinema. De terça a domingo, das 10h às 19h.
Exposição
Carlos Scliar: Desenhos de Guerra - São cerca de 80 desenhos, elaborados do fim de 1944 a meados de 1945, quando o artista era soldado voluntário do Brasil na segunda Guerra Mundial; os desenhos foram combinados a textos do escritor e irmão, Moacir Scliar, e a um vídeo com entrevistas do próprio artista, morto em 2001. Até março.

MUSEU DA CIDADE
(Estrada de Santa Marinha s/nº - Gávea)

Visita ao acervo de peças relativas ao prédio, erguido no século XIX como parte da antiga Chácara do Morro do Queimado; de terça-feira a domingo, das 11h às 17h.
Exposição
Painéis de Glauco Rodrigues - Desde janeiro, o Museu da Cidade expõe painéis do pintor, retratando quatro personagens brasileiras dos séculos XIX e XX: o escritor Machado de Assis, o empresário Barão de Mauá, o prefeito Pereira Passos e o médico Oswaldo Cruz. Os painéis estavam no Palácio da Cidade, em Botafogo.

VENDO serigrafia(P.I.5/10)

Franz Krajcberg
(50cm h x 70 cm l)

R$900,00
(Novecentos reais)

(21)8896-0531
copa@jornalcopacabana.com.br

serigrafia de Franz Krajcberg

USO E DESUSO - o brechó mais elegante da Zona Sul

Quase Tudo - Uso e desusoO brechó Uso e Desuso ficana Av. N. S. de Copacabana, 1319 loja A.
Link e confira!

SULA DRAY

Estilo contemporâneo, cores vibrantes, temas abstratos e formas geométricas são a tônica da obra desta pintora, que numa extraordinária demonstração de amor à vida e ao que de mais belo ela pode oferecer, produziu seu primeiro trabalho aos 74 anos de idade, e, em meteórica carreira, já detém inúmeras medalhas e premiações nos diversos salões de artes plásticas dos quais vem participando, inclusive o "Grande Colar de Ouro no grau de Comendadora", outorgado pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, por sua contribuição para o desenvolvimento das artes visuais em nosso país.

 

 

Biscoito Globo - A cara do carioca

O Biscoito Globo ergueu seu castelo na areia graças a alguns segredos e peculiaridades

Leonardo Araújo

O carioca é mesmo esfarelado. Tem jeito crocante, desmanchado. Seja na praia ou no Maracanã, o maravilhoso (habitante da Cidade Maravilhosa) degusta trinta gramas de uma moda que nunca passou sem pretensão de matar a fome; simplesmente porque é gostoso. É nessa onda perene que segue o biscoito Globo, com seus 47 anos de graça. "Esse biscoito é a cara do carioca. É irreverente", diz Milton, um dos sócios, em entrevista numa mesa do bar da esquina. Quando os irmãos Fernandes deixaram o bairro do Ipiranga, em São Paulo, para fazer seus biscoitos de polvilho na capital carioca, não poderiam imaginar que passariam as cinco décadas seguintes fabricando o mais famoso biscoito do Rio de Janeiro. A receita do sucesso: uma grande dose de trabalho e um punhado, dos grandes, de sorte.

E assim, qualquer semelhança com a Vênus platinada pode não ser mera coincidência, mas não da maneira como muitos imaginam. No bairro de Botafogo estava a inspiração para o nome do produto. Os irmãos Milton, Jaime e João começaram a trabalhar, em 1955, na padaria Globo, quando então o homônimo jornal ainda não ofuscava o brilho dos Diários Associados. Porém, como diz Milton, na vida nada se cria, tudo é copiado. Desta maneira, surgiu o boneco que vive no saquinho de papel do biscoito dos irmãos Fernandes. Figura "clonada" do ilustre personagem "o bonequinho viu" da sessão de cinema do jornal O Globo. Seria esta a primeira experiência de clonagem na história - feita antes mesmo da cópia concebida pelo "doutor pereziano"? O fato é que o bonequinho provou... e gostou.

