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Galeria de Fotos - Copacabana & Ipanema
  Bruno Poppe -Jayme Finkel - Alexandre Macieira - Américo MedeirosDianna Neno Rosa Macedo - Praia de Ipanema

 

Morador de Rua
"Gostaria de pedir encarecidamente as autoridades do bairro de Copacabana que fosse até a Rua Belfort Roxo, esquina com Av Atlântica, onde uma senhora (moradora de rua) fixou residência. Esta senhora possui uma criação de gatos, cada vez maior, colocando em risco de doenças as pessoas que freqüentam a praça do Lido, principalmente as crianças. Lembro que esta senhora chegou ali há alguns anos naquela calçada com um guarda-sol e hoje ela tomou conta da calçada quase toda impedindo até pedestres de transitar, sem contar com o mau cheiro insuportável de gatos e suas fezes. Por favor, vejam que isso esta acontecendo quase na esquina de uma das avenidas mais lindas do mundo, Onde estão as autoridades de Copacabana? Porque não transferem aquela senhora para um abrigo onde ela possa ter mais condições de vida e os moradores, voltem a freqüentar a Praça do Lido, porque ela tem que viver com uma porção de gatos na esquina da Av Atlântica."
Ana - por email.
 
 

Rabuja Rubirosa

Diniz Antônio Gonçalves Júnior


Viagem aos Seios de Duília

Bigorrilho pongou no Camões e saltou no tabuleiro da baiana.
Bigorrilho pongou no caradura e saltou na ladeira da ternura.

Dica batuta do Rabuja:
Viagem aos Seios de Duília

Um filme luso-brasileiro de 1964, dirigido por Carlos Hugo Christensen, com roteiro dele e de Orígenes Lessa baseado em conto de Aníbal Machado..
Um pacato e austero funcionário público no Rio de Janeiro, já entrado nos anos, aposenta-se e decide reencontrar uma mocinhota que tinha conhecido na adolescência e que continua vivendo em Pouso Triste, interior de Minas Gerais. Muitas cenas nos bondes do Rio e outras relíquias. Uma viagem atrás de um tempo já ido.

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Vai trabalhar, vagabundo

 

Olá rapazotes e mocinhotas, sou Rabuja Rubirosa, o mestre mequetrefe de sinucas, gafieiras e pistas de bocha.
Em homenagem ao professor Hermógenes Corujino, vou conjugar um novo verbo:

eu malandro / tu malandras / ele malandra / nós malandramos / vós malandrais / eles malandram


Dica batuta do Rabuja:
Vai trabalhar, vagabundo - direção : Hugo Carvana ( 1973 )
Um rapaz avesso ao “lado duro” da vida, livre no deleite do “dolce far niente”, uma malandragem sabida, ingênua, feita de galanteios e tropeços poéticos, um Rio de Janeiro luminoso e nostálgico, longe de tiroteios e bueiros explosivos.

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