| O jornal com a cara e o nome do seu bairro | Tel. 2549-1284 | email: copa@jornalcopacabana.com.br |
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ANO
XI - 2006
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QualiCidades
A partir das 19 horas.
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Essa
é para fechar o ano:ÚNICA APRESENTAÇÃO!
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João Roberto Kelly no Gláucio Gill em Copacabana Para matar as saudades
No espetáculo, Kelly vai contar e recordar passagens interessantes
da carreira dele e de outras figuras dos anos 60, 70 e 80. Vou
responder as perguntas dessas pessoas que me param na rua normalmente
aqui em Copacabana, afirma.
A idéia partiu de um convite da Funarj, através do diretor
de teatro João do Rio para montar um espetáculo no Café
do Gláucio. O show vai ser uma abordagem da vida artística
e histórias interessantes que podem servir de subsídios,
inclusive, para quem estuda música, diz João Roberto
Kelly. E complementa: Vou contar histórias de um dos maiores
programas da televisão brasileira até hoje, o Time Square,
onde eu fazia todas as músicas (década de 60). Era grandioso,
tinha, no elenco, Grande Otelo, Inezita, Paulo Celestino, Dorinha Duval,
Daniel Filho, Don Rossé Cavaca, entre outros fantásticos
artistas. Era definitivo na época! Reunia balé, canto,
representações, grandes cenários... Com a direção
geral do Carlos Manga e fotografia de Gilberto Motta. Um espetáculo
que não existia na televisão brasileira, completo!.
O show de Kelly une histórias a musicas antigas como Mormaço,
O anjo da Praça XI, Boat e novas do compositor, como um samba
chamado Barraquinho, e músicas de carnaval.
Uma das histórias que contará nesse talk show
é a de um samba gravado por Miltinho que diz: Peguei o Zé
de copo na mão, tentando afogar a Conceição! No
bar quem é triste vira herói, engana a cabeça,
coração não dói. Horas depois peguei o moço
chorando um colosso, a solidão. Amor que se afoga num boteco
é xaveco! O Zé não esquece a Conceição.
Ele conta: É verídico! Um amigo meu, o José,
convocou amigos para um bar da época, para assistir ao sepultamento
de um grande amor que ele tinha, a Conceição. Foi um sepultamento
etílico! (risos). Quando cheguei ele estava numa alegria danada!
Mas eu tinha que tocar no piano do Copacabana Palace. Fiz o meu trabalho
e pensei que seria bom voltar à festa do Zé, estavam todos
animados, felizes, bebendo... fui. Chegando lá, a decepção!
Os dois últimos convidados estavam indo embora e o Zé
caído ao lado do copo, acabado, magoado. Tinha feito a festa,
dado alegria a todos, mas a ele, não! Se sentiu um grande palhaço
por não esquecer a Conceição! Foi aí que
fiz o samba!.
No novo espetáculo, Kelly vai lançar o intérprete
Ronaldo Junior e ter uma participação de uma nova cantora:
Emanuelle, a Manu. Ronaldo é cantor e violonista. Estou
trazendo das rodas jovens de samba da Lapa para o palco do Café
do Gláucio, conta. E completa: Ainda terá
uma surpresa, que eu vou contar agora (risos). Tenho como tradição,
terminar o show com mulatas e bole-bole. Desta vez não será
assim! A brincadeira final vai ficar por conta de uma bailarina fazendo
performance carnavalesca entre as mesas, fantasiada de colombina com
brindes para o público. Vai ser muito bonito e interessante!.
Quando se fala em público, João Roberto Kelly convoca:
O show é para todas as crianças que ouviram minhas
marchinhas nos carnavais ao longo de 50 anos. Até hoje elas conhecem,
pois toca nos bailes de carnaval. Quando comecei aos 20 anos, ia ao
baile infantil e lá estavam as crianças cantando as minhas
músicas. Aos 40 fui novamente, e era a mesma situação,
a Cabeleira do Zezé, Mulata Bossa Nova estavam na ponta da língua...
Aos 50, voltei aos bailes infantis e... lá estavam novamente!
(risos). Nos dias de hoje, não é diferente! (risos) Por
isso, convoco essas crianças de todas as gerações
para irem ao meu show para conhecerem o autor dessas músicas
e a história que o envolve! (risos).
Convite feito, vale conferir mais uma estréia de João
Roberto Kelly. Como ele diz, são 50 anos de janela!
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O cenário deste encontro não é a rua, escola, faculdade
ou qualquer outro lugar comum e sim uma casa de prostituição
de alto luxo em São Paulo. Bianca, Blanche, Bel e Bruna nutrem
uma amizade que as faz superar todos os obstáculos e dificuldades
que a vida as apresentou. Baseado em fatos reais American Bar o lado difícil da vida fácil com selo da América Literária, faz uma crítica social mostrando o cotidiano das meninas de programa e as diversas situações inusitadas que são forçadas a enfrentar. Preço de Capa: R$32,00. |
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CONVERSANDO COM O SILÊNCIO - Maria Lucia Silva Carmo da Fonseca
CONVERSANDO
COM O SILÊNCIO - Maria Lucia Silva Carmo da Fonseca
ANOS DOURADOS
QUEM É A AUTORA MARIA LUCIA SILVA CARMO DA FONSECA
Maria
Lucia nasceu na cidade do Rio de Janeiro e morou em Copacabana até
seus 29 anos. Desfrutou de todos os encantos que a Princesinha do
Mar, na sua época áurea, oferecia prodigamente. Até
esta idade trabalhou exercendo cargos de assessora bilíngüe
em diferentes empresas.