Mas por que nunca foi lançado um novo sabor, além dos tradicionais sal e doce? Esta é uma boa pergunta, que Milton responde com um argumento bem simples: "nós só trabalhamos com matéria-prima natural. Não utilizamos química. Se fizéssemos o sabor cebola, por exemplo, usaríamos ingredientes artificiais e fugiríamos ao nosso padrão". Mesmo com os sabores mais simples, o biscoito Globo é a marca de maior aceitação no mercado carioca do gênero, sempre fresquinho e deixando rastro de farelo que denuncia o comilão mais discreto. Porém, engana-se quem pensa que o mais famoso venda tanto. "Eu não fabrico para sobrar. Nosso produto é para permanecer no mercado cinco ou seis dias no máximo. Pelo prazo de validade não estraga, mas perde o sabor", explica o fabricante, que alega preferir não suprir a demanda do que correr o risco da sobra.

Muitos são os produtores de biscoitos de polvilho. Supermercados, padarias, feirantes e outra fábricas, como a Sortilege, oferecem o produto ao consumidor. Um dos diferenciais do Globo está no ingrediente principal: o polvilho. "É o mais caro, que fabrica para nós há 40 anos. Pagamos um preço acima do mercado", revela Milton. O polvilho Record, de Conceição dos Ouros, Minas Gerais, é comprado pelo Globo por R$1,00 o quilo, enquanto os demais são até 20 ou 30% mais baratos. Com tudo, o saquinho de 30 gramas é vendido na Rua do Senado, no Centro do Rio, por R$0,27.

E para os próximos 50 anos? Como será o amanhã do biscoito que é a cara do Rio? Os sócios já preparam seus filhos para dar continuidade ao trabalho dos pais e propiciar às próximas gerações a divertida oportunidade de se encher de farelo e ouvir os ambulantes gritarem as famosas e insubstituíveis frases: ô Globo! Sal e doce!

 

GRUPOS & CIA TEATRAIS

Ordem alfabética

ATO ATIVO -E-mail: fdias1977@hotmail.com
Telefones: (0xx21) 2447-2166 ou (0xx21) 9794-4571 - Felipe Dias

CIA DE TEATRO E POESIA SEM MÁSCARAS -E-mail: ciasemmascaras@hotmail.com
Telefones: (0xx12) 3911-4182/ (12) 9761-1117 - Valter Vanir

CIA FORTE CASA TEATRO - E-mail: fortecasateatro@yahoo.com.br
Endereço: Rua Rui Barbosa, 323 - Bixiga - São Paulo - SP

CIA TEATRO DA CIDADE - Site: : www.teatrodacidade.hpg.com.br
E-mail: : ciateatro@yahoo.com.br
Telefones: (0xx12) 3921 5367 ou 9711 2011- Claudio Mendel
Endereço: Rua João Mendes Pedroso,131 - Monte Castelo - São José dos Campos - SP
Cep:12215-160

COMPARSARIA CÊNICA - Site: www.comparsariacenica.blogger.com.br
E-mail: comparsariacenica@ig.com.br
Telefones: (0xx21) 2440-3785 ou (0xx21) 9206-4017 - Afonso Henrique Soares

EU, EU MESMO E CIA DE TEATRO - Site: www.eumesmocia.blogger.com.br

GRUPO MILONGAS - E-mail: grupomilongas@bol.com.br
Telefones: (0xx21) 2275 7169 ou 9736 9150

GRUPO TRAMÉDIA - Site: www.tramedia.com.br

OS CICLOMÁTICOS CIA DE TEATRO - Site: osciclomaticos.blog.aol.com.br

OS PERPÉTUOS - Site: www.osperpetuos.cjb.net
E-mail: osperpetuos@xfonte.net
Telefones: (0xx21) 2527-3671 ou (0xx21) 8811-7143 - Márcia Tondello

OS SATYROS - Site: www.satyros.com.br
Telefones: (0xx11) 3258 6345; Ivam Cabral (0xx11) 9522 878; Eduardo Castanho 9864 9797

TEATRO ETC&TAL - Site: http://artescenicas.blogspot.com

TÉSPIS CIA DE TEATRO - Site: www.melim.com.br/tespis
E-mail: tespis@melim.com.br
Telefones: (0xx47) 3045 2629 ou 9903 7275 ou 9903 1177 - Denise da Luz e Max Reinert

XE ENDÊ - CIA DE TEATRO DANÇA BUTOH - E- mail: teatrodocorpo@ig.com.br; teatrodocorpo@yahoo.com.br
Telefones: (0xx11) 32834669 - Val Rai
Endereço: Rua Dr. Seng, 195, Cerqueira Cesar - Cep 01331- 020 - São Paulo - SP


Tomy

El mejor amigo

Lactância materna

Neoliberalismo
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