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Tumorgrafias é o livro de estréia de Ramon Mello
Serviço:Tumorgrafias...e
outras seqüelas (contos, crônicas e poesias) |
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O SOPRO DO ATOR
apresenta...
Depois do grande sucesso da apresentação no Teatro Cândido
Mendes, MUITO BARULHO POR NADA se apresentará dia 30 de Maio
às 19:00 hs no |
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Grupo Quantum Apresenta: CICLO DE LEITURAS E DEBATE "TEATRO E SOCIEDADE" Dia
15 de maio 20h |
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MEMORIAL
GETÚLIO VARGAS Exposição
permanente retrata a trajetória do Presidente da República;
o Memorial é também núcleo de reflexão política
sobre a primeira metade do século XX no Brasil. Ao lado da exposição
há livraria, café e cinema. De terça a domingo,
das 10h às 19h. MUSEU
DA CIDADE Visita
ao acervo de peças relativas ao prédio, erguido no século
XIX como parte da antiga Chácara do Morro do Queimado; de terça-feira
a domingo, das 11h às 17h. |
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USO E DESUSO - o brechó mais elegante da Zona Sul
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SULA DRAY
Estilo contemporâneo, cores vibrantes, temas abstratos e formas geométricas são a tônica da obra desta pintora, que numa extraordinária demonstração de amor à vida e ao que de mais belo ela pode oferecer, produziu seu primeiro trabalho aos 74 anos de idade, e, em meteórica carreira, já detém inúmeras medalhas e premiações nos diversos salões de artes plásticas dos quais vem participando, inclusive o "Grande Colar de Ouro no grau de Comendadora", outorgado pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, por sua contribuição para o desenvolvimento das artes visuais em nosso país.
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Biscoito Globo - A cara do carioca O
Biscoito Globo ergueu seu castelo na areia graças a alguns
segredos e peculiaridades Leonardo
Araújo O carioca é mesmo esfarelado. Tem jeito crocante, desmanchado. Seja na praia ou no Maracanã, o maravilhoso (habitante da Cidade Maravilhosa) degusta trinta gramas de uma moda que nunca passou sem pretensão de matar a fome; simplesmente porque é gostoso. É nessa onda perene que segue o biscoito Globo, com seus 47 anos de graça. "Esse biscoito é a cara do carioca. É irreverente", diz Milton, um dos sócios, em entrevista numa mesa do bar da esquina. Quando os irmãos Fernandes deixaram o bairro do Ipiranga, em São Paulo, para fazer seus biscoitos de polvilho na capital carioca, não poderiam imaginar que passariam as cinco décadas seguintes fabricando o mais famoso biscoito do Rio de Janeiro. A receita do sucesso: uma grande dose de trabalho e um punhado, dos grandes, de sorte. E assim, qualquer semelhança com a Vênus platinada pode não ser mera coincidência, mas não da maneira como muitos imaginam. No bairro de Botafogo estava a inspiração para o nome do produto. Os irmãos Milton, Jaime e João começaram a trabalhar, em 1955, na padaria Globo, quando então o homônimo jornal ainda não ofuscava o brilho dos Diários Associados. Porém, como diz Milton, na vida nada se cria, tudo é copiado. Desta maneira, surgiu o boneco que vive no saquinho de papel do biscoito dos irmãos Fernandes. Figura "clonada" do ilustre personagem "o bonequinho viu" da sessão de cinema do jornal O Globo. Seria esta a primeira experiência de clonagem na história - feita antes mesmo da cópia concebida pelo "doutor pereziano"? O fato é que o bonequinho provou... e gostou. Mas por que nunca foi lançado um novo sabor, além dos tradicionais sal e doce? Esta é uma boa pergunta, que Milton responde com um argumento bem simples: "nós só trabalhamos com matéria-prima natural. Não utilizamos química. Se fizéssemos o sabor cebola, por exemplo, usaríamos ingredientes artificiais e fugiríamos ao nosso padrão". Mesmo com os sabores mais simples, o biscoito Globo é a marca de maior aceitação no mercado carioca do gênero, sempre fresquinho e deixando rastro de farelo que denuncia o comilão mais discreto. Porém, engana-se quem pensa que o mais famoso venda tanto. "Eu não fabrico para sobrar. Nosso produto é para permanecer no mercado cinco ou seis dias no máximo. Pelo prazo de validade não estraga, mas perde o sabor", explica o fabricante, que alega preferir não suprir a demanda do que correr o risco da sobra. Muitos são os produtores de biscoitos de polvilho. Supermercados, padarias, feirantes e outra fábricas, como a Sortilege, oferecem o produto ao consumidor. Um dos diferenciais do Globo está no ingrediente principal: o polvilho. "É o mais caro, que fabrica para nós há 40 anos. Pagamos um preço acima do mercado", revela Milton. O polvilho Record, de Conceição dos Ouros, Minas Gerais, é comprado pelo Globo por R$1,00 o quilo, enquanto os demais são até 20 ou 30% mais baratos. Com tudo, o saquinho de 30 gramas é vendido na Rua do Senado, no Centro do Rio, por R$0,27. E para os próximos 50 anos? Como será o amanhã do biscoito que é a cara do Rio? Os sócios já preparam seus filhos para dar continuidade ao trabalho dos pais e propiciar às próximas gerações a divertida oportunidade de se encher de farelo e ouvir os ambulantes gritarem as famosas e insubstituíveis frases: ô Globo! Sal e doce!
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